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O QUE VOCÊ ACHA DA CHAPA QUE A OPOSIÇÃO APRESENTOU PARA O GOVERNO DO ESTADO?

“Não é momento de criarmos pânico. A sensação de insegurança só prejudica o processo. Estamos lutando para reestabelecer o trabalho das forças de segurança”.
 
Maurício Barbosa
Secretário de Segurança Pública da Bahia

ARTIGOS

AS ELEIÇÕES E A NOVA BAHIA



Outro dia um amigo comentava que as eleições na Bahia estavam muita mornas e sem empolgação. A culpa é da democracia, respondi de imediato, e é bom que seja assim. Na verdade, a emoção vai aumentar, especialmente quando começar o horário eleitoral, mas, apesar disso, é bom saber que o exercício da democracia está fazendo do processo eleitoral apenas mais um evento na vida de um país.

Nos países desenvolvidos, acostumados com a democracia, as eleições despertam pouca atenção, e muitas vezes o eleitor sequer vai votar, quando não é obrigado por lei, como no Brasil. Isso acontece porque a estabilidade democrática e econômica induz a que os candidatos apresentem propostas mais ou menos semelhantes e reduz os “aventureirismos” e os ‘ “radicalismos”. 

Houve um tempo em que as eleições na Bahia eram mais emocionantes do que uma luta entre Cassius Clay e Joe Frazie, mais divertidas do que um programa do CQC e mais emocionais do que as novelas da Globo e isso era o espelho de uma estrutura política ainda marcada pelo autoritarismo  e por doses cavalares de personalismo. As eleições de então eram dadas a choro e ranger de dentes e as facções se engalfinhavam como numa guerra, comportamento típico de países infantes no exercício democrático.

Hoje esse tipo de comportamento perdeu o sentido, pois o autoritarismo das denúncias pessoais ou o “alopradismo” da confecção de dossiês não interessam ao grande público. A Bahia já não aceita comportamentos caudilhescos ou  ataques pessoais como forma de angariar votos. Aliás, é preciso reconhecer  que a postura do governador Jaques Wagner contribuiu para estabelecer esse clima ameno no processo eleitoral. Wagner é um “homem cordial”, um democrata que admite o contraditório e que não se vinga de quem se posiciona de forma contrária à seus métodos e suas idéias.

E os demais candidatos também  parecem dispostos a levar a campanha nesse tom. Que seja assim, afinal, em se tratando de eleições, a Bahia não quer emoções fortes, nem fofocas intermináveis, quer propostas que possam resolver seus problemas.   

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