RETOMADA
Há sinais de recuperação do consumo, e o agronegócio e as exportações estão bombando
SEM ACORDO, GREVE DOS RODOVIÁRIOS DEVE ACONTECER A PARTIR DESTA TERÇA (31)
SALVADOR

SEM ACORDO, GREVE DOS RODOVIÁRIOS DEVE ACONTECER A PARTIR DESTA TERÇA (31)
RUI COSTA REFORÇA AÇÕES DE SEGURANÇA E MOBILIDADE NO SUDOESTE DO ESTADO
MELHORIAS

RUI COSTA REFORÇA AÇÕES DE SEGURANÇA E MOBILIDADE NO SUDOESTE DO ESTADO
COLUNISTAS

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Esse Ratinho é desqualificado, isso é coisa que se diga
MARILIA FERREIRA
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lindooooo crush
thaiane
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É a Bahia sem crise. O portal dev olhar mais para o interior
Rosalvo de Souza
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FRASE DO DIA

"Houve interlocução de diversos atores, eu procurei fazer essa interlocução. Foi uma vitória da sociedade brasileira"

Marcelo 
Calero
Ministro da Cultura falando sobre a criação do Ministério



OUTRAS NOTÍCIAS
29/05 - 18h19m


 

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela investigação da Operação Lava Jato, disse que a prisão de investigados não basta para combater a corrupção no país. De acordo com o juiz, também é necessário recuperar os valores desviados pelos criminosos, por meio de acordos de cooperação internacional ou de delação premiada. Moro participou nesta manhã de uma conferência sobre combate à corrupção em João Pessoa.
 
Moro destacou a importância dos acordos de cooperação internacional, principalmente com a Suíça, para repatriar ao Brasil recursos desviados da Petrobras para contas secretas no exterior. O juiz citou o caso de Pedro Barusco, ex-gerente da estatal e um dos delatores do esquema de corrupção, que tinha cerca de U$S 100 milhões depositados fora do país e devolveu a quantia após assinar um acordo de delação.
 
Segundo o magistrado, somente a pena de prisão não é suficiente para combater os desvios na Petrobras. "Hoje em dia, isso não é suficiente, também é necessário a recuperação do produto do crime. Não basta a punição, a sanção corporal, a pena privativa de liberdade. É necessário fazer com que o crime não compense financeiramente. Isso significa a necessidade de retirar do criminoso o produto de sua atividade."
 
O juiz também ressaltou que a cooperação internacional nas investigações da Lava Jato é fundamental para a corroborar os depoimentos de delação premiada, que não podem ser usados unicamente como acusação no processo penal contra os investigados."Se os países não cooperam, simplesmente não se tem a prova do crime, e não se tem a possibilidade de recuperar esses ativos. É certo que parte do caminho do dinheiro foi descoberto através da colaboração de alguns desses indivíduos, que resolveram colaborar com a Justiça, mas, como se sabe, mesmo quando se tem essa colaboração, é sempre necessária ter a prova dessa colaboração, e essa prova às vezes é baseada nessa prova documental dos registros bancários", explicou.

 


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29/05 - 15h45m

 
A vitória na aprovação da mudança na meta fiscal no Congresso deixou líderes da base aliada do presidente interino, Michel Temer, animados, e muitos acreditam que nestas primeiras semanas o clima continuará favorável. No entanto, eles já preveem maiores dificuldades para Temer na Câmara quando entrarem em pauta os temas mais polêmicos, sobretudo as reformas previdenciária e trabalhista. Antes deles, porém, dois pontos de curto prazo poderão criar ruídos nas votações da Câmara: o aumento salarial dos servidores públicos de Executivo, Judiciário e Ministério Público; e a proposta da emenda constitucional do corte nos gastos públicos.
 
— Das medidas econômicas anunciadas, neste primeiro momento o que pode provocar polêmica é a PEC para limitar gastos. Ela é muito importante, mas tem que ver como ficarão a Saúde e a Educação. É uma preocupação. E ver também como o governo vai tratar a questão do reajuste dos servidores. Tem recurso no Orçamento, mas, com esse rombo que anunciaram, como fica? — disse o líder do DEM, Pauderney Avelino (AM).
 
Há duas semanas, o PT já vem pressionando para que os reajustes salariais sejam votados na Câmara. Em plenário foram votadas as urgências dos projetos que aumentam os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dos servidores do Judiciário e do Ministério Público. Estão pendentes de votação aumentos para categorias do Executivo, entre elas os da Advocacia-Geral da União. Segundo os líderes, o então ministro do Planejamento, senador Romero Jucá (PMDB-PB), havia orientado que a votação dos aumentos seria feita em conjunto.
 
O novo líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), aposta no comprometimento da base aliada para novas vitórias nos próximos dias. Segundo ele, os partidos ajudaram a aprovar o impeachment e agora se sentem responsáveis por viabilizar o governo Temer. Ele contabiliza que a nova base, formada por 20 partidos, tem numericamente 390 deputados.Na votação da meta fiscal, em semana de feriado e com sessão avançando pela madrugada, foram 297 votos a favor, contra apenas 47 votos da oposição. Moura diz que negociou com os partidos da base a manutenção de um veto importante, que transferia parte da multa da arrecadação de recursos repatriados do exterior para estados e municípios.

 


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29/05 - 13h38m


 

Pivô de um dos maiores escândalos recentes de Brasília, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, exerceu mandatos de deputado federal e senador pelo Ceará na década de 1990, antes de comandar o braço logístico da Petrobras por mais de 13 anos.De poucos discursos na tribuna, Machado agia mais nos bastidores e pouco aparecia. Parlamentares contemporâneos dele no Congresso Nacional consideram que tinha um “perfil apagado” e uma atuação “pouco expressiva”.
 
Empresário, Machado se filiou ao PMDB em 1986 e iniciou sua trajetória política pelas mãos do ex-governador do Ceará Tasso Jereissati (PSDB). Foi coordenador da campanha do tucano e secretário de Governo no primeiro mandato de Jereissati como governador (de 1987 a 1990). O cargo o projetou para disputar uma vaga na Câmara, onde se elegeu, já pelo PSDB, para a legislatura de 1991 a 1994. No ano seguinte, foi eleito senador.
 
Com trânsito no PSDB e no PMDB, Sérgio Machado se converteu atualmente no homem cujas gravações são motivo de apreensão para políticos de vários partidos.
Diálogos gravados por ele já derrubaram um dos principais ministros do presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB): o senador Romero Jucá (PMDB).
Também vieram à tona áudios que implicam o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).Alvo da operação Lava Jato, o ex-presidente da Transpetro fechou um acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República em que detalha a sua participação no esquema de corrupção da Petrobras. O conteúdo dos seus depoimentos, porém, ainda está sob sigilo.
 
Nos quatro anos em que foi deputado federal, Machado se manifestou somente oito vezes da tribuna do plenário, algumas delas apenas para fazer apartes, conforme levantamento no sistema da Câmara. Entre as matérias de seu interesse havia, principalmente, temas ligados à economia.O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que está no sétimo mandato na Câmara, diz nem se lembrar da passagem de Sérgio Machado pela Casa.No Senado, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), parlamentar na mesma época de Machado, contou que o colega tinha “um perfil apagado” e disse não lembrar de discurso algum de Machado no plenário da Casa. No período de oito anos, Machado fez 93 pronunciamentos na tribuna da Casa, o que resulta em uma média de menos de um discurso por mês. 

 


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29/05 - 12h21m


 

O ex-ministro Ricardo Berzoini aparece em vídeo postado na página do Facebook da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), no qual diz que o "governo golpista" de Michel Temer inflou os números "através de novos critérios contábeis para passar a ideia de que um deficit colossal de R$ 170 bilhões existe de fato". Segundo ele, a nova meta fiscal e as medidas anunciadas trazem perdas para a Saúde, Educação e a Previdência.
 
"O que está acontecendo neste momento é um retrocesso brutal em relação àquilo que o povo brasileiro sempre quis, que são políticas públicas capazes de reduzir as enormes diferenças sociais do Brasil.
 
Berzoini diz que é preciso combater o governo "ilegítimo e provisório" de Temer, cujas mudanças propostas não irão promover o equilíbrio econômico e nem social. "O fundamental é que a gente possa combater o golpe, retomar a democracia e construir no Brasil a igualdade social e a perspectiva de uma nação justa e solidária", conclui no vídeo, cuja introdução foi feita pela própria presidente afastada, num local ao ar livre.

 


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29/05 - 11h53m


 

Alçado à presidência interina da Câmara após o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no início do mês, Waldir Maranhão (PP-MA) mentiu à Justiça Eleitoral maranhense num processo de investigação de suas contas eleitorais, o que pode, agora, criar-lhe novos problemas jurídicos e agravar sua situação política — fragilizada a ponto de impedir que ele consiga presidir uma simples sessão ordinária sem ser alvo dos protestos de seus pares.
 
Para explicar os recursos arrecadados para a campanha de 2010, Maranhão informou à Justiça Eleitoral ter doado para si mesmo R$ 557,6 mil, ou 68% do custo total. No processo aberto para apurar possíveis irregularidades na prestação de contas, o parlamentar afirmou que vendeu sua casa, em um dos bairros mais nobres de São Luís. Mas, o imóvel nunca deixou de estar em nome do deputado e de sua mulher, a pedagoga Elizeth Azevedo, e é o local onde o casal vive até hoje. De acordo com especialistas, o parlamentar pode ser alvo de uma ação criminal ou eleitoral por fraudar as contas de campanha.
 
Desde que assumiu a presidência interina da Câmara, Maranhão vive a insólita situação de não poder desempenhar suas funções. No capítulo mais surpreendente do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, o deputado anulou na véspera a sessão de votação na Câmara, mas, poucas horas depois, voltou atrás. Sua atitude gerou revolta, e, desde então, ele vive sob os protestos de colegas, que já gritaram “Fora, fora, fora”, expulsando-o do plenário. Nos bastidores, há uma articulação para esvaziar os poderes do presidente interino.
 
Em 2010, Waldir Maranhão empregou R$ 821,7 mil em sua tentativa de se reeleger deputado, sendo R$ 557,6 mil de recursos próprios. Os números chamaram a atenção do Ministério Público Eleitoral (MPE) pelo fato de o parlamentar ter declarado possuir um patrimônio de apenas R$ 16,5 mil.Nos autos do processo sobre a prestação de contas, Maranhão argumentou que obteve empréstimo de R$ 98 mil do Banco do Brasil e que o restante veio da remuneração que recebeu ao longo dos anos como parlamentar e secretário de Ciência e Tecnologia do MaranhãO. Segundo a defesa do deputado, esse dinheiro não apareceu na declaração de bens à Justiça Eleitoral porque houve erro quando seu partido preencheu o registro de candidatura.No entanto, diante da desconfiança dos promotores, Maranhão mudou a versão e disse que a renda veio também da venda de sua casa.

 


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29/05 - 11h16m


 

O juiz federal Sérgio Moro mandou soltar o empresário Marcelo Rodrigues, preso na 26ª fase da Operação Lava Jato, identificada como Operação Xepa, deflagrada em março. Moro atendeu a um pedido de feito pela defesa para converter a prisão em medidas cautelares, como o pagamento de fiança de R$ 300 mil. 
 
Rodrigues é réu na investigação sobre as atividades do Setor de Operações Estruturadas da empreiteira Odebrecht, seção da empresa responsável por pagamentos de propina, segundo apuração da força-tarefa de procuradores que atua na Lava Jato. De acordo com as investigações, ele atuava como um dos operadores financeiros supostos pagamentos ilegais, por meio da empresa JR Graco Assessoria e Consultoria Financeira.
 
Ao assinar o alvará de soltura do empresário, Moro aceitou bloquear o valor da fiança em uma conta do irmão do acusado, Olívio Rodrigues Júnior, que também é investigado. A defesa de Marcelo afirmou que ele não tem dinheiro para pagar o valor.
 
Após a deflagração da operação, a Graco Corretora de Câmbio S/A afirmou que o antigo sócio Olívio Rodrigues Júnior está totalmente desvinculado da corretora desde 2007, assim como Marcelo Rodrigues. A empresa diz que é absolutamente independente e não tem qualquer relação comercial ou vínculo com a JR Graco Assessoria e Consultoria Financeira.

 


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29/05 - 10h50m


 

O presidente interino Michel Temer recebeu no Palácio do Jaburu, na noite do último sábado (28), uma visita do ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes. Mendes é relator no TSE do processo que analisa as contas da campanha da chapa da presidente afastada Dilma Rouseff e do seu vice e agora presidente interino.
 
O ministro também assume na próxima terça-feira (31) a presidência da Segunda Turma do STF, que é responsável pelo julgamento da maioria dos inquéritos que investigam a participação de políticos no esquema investigado pela Operação Lava Jato.
 
Ele vai substituir Dias Toffoli, que teve seu mandato de um ano no comando da turma encerrado na última semana.Advogado-Geral da União nos últimos anos do segundo mandato do tucano Fernando Henrique Cardoso, Mendes é um frequente crítico do PT e das gestões do partido no governo federal.
 
Questionada, a assessoria de Temer informa que Mendes solicitou o encontro para discutir o orçamento do TSE.

 


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29/05 - 10h14m

 
Em um novo trecho da gravação de diálogos seus com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) afirma que Luiz Inácio Lula da Silva considera a escolha de Dilma Rousseff para sucedê-lo como seu "mais grave erro".A transcrição do diálogo foi veiculada pelo "Jornal Hoje", da TV Globo. A reportagem não reproduz o áudio, que é narrado pelo repórter.
 
Segundo o "Jornal Hoje", a conversa foi gravada por Machado na casa de Sarney. O nome do ex-presidente Lula não é citado, mas a reportagem diz que fica claro, para os investigadores, que a conversa é sobre ele.No diálogo, Machado diz a Sarney: "Agora, tudo por omissão da dona Dilma", em uma referência às investigações da Lava Jato que atingem o mundo político.
 
Sarney responde: "Ele chorando. O que eu ia contar era isso. Ele me disse que o único arrependimento que ele tem é ter eleito a Dilma. Único erro que ele cometeu. Foi o mais grave de todos."Em nota ao "Jornal Hoje", o Instituto Lula informou que o petista já teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados, analisados e divulgados. E que caberia aos autores das frases e gravações comentarem suas declarações privadas divulgadas ilegalmente.
 
O instituto também diz que "o vazamento ilegal das gravações é mais uma evidência de que, depois de investigar por mais de dois anos, o Ministério Público Federal não encontrou sequer um fiapo de prova contra Lula. Porque Lula sempre agiu dentro da lei".O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, responsável pela defesa de Sarney, diz que não comentará "fragmentos" de gravações. Ele afirma que só irá se manifestar assim que obtiver a cópia integral das gravações, solicitada à Justiça.

 


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29/05 - 09h52m

 
A presidente afastada Dilma Rousseff diz que o presidente interino Michel Temer deveria fazer como ela: defender a recriação da CPMF. Para a petista, "quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população", com cortes em áreas como educação e saúde.
 
Ela nega ter dado guinada na política econômica depois de eleita. Admite que cometeu erros, mas sem dizer quais, pois "essa volta ao passado não existe". Além disso, Dilma afirma que se sente traída e Michel Temer foi sua maior decepção. " Minha maior decepção é tão óbvia. E a traição não foi no dia do impeachment. Foi antes. Em março. Quando as coisas ficaram claríssimas".
 
"Nós passamos um ano terrível em 2015 e fizemos todo o esforço para não ter corte em programa social. Nós assumimos [a proposta de se recriar] a CPMF, sem pudor.Nós nunca entramos nessa do pato [símbolo criado pela Fiesp para protestar contra aumento de impostos]. Aliás, o pato tá calado, sumido. O pato tá impactado.  Porque quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população. Vai ter corte na saúde. Já falaram em acabar com o Mais Médicos, já falaram que o SUS não cabe no orçamento. Depois voltaram atrás", disse a presidente.
 
"Entre fazer isso [cortes em área sociais] e criar um imposto, cria um imposto! Para com essa história de não criar a CPMF. Só não destrói a educação e a saúde. Não tira as crianças da sala de aula. É essa a discussão que precisa ser feita e não uma discussão genérica sobre o pato", finalizou Dilma.

 


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29/05 - 09h17m

 



Há dois meses atrás, quando todos os articulistas da imprensa brasileira acenavam para o agravamento da crise econômica brasileira, o economista e editor do portal Bahia Econômica, Armando Avena, remava contra concorrente e afirmava em artigos publicados no jornal Correio, em março deste ano, portanto, antes do impeachment da Presidente Dilma, que o Brasil estava pronto para voltar a crescer.

Posteriormente, em palestra realizada na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia – Fecomércio-BA, Avena surpreendeu o público afirmando que a economia brasileira voltaria a crescer ainda no final deste ano.
 
Pois bem, dois meses depois, a imprensa nacional começa a confirmar as previsões do economista e vários economistas do Sudeste já admitem que o país estabilizou os indicadores e pode voltar a crescer no final do ano. Veja os artigos de Armando Avena, publicado em 04/03 e em 15/03 e o de José Roberto Mendonça de Barros publicado neste domingo. 


O Crescimento voltará no fim do ano - José Roberto Mendonça de Barros

O Brasil está pronto para voltar a crescer - Armando Avena

Aparece a luz no fim do túnel -  Armando Avena





 



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29/05 - 09h15m

 
Conforme documento do sindicato dos rodoviários, dia 31 de maio é a data marcada para ter início a greve da categoria por tempo indeterminado. Segundo o presidente Hélio Ferreira, o documento está pronto e deflagra a greve para a próxima terça-feira. Entretanto, o presidente garante que o documento não só deflagra a greve, mas lhe dá respaldo jurídico para manter a legalidade da paralisação. "Este documento faz parte dos trâmites jurídicos. Pode ser que não haja greve. Isso, se os empresários fizerem uma proposta ", afirmou.
 
O sindicato dos rodoviários reivindica 11.33% de aumento no salário e no ticket alimentação, redução da contrapartida dos trabalhadores no ticket de 12% para 10% e unificação dos salários dos profissionais da manutenção, considerando o valor mais alto pago atualmente. Os empresários devem apresentar contraproposta na manhã da segunda-feira (30), em duas reuniões agendadas no Ministério Público da Bahia e no MTE. Às 15h, os trabalhadores se reúnem em assembleia no ginásio de esportes do Sindicato dos Bancários, no Centro, quando decidirão pela possibilidade de greve.
 
O diretor de Relações Institucionais do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Salvador (Setps), Jorge Castro, afirmou que o objetivo é retormar estas negociações somente em novembro. "Fizemos várias negociações e o que estamos solicitando ao sindicato é a compreensão do momento econômico e político. As empresas passam por dificuldades financeiras. Não é uma recusa de negociação", disse.


 


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29/05 - 08h50m

 
Segundo balanço prévio divulgado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a feira Bahia Farm Show, realizada entre a última terça-feira (24) e o último sábado (28), movimentou R$ 1,014 bilhão em negócios e recebeu um público de 60 mil pessoas. “Houve uma pequena redução do volume de negócios em relação ao ano passado, quando movimentamos R$1,033 bilhão, mas o resultado foi muito bom”, avalia o presidente da Aiba, Júlio Cézar Busato.
 
Vale destacar que com a feira de tecnologia agrícola e negócios, foram gerados 900 empregos diretos e 1900 indiretos e realizados 25 eventos técnicos, como palestras, fóruns, workshops e debates. Somente o leilão de gado da Acrioeste movimentou R$ 517 mil. O evento, que foi sediado em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, já tem data agendada para 2017: 23 de maio.Com relação aos resultados, o presidente relaciona o declínio com o cenário da crise econômica nacional e com o período longo de estiagem enfrentado na região.

 


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29/05 - 08h33m
 

 

A economia brasileira vai voltar a crescer ainda no final deste ano, afirma o economista José Roberto Mendonça de Barros, em artigo publicado neste domingo no jornal Estado de São Paulo, confirmando o que o economista e editor do portal Bahia Econômica, Armando Avena, já vem dizendo há várias semanas, mesmo antes do impeacment da Presidente Dilma.
 
O jornal Folha de São Paulo também afirma na edição deste domingo que a economia brasileira está caminhando para o início de uma estabilização e que uma recuperação embrionária está em curso e poderá levar a uma retomada mais rápida do que o esperado.

A Folha diz que a recuperação resulta não apenas da troca de governo, mas de ajustes feitos pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy e diz que já há dados demonstrando a recuperação da economia.

O aumento no número de emplacamentos de carros, a estabilização do nível de estoques de bens duráveis (como carros e eletrodomésticos) e da produção de máquinas e equipamentos mostram que a economia parou de cair.

Em seu artigo, Mendonça de Barros diz que a estimativa da sua consultoria, a  MB Associados,  é de uma contração no  primeiro e segundo trimestre, mas afirma que haverá uma estabilização da economia no segundo semestre do ano e um crescimento em 2017, na faixa de 2% ou algo mais.

Barros diz que, além da qualidade da equipe econômica de Temer, há outros sinais como o setor do agronegócio, que continua “bombando” e o fato da China estar elevando suas importações de alimentos de forma significativa.

Além disso, as exportações totais em quantidade (que é o que interessa quando se olha a redução da ociosidade) cresceram 18% nos quatro primeiros meses deste ano, em relação ao ano passado.

Mendonça finaliza, afirmando que, o consumo também vai crescer ao longo do ano, especialmente, na área de duráveis, pois a maior parte dos analistas projeta uma inflação na casa de 7% para este ano e de 5% a 5,5% no ano que vem. Tudo isso, e com a uma inflação esperada de 5,5% no próximo ano, dá mostras de que o crescimento vai voltar. 


 



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29/05 - 08h11m

 
Em visita à região Sudoeste da Bahia neste final de semana, o governador Rui Costa entregou oito viaturas para a Polícia Militar (PM), que vão beneficiar também Bom Jesus da Lapa, Macaúbas e Santa Maria da Vitória, um novo pavilhão da 94ª Companhia Independente da PM e equipamentos de câmera e videomonitoramento.Outras entregas do Governo do Estado na ocasião são uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) em Caetité, que vai atender aos motoristas e proprietários de veículos de diversos municípios da região, 60 barracas de feira livre, além de seis motos, um trator e 122 títulos de terras para moradores e agricultores de Brejinho das Ametistas. Rui também participou da inauguração do mercado municipal e visitou uma Unidade de Educação Infantil.
 
Na ocasião, Rui informou que o investimento na recuperação da BA-611 foi de R$ 11 milhões, para melhorar o tráfego na região. “Nos próximos dias vamos assinar um contrato com o Banco Mundial, para fazer um empréstimo de mais US$ R$ 200 milhões, que serão investidos em mais estradas. A Bahia, como o Brasil, está passando por uma fase de dificuldades e esse empréstimo vem em boa hora para que possamos fazer obras como essa em outras cidades.A ampliação da estrutura física da Companhia da Policia Militar foi feita em parceria com a iniciativa privada, que também investiu em equipamentos para videomonitoramento. “Hoje são 11 câmeras em Caetité. O monitoramento com câmera nos dá racionalidade e economia. Ao invés da viatura ficar rodando, as câmeras fazem esse serviço e orientam a ação dos policiais”, disse Rui.
 
A coordenadora da Divisão do Interior do Departamento de Trânsito da Bahia, Mônica Castro, disse que a unidade vai regular uma frota de aproximadamente 10 mil veículos. “Vamos atender não somente a Caetité, mas Lagoa Real, Igaporã e outros municípios, trazendo acessibilidade deste serviço para o cidadão. Estamos informatizando a unidade e as pessoas não vão mais ficar na dependência de Guanambi. Agora vamos também oferecer carteira de habilitação. Temos clínicas implantadas na região, por irsso somos capazes de realizar todo o serviço pertinente à habilitação e veículo”. 
 
Ainda em Caetité, o governador afirmou que tem outras visitas programadas para a região. “Vamos inaugurar a segunda etapa da Adutora do Algodão, que está com 95% das obras concluídas, em um investimento de R$ 33 milhões. Também estamos investindo em calçamento, iluminação do estádio e procurando parceria para a implantação da unidade de oncologia, que vai atender o sudoeste inteiro”.

 


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28/05 - 17h18m
 
 
 
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou hoje (27) a defesa do empresário Luiz Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ter acesso à investigação da Operação Zelotes, na qual é investigado. Os advogados recorreram ao tribunal após a Justiça Federal negar pedido semelhante para acessar o processo após a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático.
 
Na decisão, Toffoli esclareceu que a defesa deve ter acesso às provas obtidas na investigação, de modo que possam exercer o direito de defesa. No entanto, de acordo com a decisão, não poderão ter conhecimento das diligências em andamento.

Luiz Cláudio foi alvo de busca e apreensão na quarta fase da Operação Zelotes, deflagrada no ano passado, que fez busca e apreensão na sede das empresas LFT Marketing Esportivo e da Touchdown Promoção de Eventos Esportivos Ltda, cujo sócio é Luiz Claudio.

Desde o início das investigações, a defesa afirma que o empresário nunca recebeu dinheiro ou vantagens ilegais de lobistas investigados na Zelotes.(TB)


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28/05 - 15h45m


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia "saído", ou seja, não processado no caso do mensalão porque os pagamentos ao marqueteiro Duda Mendonça no exterior não foram investigados a fundo quando vieram a público, em 2005.

A declaração foi feita em uma das conversas mantidas em março passado com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que gravou diálogos e os entregou ao Ministério Público Federal.

Em 2005, Duda, que havia trabalhado na vitoriosa campanha de Lula em 2002, reconheceu, em depoimento prestado à CPI dos Correios, que havia recebido no exterior cerca de R$ 10 milhões em esquema de caixa dois. Na época, Duda afirmou que o dinheiro havia sido transferido pelo publicitário mineiro Marcos Valério Souza, pivô do escândalo do mensalão.

Na conversa com Machado, ocorrida em março passado, que foi gravada como parte de um acordo de delação premiada de Machado com a PGR (Procuradoria-Geral da República), Renan procurou explicar "por que o Lula saiu": "O Duda fez a delação, e disse que recebeu o dinheiro fora. E ninguém nunca investigou quem pagou, né? Este é que foi o segredo".

Na sequência da conversa, Machado afirma que, durante seu governo, Lula "não fez", provável referência a não ter cometido irregularidades, porém "quando chegou no final do governo botou na real". "Caiu na real", concordou Renan.

Segundo Machado, foram feitas "umas merdas, um sítio merda, um apartamento merda", citações ao sítio de Atibaia (SP) frequentado por Lula e a um apartamento da Bancoop, cooperativa de bancários, construído pela OAS no Guarujá (SP). As informações são da Folha.



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28/05 - 15h02m
 

 
O presidente da Câmara afastado, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), entrou com queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) por calúnia, difamação e injúria com base no que disse o parlamentar durante a sessão na Casa que deu continuidade ao processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff.
 
De acordo com Cunha, Wyllys teria cometido crimes contra sua honra durante a sessão plenária de 17 de abril, quando o chamou de "ladrão" ao votar contra a admissibilidade do processo de impeachment. "Eu quero dizer que eu estou constrangido de participar dessa farsa sexista, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão, urgida por um traidor, conspirador, apoiada por torturadores, covardes, analfabetos políticos e vendidos", disse Wyllys na sessão.

A defesa do peemedebista alega que o deputado do PSOL tinha "claro intuito de levantar dúvida quanto à regularidade das suas condutas utilizando-se premeditadamente de momento de grande atenção sobre as atividades do parlamento brasileiro para ofendê-lo".

"O querelado (Wyllys), sem sombra de dúvidas, pretendia imputar ao ofendido (Cunha) fato criminoso que sabia não ter ocorrido, tanto que afirmou que seria um conspirador, vendido, que estaria conduzindo uma eleição indireta, tudo no intuito de transmitir a ideia de que, conjuntamente com pessoas que praticariam tortura, estaria praticando um 'golpe'", escrevem os advogados do deputado afastado na peça.

De acordo com o documento, as ofensas de Wyllys a Cunha excedem os direitos à liberdade de expressão, de opinião e de crítica assegurados pela Constituição e extrapolam a imunidade parlamentar. Para o peemedebista, a prerrogativa que assegura aos congressistas ampla liberdade "não pode ser banalizada a ponto de ser entendida como uma 'carta branca' conferida ao parlamentar para que ofenda covarde e gratuitamente outras pessoas, inclusive publicamente".


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28/05 - 13h16m
 
 
Com a homologação do acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a Procuradoria Geral da República avalia pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquéritos para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e o senador Edison Lobão (PMDB-MA).
 
Segundo apurou o blog, o pedido de abertura de inquéritos terá como base fatos narrados por Machado em depoimentos que prestou a investigadores da operação Lava Jato. Além da gravação de conversas com as lideranças peemedebistas, o ex-presidente da Transpetro detalhou nesses depoimentos como funcionou um esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras destinado a suposto enriquecimento ilícito dos políticos.
 
De acordo com informações obtidas pelo blog, os áudios gravados por Machado são "poderosíssimos" para demonstrar a intimidade dele com integrantes da cúpula do PMDB, além do modus operandi dos políticos alvos das gravações.
 
As conversas com os procuradores, nas quais Machado mostrava a intenção de aderir ao instituto da delação premiada, começaram há um mês, mais precisamente no final de abril, apurou o blog. As gravações já tinham sido realizadas e foram entregues por Machado durante esses depoimentos. 
 
A aceitação das gravações pelos investigadores deve-se a uma decisão de 2013 do Supremo Tribunal Federal, pela qual a gravação ambiental realizada por um interlocutor sem a ciência do outro não depende de prévia ordem judicial.
 


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28/05 - 12h24m
 

 
Uma ciclovia em balanço que avança dois metros por sobre a areia e uma alteração no tráfego de veículos na Avenida Oceânica são as principais mudanças previstas na requalificação da orla em Ondina, cujas obras estão programadas para começar em agosto.
 
O custo total das intervenções, incluindo as obras em Stella Maris (ver coordenada), está estimado em R$ 80 milhões, com recursos do Prodetur. Segundo a Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), órgão da prefeitura de Salvador, até o momento não há sinal de que as mudanças no governo federal atrasem o cronograma das obras. "Não vamos derrubar nenhuma árvore", promete a presidente da FMLF, Tania Scofield, referindo-se ao canteiro central da Oceânica, que será diminuído.
 
Pelo projeto, a pista em frente aos hotéis Othon, Atlantic Towers e o antigo Salvador Praia Hotel terá mão única no sentido Barra-Rio Vermelho. O tráfego em direção à Barra será deslocado para a via interna, em  frente  à Escola Dorilândia.  No trecho entre o Instituto Social e a Pedra da Sereia, está prevista a construção de uma ciclovia em balanço, que avançará em dois metros em direção à areia, além de novos equipamentos de lazer.
 
O presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-BA), Luciano Muricy, advoga que as obras são importantes, mas que sem um aumento na oferta de moradias na região há uma grande chance de os equipamentos serem degradados em alguns anos.
 
Fechado desde 2009, quando o hotel foi à falência, o prédio quase foi demolido pela prefeitura de Salvador, depois serviu como sede da Casa Cor Bahia e finalmente  acabou sendo vendido à construtora pernambucana Moura Dubeux. "É importante a ocupação, do ponto de vista do uso dos equipamentos públicos que serão construídos", afirma Muricy, que fala em "verticalização responsável" da orla.
 
Proprietário de um apartamento de dois quartos na Avenida Oceânica, o comerciante André Rezende tem sentimentos conflitantes em relação às mudanças no bairro. "Claro que as obras vão valorizar o meu imóvel, mas tenho medo de que exagerem na verticalização em Ondina", ressalta o comerciante.(A Tarde)


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28/05 - 12h07m
 

 
Duas salas comerciais no Centro Empresarial Iguatemi, na Av. Tancredo Neves, além do antigo hotel da Chesf em Paulo Afonso, estão entre os sete imóveis da União que serão vendidos pela Caixa Econômica Federal, em concorrência pública. O edital prevê a entrega de propostas até 25 de julho -  prazo em que os interessados poderão visitar os imóveis.
 
No caso das salas em Salvador, os preços mínimos são R$ 191,3 mil e R$ 197,5 mil. Já o Grande Hotel Paulo Afonso é o imóvel mais caro do lote, com valor mínimo de R$ 3,8 milhões. As demais unidades à venda, a maioria galpões agrícolas, ficam nos municípios de Alagoinhas, Aurelino Leal, Ipirá e Itamaraju.

Em Paulo Afonso, o antigo hotel tem "três pavimentos, possuindo área de lazer com piscina, quatro apartamentos para empregados e  43 apartamentos para hóspedes, sendo três suítes com varanda panorâmica", como destaca o edital. São 6.234,91 m² de área total.

Em todos os demais municípios, os imóveis ficam situados no centro das cidades, à exceção de Alagoinhas. No município, no bairro de Alagoinhas Velha, encontra-se o segundo imóvel mais caro do lote, com valor  mínimo de R$ 1,26 milhão. Trata-se da antiga sede do Fórum da Justiça do Trabalho, que possui dois pavimentos.

Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode participar da concorrência, desde que atenda às condições do edital. O interessado que fizer a melhor oferta, respeitando o preço mínimo de venda, será considerado vencedor. De acordo com a Caixa, a  compra do imóvel poderá ser realizada à vista, com utilização de recursos do FGTS, por financiamento ou por meio de contratação de empréstimos em qualquer instituição financeira. (A Tarde)


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28/05 - 11h31m
 
 
Alegando restrições orçamentárias, o governo do presidente interino, Michel Temer, decidiu acabar com os subsídios concedidos aos mutuários mais pobres dentro do Minha Casa Minha Vida. O programa habitacional deixará de receber recursos do Tesouro Nacional, repassados pela União a fundo perdido, para subsidiar as famílias enquadradas na faixa 1 (renda de até R$ 1.800) — às quais as residências são praticamente doadas — e na faixa 2 (até R$ 3.600) — cujas prestações são bastante reduzidas, facilitando a quitação do financiamento. Antecipada a empresários pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na semana passada, a decisão foi confirmada ao GLOBO por fontes que trabalham no plano.
 
Em 2015, o Tesouro desembolsou um total de R$ 11,8 bilhões em susbídios para essas duas faixas. Neste ano, relatou Meirelles a empresários da construção civil, somente estão assegurados repasses para as contratações do Minha Casa já realizadas. O montante gira em torno de R$ 3,5 bilhões. A redução dos subsídios faz parte do pacote de medidas do ajuste fiscal anunciado pelo ministro na última terça-feira.

Diante das restrições no Orçamento da União, a terceira etapa do Minha Casa Minha Vida está sendo totalmente reformulada pelo Ministério das Cidades e deverá ser relançada com uma meta menos ousada, de até 1,5 milhão de unidades nos próximos três anos. A presidente afastada, Dilma Rousseff, prometeu 3 milhões de residências às vésperas da campanha presidencial em 2014. Em fevereiro deste ano, baixou a meta para 2 milhões.

Ainda, a nova faixa de renda intermediária (entre R$ 1.800 e R$ 2.300), que nem saiu do papel, será abandonada. Dilma, segundo interlocutores, insistiu na criação desta categoria, diante da escassez de recursos da União, para continuar doando casas na faixa 1, que encolheu — mesmo com pareceres contrários da Fazenda, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.(G1)


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28/05 - 11h00m
 

 

De acordo com levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo Pelo menos nove Estados e o Distrito Federal devem encerrar 2016 com deficit primário (despesas menos receitas). A Bahia prevê um deficit primário de R$ 2,4 bilhões para o ano que vem e depende de recursos vindo de empréstimos para fazer investimentos, além de cobrir gastos obrigatórios com Saúde e Educação.
 
De acordo com Cláudio Peixoto, chefe de gabinete da secretaria de Planejamento da Bahia, o governo tem tomado medidas para estancar o sangramento na economia. “Temos tomados algumas medidas para mitigar este deficit, como a redução de gastos e renegociação de contratos”, falou à Folha.

Em comparação com 2013, no ano passado a Bahia arrecadou menos 3,6% e é o 12º estado que mais sofreu com a queda nas receitas. Cláudio ainda acrescentou que não sabe até quando o governo baiano conseguirá pagar salários do funcionalismo público em dia. “Até o momento estamos conseguindo, só não sabemos até quando. O cenário é muito ruim”, afirmou.(VN)


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28/05 - 10h39m


O nome de Michel Temer, presidente interino da República, soou pela primeira vez numa das gravações feitas por Sérgio Machado, operador do PMDB e mais novo delator da Operação Lava Jato. Em conversa com o peemedebista José Sarney, Machado afirmou: “O Michel, presidente… lhe dizer… Eu contribuí pro Michel. Humm…”, reagiu Sarney.

“Eu contribuí pro Michel. Não quero nem que o senhor comente com o Renan. Eu contribuí pro Michel pra candidatura do menino… Falei com ele até num lugar inapropriado, que foi na Base Aérea”, disse Machado, segundo informou a Folha.

De acordo com a TV Globo, que divulgou os novos trechos do autogrampo de Machado, o “menino” a que se refere o delator é Gabriel Chalita, que disputou a prefeitura de São Paulo pelo PMDB em 2012, com o apoio de Temer. Machado não esclarece na gravação que tipo de ajuda forneceu.

Ficou entendido apenas que Machado atendeu ao suposto pedido de Temer sem comunicar ao seu padrinho político, o presidente do Senado, Renan Calheiros, a quem o delator deve uma permanência de 12 anos no comando Transpetro -nos governos de Lula e Dilma.

Sarney mostrou-se preocupado com a observação do interlocutor. Parecia inquieto não com a revelação que acabara de ouvir sobre Temer, mas com um segredo que divide com o interlocutor, a quem chamava de amigo.

“Mas alguém sabe que você me ajudou?”, indaga Sarney. “Não, sabe não. Ninguém sabe, presidente”, tranquilizou Machado. Também nesse trecho da conversa não fica claro como o ex-presidente de uma das principais subsidiárias da Petrobras socorreu Sarney. A primeira suspeita dos investigadores é óbvia: os dois falam na fita sobre dinheiro.

A conversa ocorreu entre fevereiro e março deste ano. Machado citou o nome de Temer em sua prosa no instante em que indagava a Sarney sobre a disposição do então vice-presidente da República de participar de uma articulação tóxica. 



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28/05 - 10h17m


Asfixiados pelo encolhimento da economia e da arrecadação de impostos, os Estados sofrem mais diretamente que o governo federal o impacto da crise orçamentária. A Bahia aparece entre os 13 estados mais endividados e sua dívida corresponde a 59,40% de sua receita anual de 2015.

Enquanto a União consegue se endividar no mercado financeiro e postergar as medidas mais amargas de ajuste, os governos estaduais dispõem de poucas opções para equilibrar suas contas - além de elevar tributos e atrasar pagamentos quando falta dinheiro no caixa.

Levantamento feito pela Folha aponta que praticamente todos os governadores enfrentam hoje algum tipo de fragilidade fiscal, seja queda de receita, contas no vermelho, endividamento ou gastos com pessoal em excesso. Mesmo quem aparece melhor nas estatísticas enfrenta problemas no cotidiano.

No Paraná, por exemplo, o Tribunal de Justiça chegou neste ano a impetrar mandado de segurança contra o governador Beto Richa (PSDB), devido à demora no repasse de recursos para pagar os salários dos servidores. Mais dramática é a situação do Rio de Janeiro, cuja dívida ultrapassou, em abril, o limite máximo fixado na legislação, de 200% da receita anual.

Quando esse teto é ultrapassado, o Estado fica proibido de contrair novas dívidas, o que dificulta a expansão dos investimentos em infraestrutura. Minas Gerais está muito perto do teto. Os outros Estados com dívidas elevadas, acima de 150% da receita anual, são São Paulo e Alagoas.

Mesmo os Estados menos endividados, entretanto, enfrentam dificuldades para obter crédito. Eles não podem vender títulos no mercado, como o governo federal, e em geral são vistos com desconfiança pelos bancos privados.

Os números seriam ainda piores se boa parte dos governos estaduais não tivesse recorrido a uma manobra heterodoxa: contabilizar como receita, a partir de mudanças na legislação, recursos dos depósitos judiciais. As informações são da Folha.



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28/05 - 09h55m
 

 
O vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente da Câmara Municipal, apresentou ao Governo o Projeto de Indicação nº 202/2016, prevendo multa para assinantes de telefonia fixa ou móvel que realizarem trotes telefônicos aos serviços estaduais de emergência, como o Samu, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil.  
 
“O acionamento indevido dos serviços de emergência, gerado por inconsequência ou má-fé, estará ocupando uma linha que pode ser essencial para salvar a vida de alguém ou garantir a segurança da população”, alerta Paulo Câmara no projeto. No Brasil, alguns estados já aplicam medidas que inibem a prática do trote, a exemplo do Paraná (Lei nº 17.107/2012), São Paulo (Lei nº 14.738/2012), Rio Grande do Sul (Lei nº 14.149/2012) e Santa Catarina (Lei nº 14.953/2009). 

A multa prevista na sugestão do projeto de Paulo Câmara é no valor de meio salário mínimo por reincidência de cada trote realizado. Além disso, é prevista a aplicação de pena de advertência com prestação de serviços durante 24 horas para a instituição prejudicada. Os valores arrecadados com as multas deverão ser destinados à melhoria dos serviços de emergência.(BN)


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28/05 - 09h40m
 

 
A quebra de sigilo da Credencial Construções traz o nome da Viabahia Concessões de Rodovias, que venceu durante o governo do ex-presidente Lula, um leilão para administrar dois trechos de BRs na Bahia. A Credencial teve os donos presos na Operação Vício, deflagrada na terça-feira (24) por fornecerem 'notas frias' no esquema de corrupção na Petrobras. 

A movimentação financeira da Credencial é o principal foco de investigações da 30ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Operação Vício. Uma das empresas que aparece na quebra de sigilo da Credencial é a ViaBahia Concessionária de Rodovias S.A.
 
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a ViaBahia repassou em 2013 um total de R$ 6,2 milhões para a empresa alvo da Operação Vício. De acordo com os investigadores, a firma aberta em 2004 com sede em Sumaré (SP) é “uma lavanderia de dinheiro”.
 
A empresa venceu, em 2009, um dos pacotes do leilão de concessão do governo Luiz Inácio Lula da Silva para administrar por 25 anos 680 quilômetros de rodovias, entre elas trecho da BR-116 (rodovia Santos Dumont) entre Feira de Santana até a divisa com o Minas Gerais, e a BR-324 (rodovia Engenheiro Vasco Filho) entre Salvador e Feira de Santana. A Isolux deixou a sociedade neste ano.(m1)


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28/05 - 09h19m
 

 
A partir deste domingo (29) cinco novas linhas de ônibus da Região Metropolitana serão integradas ao metrô no terminal do Retiro. São elas: Nova Dias D’ávila–Barroquinha (803A2), Mata de São João-Barroquinha (861), Madre de Deus-Barroquinha (805A), Camaçari-Barroquinha (800A) e Candeias-Barroquinha (809). Todas essas linhas tem como destino a Estação da Lapa, mas desde abril foram realocadas para a Barroquinha .
 
Em até três horas, o passageiro que fizer a integração entre os dois sistemas por meio dessas linhas pagará apenas uma passagem. Os cartões de metropasse também começam a funcionar nos dois modais - o metropasse dará acesso ao metrô e o cartão do metrô será aceito nos ônibus metropolitanos.

A assessoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) informou em nota que o tempo de integração foi estendido de duas para três horas. A integração com as linhas metropolitanas começou em janeiro deste ano, no Retiro. Sete linhas foram fundidas em quatro: Barra-Simões Filho (809I), Góes Calmon-Retiro (809A), Ilha de São João-Pituba (872) e Areia Branca-Terminal Retiro (875). 
 
O passageiro não pagará nada além do valor da passagem do ônibus metropolitana para fazer a integração com o sistema metroviário. No sentido ônibus-metrô, o valor total da passagem será debitado no primeiro uso, no acesso ao ônibus metropolitano. No sentido contrário, será descontado R$ 3,30 ao passar o cartão no sistema do metrô e o valor restante (variável de acordo com cada linha) será debitado ao passar o cartão no ônibus metropolitano.


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28/05 - 09h01m
 

 
Silvio Pinheiro (PSDB), Guilherme Bellintani (DEM), Fábio Mota (PMDB), Luiz Carreira (PV), Bruno Reis (PMDB)... Os cinco secretários do prefeito ACM Neto (DEM) mais cotados para assumir a posição de vice na chapa da reeleição do democrata têm até terça (31) para se afastar dos cargos e, assim, estar compatíveis com a candidatura.
 
Isso porque Neto avisou, semanas atrás, que não iria exonerar nenhum dos auxiliares que quisessem sair de vice com ele. Quem tiver confiança no próprio nome vai ter que se demitir pela própria conta e risco.(M1)
 


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28/05 - 08h39m
 

 
O bairro da Mata Escura continua sem ônibus e a previsão é que a situação normalize apenas na segunda-feira, 30. Desde a terça-feira, 24, quando houve um suposto toque de recolher no bairro que os rodoviários não vão até final de linha do bairro.
 
Os ônibus só vão até a entrada da Mata Escura na avenida Dom Avelar Brandão Vilela. De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Hélio Ferreira, a previsão é que os ônibus voltem a circular no fim de linha do bairro apenas na segunda-feira, 30. A PM informou que manterá o reforço na segurança no bairro.


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28/05 - 08h18m
 

 
A parceria público-privada (PPP) do governo da Bahia, por meio da Secretaria da Saúde (Sesab), com a Rede Brasileira de Diagnósticos (RBD), completa hoje um ano com a marca de 183 mil exames na rede pública estadual. Foram exames de raios-X, tomografia, mamografia e ressonância, realizados no Centro Estadual de Oncologia (Cican) e nos hospitais Ernesto Simões Filho, Octávio Mangabeira, Geral do Estado, Roberto Santos, Geral de Camaçari, Menandro de Faria (Lauro de Freitas), Regional de Guanambi, Geral de Vitória da Conquista, Luiz Viana Filho (Ilhéus) e Prado Valadares (Jequié).
 
A RDB atuará em 11 hospitais por 11,5 anos, com investimento de R$ 1 bilhão. "Ampliamos o atendimento, reduzimos custos para o estado e melhoramos o serviço, com mais precisão de diagnóstico e agilidade nos resultados", diz o presidente da RDB, Fernando Pereira. Para o titular da Sesab, Fábio Villas-Boas, os números devem melhorar com o investimento em equipamentos de ressonância, tomógrafo e para digitalização de imagens. "É um acerto. A experiência dá sinais de que irá ampliar a oferta", festeja.
 
Na tarde desta sexta-feira, 27, no Hospital Octávio Mangabeira (Pau Miúdo), Iolanda Batista, 57, levou o filho Renier Cardoso, 20, para fazer uma radiografia. "Fui bem atendida", disse. O filho contou que fez em janeiro o mesmo exame: "O resultado saiu na hora".


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28/05 - 08h05m
 
 
Uma carta assinada por 150 especialistas em saúde pública fez um apelo à Organização Mundial da Saúde (OMS) para que ela cogitasse adiar ou transferir os jogos por causa do surto de zika.
 
Os signatários - entre eles o ex-conselheiro da Casa Branca, Philip Rubin - redigiram uma carta aberta à entidade, pedindo que a reconsideração fosse feita "em nome da saúde pública".
 
O documento cita evidências recentes de que o zika vírus causa problemas severos em fetos, principalmente casos de microcefalia. Os autores também notaram que, apesar dos esforços para eliminar o mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, as notificações de contaminação subiram no Rio, ao invés de cair.
 
Vários cientistas vêm alertando que o enorme influxo de pessoas para assistir os Jogos Olímpicos de 2016 deve, inevitavelmente, ajudar na disseminação do vírus por todo o planeta. A maioria dos infectados sofre apenas de sintomas leves, como febre, erupções cutâneas e dores nas juntas.
 
A OMS declarou o surto de zika como uma emergência global em fevereiro este ano e, em sua última avaliação, esta semana, afirmou que "não vê um recuo da doença". "O fogo já queima, mas isso não deve nos impedir de fazer algo sobre a Olimpíada", disse Amir Attaran, professor da Universidade de Ottawa e um dos autores da carta. "Agora não é hora de jogar mais gasolina no fogo".
 
A OMS já alertou a mulheres grávidas que evitem o Rio. Regiões mais pobres ou superlotadas da cidade também devem ser evitadas. A agência também estimou que o risco de zika em agosto deve cair, por causa do inverno.(ESP/A Tarde)


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27/05 - 20h00m


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, repudiou as afirmações do ex-deputado Pedro Corrêa (PP) que, em reportagem da revista Veja, afirmou que o senador tucano teria sido representante do PSDB na partilha de propina em uma obra em Furnas.

"O PSDB e o seu presidente repudiam veementemente a repetição das mesmas antigas e falsas acusações que vêm sendo feitas há anos por seus adversários políticos sempre na base do ouvir dizer de terceiros", diz a nota do PSDB, segundo informou o Estadão.

O texto lembra ainda que procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em março do ano passado, pediu ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento das investigações envolvendo o senador na Operação Lava Jato, por considerar insuficientes as informações fornecidas pelo doleiro Alberto Youssef. "O assunto já foi, inclusive, arquivado pela PGR diante da inexistência de qualquer prova ou indício que possa minimamente comprová-lo".

A nota do PSDB, entretanto, não cita o inquérito existente para apurar suposta participação do tucano no esquema de corrupção de Furnas, que está na Procuradoria-Geral da República e tem como base a delação do ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT/MS).



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27/05 - 19h31m


A assessoria de imprensa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que os advogados do ex-presidente solicitarão acesso à delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa.

"Diante da evidência de mais um vazamento ilegal, os advogados do ex-presidente Lula vão requerer acesso ao suposto depoimento do réu Pedro Corrêa, para tomar as medidas cabíveis diante de mais uma arbitrariedade contra Lula", afirmou, o Instituto Lula, em nota.

De acordo com reportagem publicada pela revista Veja, em seus depoimentos Corrêa detalhou como era discutida a partilha de cargos no governo do ex-presidente, disse que Lula gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção na Petrobras e descreve um suposto diálogo entre Lula e o ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra sobre um impasse na nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria da estatal. "Não se pode tomar como verdade a palavra de réus confessos, que negociam acusações sem provas em troca de sair da cadeia", diz Lula.

A assessoria do ex-presidente lembra que o ex-deputado foi condenado a 20 anos por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e diz que para não cumprir a pena "aceitou negociar com o Ministério Público Federal uma narrativa falsa envolvendo o ex-presidente Lula, inventando até mesmo diálogos que teriam ocorrido há 12 anos".

"É repugnante que policiais e promotores transcrevam essa farsa em documento oficial, num formato claramente direcionado a enxovalhar a honra do ex-presidente Lula e de um dos mais respeitáveis políticos brasileiros, o falecido senador José Eduardo Dutra, que não pode se defender dessa calúnia", diz a nota. As informações são do Estadão.



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27/05 - 18h53m


Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) indica que a administração pública federal gasta R$ 3,471 bilhões por mês com funções de confiança e cargos comissionados.

Desse montante, R$ 2,816 bilhões vão para funções e R$ 655,9 mil para cargos comissionados. As funções de confiança só podem ser exercidas por servidores, enquanto os cargos comissionados são de livre provimento.

O levantamento foi feito pela Secretaria de Fiscalização de Pessoal do TCU e abrangeu 278 órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo estatais, autarquias e fundações.

O levantamento do TCU revelou que, da força de trabalho nos órgãos onde ocorreu o levantamento, 25,51% ocupam função de confiança. A proporção dos comissionados, ou seja, que não precisam ser servidores efetivos, é menor, de 5,42%. As informações são da Agência Brasil.



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27/05 - 18h49m

 
O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) César Asfor Rocha nega ter sido procurado para tratar de assuntos relativos à Operação Lava Jato, conforme indicado no áudio da conversa entre o ex-presidente José Sarney e Sérgio Machado, ex-presidente da estatal Transpetro e novo delator do caso.
 
No áudio divulgado na última quinta (26), os dois conversam sobre a possibilidade de influir o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, para evitar que o caso de Machado fosse remetido para a primeira instância em Curitiba. Na conversa, o nome de Rocha é citado como o de alguém que poderia intermediar contato com Zavascki, considerado personalidade muito fechada.
 
Em nota, Rocha diz que "nega, com igual veemência, que tenha conversado sobre o tema com qualquer ministro do Supremo Tribunal Federal ou com qualquer outro magistrado". "Repudia, por fim, as ilações injuriosas precipitadamente extraídas da simples menção a seu nome em conversas de terceiros", diz o texto. 

 


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27/05 - 18h22m


O ex-deputado Pedro Corrêa (PP/PE), condenado no Mensalão e na Lava Jato, afirmou em delação premiada na Procuradoria-Geral da República que o ex-presidente Lula articulou esquema de corrupção na Petrobrás.

Lula teria imposto rigorosamente a nomeação do engenheiro Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento da estatal petrolífera, em 2004. As informações foram divulgadas pela revista Veja em sua edição deste fim de semana. A delação de Pedro Corrêa ainda não foi homologada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

O relato do ex-deputado, preso em 2015 por ordem do juiz federal Sérgio Moro, preenche 72 anexos que somam 132 páginas e implicam ao menos 18 políticos, entre deputados, senadores, ministro do TCU, ex-ministros e ex-presidentes.

Corrêa admite que recebeu propina de quase vinte órgãos do governo ao longo de sua vida política, tendo começado a captar dinheiro ilícito ainda na década de 1970, em contratos do extinto Inamps. Ele relata casos envolvendo outros delatores, como o ex-senador Delcídio Amaral. As informações são do Estadão.



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27/05 - 17h58m


O juiz federal Sergio Moro, que conduz os processos da Operação Lava, criticou nesta quinta-feira, 27, dois projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, que impedem o fechamento de acordos de delação premiada com alvos presos e que alteram a nova regra jurídica que prevê a prisão de réus condenados em segundo grau, como um retrocesso no combate à corrupção e aos crimes do colarinho branco no País.

“Eu fico me indagando se não estamos vendo alguns sinais de uma tentativa de retorno ao status quo da impunidade dos poderosos”, afirmou Moro, em conferência no XII Simpósio Brasileiro de Direito Constitucional, evento da Academia Brasileira de Direito Constitucional, na noite de quinta, em Curitiba.

“Em determinado ponto, a Mãos Limpas (operação italiana similar à Lava Jato), perdeu o apoio da opinião pública. E a reação do poder político foi com leis, como as que proibiam certos tipos de prisão cautelar ou que reduziam penas. As informações são do Estadão.



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27/05 - 17h53m


 

Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) indica que a administração pública federal gasta R$ 3,471 bilhões por mês com funções de confiança e cargos comissionados. Desse montante, R$ 2,816 bilhões vão para funções e R$ 655,9 mil para cargos comissionados.
 
As funções de confiança só podem ser exercidas por servidores, enquanto os cargos comissionados são de livre provimento. O levantamento foi feito pela Secretaria de Fiscalização de Pessoal do TCU e abrangeu 278 órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo estatais, autarquias e fundações.O levantamento do TCU revelou que, da força de trabalho nos órgãos onde ocorreu o levantamento, 25,51% ocupam função de confiança. A proporção dos comissionados, ou seja, que não precisam ser servidores efetivos, é menor, de 5,42%.
 
Segundo o relatório, o Legislativo tem a maior proporção de servidores investidos em cargos comissionados sem vínculo com a administração pública: 97,3%. O poder que mais usa o próprio quadro para ocupar os cargos comissionados é o Judiciário, com proporção de 82,99%. Em seguida vêm o Ministério Público da União, com 65,82%, e o Executivo, com 64,45%.Com relação às funções, o Legislativo tem a totalidade exercida por pessoal do próprio quadro. O Judiciário é o poder que mais tem servidores de outros órgãos em funções de confiança: 10,44%.
 
O relatório do TCU destacou que “ o percentual de cedidos titulares de funções comissionadas é baixo, apontando a valorização dos servidores do quadro próprio das organizações”. De acordo com o TCU, as informações do levantamento serão usadas no planejamento de futuros trabalhos na área.

 


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27/05 - 17h21m

 
A Lei 13.921, publicada hoje (27) no Diário Oficial da União, permitirá o reajuste salarial ainda este ano para quatro categorias de servidores que não haviam fechado acordo com o governo federal em 2015. São elas: perito médico do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), auditor e analista tributário da Receita Federal e auditor fiscal do Trabalho.
 
Além de permitir um déficit de R$ 170,5 bilhões do governo federal, a norma altera artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que vedava o envio de propostas com aumento de despesas após a data de sua publicação, ou seja, 30 de dezembro do ano passado.Com a mudança, o governo incluiu no Projeto de Lei 01/2016, que trata dos reajustes, categorias com as quais houve acordo em fevereiro e março deste ano. O projeto de lei foi incorporado à Lei 13.921. Os servidores contemplados receberão a primeira parcela do reajuste em agosto, mesma data das categorias que fecharam acordo em 2015.
 
No entanto, para oito categorias que só aceitaram a oferta do governo em 11 de maio, as cláusulas financeiras da negociação só entrarão em vigor em 2017.Esse grupo inclui servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), da Polícia Rodoviária Federal, os peritos agrários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), delegados, peritos, escrivães, papiloscopistas e agentes da Polícia Federal e as carreiras analista técnico de políticas sociais e analista de infraestrutura. Há ainda os servidores do Ministério das Relações Exteriores, que até o momento não assinaram acordo.
 
Em 2015, o governo ofereceu aos servidores do Executivo federal reajustes aquém da inflação em 12 meses. Parte dos servidores aceitou a proposta de 10,8% de reajuste escalonado em dois anos, enquanto outros preferiram 21,3% em quatro anos.Benefícios como os auxílios-saúde e alimentação também aumentaram. No caso dos analistas tributários da Receita Federal e dos auditores fiscais da Receita e do Trabalho, o acordo incluiu um bônus de eficiência.

 


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27/05 - 16h36m


 

Cerca de  250 municípios baianos irão receber um incremento financeiro neste ano para realizar suas festas juninas. Isso porque o governo do Estado, através da Bahiatursa, irá disponibilizar um total de R$ 8 milhões para a realização dos eventos, entre os dias 6 de junho e 1 de julho. 
 
Os municípios deverão inscrever projetos no edital até o dia 3 de junho, para receber os recursos. A documentação necessária para solicitar a verba pública deve ser entregue na Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia, localizada no Palácio Rio Branco. 
 
A avaliação dos projetos irá priorizar municípios com maior população, que possua presença de manifestações culturais tradicionais de São João, justificativa turística, tradição na produção de festas juninas, e a dimensão do evento. 
 
Segundo informações da Bahiatursa, o objetivo do edital, além de disponibilizar recursos, é de fortalecer a tradição dos eventos juninos e o turismo no estado. Além da contratação de artistas locais, a verba pública também deve ser utilizada para na estrutura, decoração, palco e iluminação das festas. 


 


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27/05 - 16h15m


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi alvo de mais uma citação de um provável delator no âmbito das investigações da operação Lava Jato.

Após ser citado pelo ex-deputado Pedro Corrêa, que, segundo a revista Veja, prestou depoimento com o objetivo de negociar uma delação premiada, Renan nega que já tenha se encontrado com Corrêa. O presidente do Senado divulgou mais uma nota prestando esclarecimentos, conforme informou o Estadão.

“O Senador Renan Calheiros assegura que não se reuniu com Pedro Correa e nunca o faria por se tratar de pessoa que não é de suas relações, nem políticas ou pessoais”, disse Renan em resposta ao depoimento de Corrêa. Segundo o ex-deputado ele teria se reunido com peemedebistas para tratar de partilha de propina no esquema de corrupção da Petrobras.

A revista Veja cita uma reunião, no período de campanha eleitoral de 2006, que teria contado com a participação de Paulo Roberto Costa e do diretor da área de Internacional, Nestor Cerveró, além dos senadores Renan Calheiros, Romero Jucá, Jader Barbalho, do então deputado Henrique Eduardo Alves, hoje ministro do Turismo. Em nota, Renan esclarece que todas as doações às suas campanhas foram legais e aprovadas pela Justiça.



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27/05 - 15h58m

Secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas


A reunião ocorrida esta semana entre o secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas Boas, e o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado da Bahia (Sindsaúde) não terminou em entendimento entre as partes e ainda elevou o sentimento de indignação dos representantes da entidade sindical.

Após o encontro, o presidente do sindicato, Silvio Roberto dos Anjos e Silva, revelou que o secretário de saúde disse que os servidores são "um peso" para o governo e não apresentou nenhuma solução para a pauta apresentada.

Silva destacou que Vilas Boas demonstrou desprezo em relação a alguns hospitais e seus servidores. “Fábio Vilas-Boas discorda que existe déficit de pessoal, citando como exemplo o Hospital Ernesto Simões, onde, segundo ele, '30% dos servidores dessa unidade são encostados', colocando em dúvida as licenças médicas numa clara alusão de que os servidores são preguiçosos", disse o presidente do sindicato.

Diante disso, o Sindsaúde informou que a gestão da Sesab não é o lugar de Vilas Boas, “pois ele não entende a lógica do Sistema Única de Saúde (SUS) e não enxerga o serviço público como um serviço que promove a garantia do direito à saúde do cidadão”. 



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27/05 - 15h32m


Circula nas redes sociais um vídeo em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) é hostilizado e chamado de golpista por uma mulher na praia do Leblon, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

Pelo celular, ela filmou Aécio e a família na praia, no feriado de quinta-feira, 26, ao mesmo tempo em que hostilizava o senador. “Aqui a gente está vendo um golpista na praia, com os filhos. Pouco se lixando com o Brasil, que está pegando fogo. O golpista está aqui na praia, gente, olha. Parabéns pelo que você está fazendo pelo Brasil”, diz a mulher que gravou o vídeo e não teve o nome identificado.

Aécio ignora as provocações e caminha para deixar a praia, enquanto sua mulher, Letícia Weber, responde: “Você não sabe do que está falando”. Ao que a mulher replica: “Eu falo o que eu sei. Eu tenho certeza”, conforme informou o Estadão.

O nome de Aécio apareceu, na última semana, nas gravações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado (PMDB-CE), que, em conversas com outros políticos do PMDB, sugere o envolvimento do senador mineiro nos esquemas de corrupção investigados pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato.



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27/05 - 15h11m

 
Em conversas gravadas entre fevereiro e março, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado fala com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e com o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). As conversas, gravadas por Machado, que teve acordo de delação homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), são sobre a presidente afastada Dilma Rousseff e sobre a permanência no cargo do procurador-geral Rodrigo Janot,.
 
Em relação a Dilma, eles falaram sobre a prisão, na Operação Lava Jato, do marqueteiro João Santana, marqueteiro da campanha eleitoral da presidente afastada. Mencionaram o então ministro da Justiça, sem dar o nome - no período, das conversas, ocuparam o cargo José Eduardo Cardozo, Wellington Silva e Eugênio Aragão.A assessoria de imprensa da presidente afastada Dilma Rousseff informou, por nota, que  todos os pagamentos feitos ao publicitário João Santana na campanha da reeleição – totalizando R$ 70 milhões – foram contabilizados na prestação de contas, aprovadas  pelo Tribunal Superior Eleitoral.
 
"As tentativas de envolver o nome da presidenta dilma rousseff em situações das quais ela nunca participou ou teve qualquer responsabilidade são escusas e direcionadas. E só se explicam em razão de interessem inconfessáveis", afirmou a assessoria.Ainda segundo a nota,"comentários feitos em conversas entre terceiros e que não apontam a origem das informações não têm nenhuma credibilidade". A assessoria do ex-presidente José Sarneydisse que, no momento, ele não deseja comentar os trechos da gravação.

Em outra conversa, Sérgio Machado e o presidente do Senado, Renan Calheiros, falam sobre as investigações da Operação Lava Jato e sobre a recondução ao cargo do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Janot foi reconduzido em setembro de 2015 por mais dois anos. Na gravação, Renan afirma que tentou evitar a permanência dele no cargo, mas disse que "estava só".


 


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27/05 - 14h56m


O economista Ilan Goldfajn será sabatinado na próxima quarta-feira (1°) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para o cargo de presidente do Banco Central (BC).

Ainda hoje (27) o relator da matéria e vice-presidente da CAE, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), vai protocolar na comissão o relatório sobre a indicação.

O conteúdo será discutido na terça-feira (31), um dia antes da sabatina, negociada com a presidente do colegiado, senadora Gleisi Hoffmann (PT-SC). A petista concordou em abrir mão do prazo regimental de cinco dias entre a discussão e a votação da indicação, para acelerar o processo. Segunda ela, o próprio atual presidente do BC, Alexandre Tombini, tem pressa para que Goldfjan possa participar das próximas decisões do Banco Central.

Como nesse tipo de escolha o voto é secreto, caberá a Lira dizer no relatório apenas se Goldfajn está apto a exercer o cargo. As informações são da Agência Brasil.



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