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O QUE VOCÊ ACHA DA CHAPA QUE A OPOSIÇÃO APRESENTOU PARA O GOVERNO DO ESTADO?

“É imperioso recuperar a confiança dos investidores”
 
Eduardo Campos
Ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República

ARTIGOS

AS QUERELAS DA BAHIA


A intransigência e os interesses políticos, econômicos  e ideológicos  parecem mover os destinos da Bahia. Aqui  o espírito público foi banido, dando lugar ao espírito corporativo e  corporativista  que parece reger todas as relações de poder. Ao largo da Bahia de Todos os Santos, o pequenino metrô não anda porque existe divergências entre a prefeitura e o governo, o porto não é construído porque existem dissensões entre ambientalistas e o poder público,  a greve leva noventa dias porque a intransigência das partes predomina, o parque do Aeroclube se transforma num lixão, ou quase, porque é impossível o acordo entre as partes,  a cidade não tem uma  lei do uso do solo moderna  porque os interesses  econômicos, políticos e ideológicos são irreconciliáveis. E com isso  a Bahia e sua bela capital vão ficando para trás, a mercê de interesses que nunca se destravam.   Em outras plagas as coisas funcionam de modo diverso. No Rio de Janeiro, uma ação coordenada entre o governo do Estado, o governo federal e a prefeitura, com apoio da sociedade –  que avalizou uma ação contra a bandidagem que por aqui seria considerada contrária aos direitos humanos –  fez refluir a violência urbana, fazendo da cidade uma das menos violentas do país, baixando a taxa de homicídios para  23,4 por  1000 habitantes, quando a de Salvador é mais que o dobro. Em Pernambuco, uma ação ordenada dos poderes públicos, com integral apoio da sociedade, transformou o estado num dos principais pólos de investimentos do país, com a construção de grandes obras – refinaria, fábrica da Fiat, ferrovia Transnordestina, Transposição do São Francisco – que aqui fariam corar os pseudos ambientalistas e atiçar todo tipo de interesses corporativo.   A verdade é que o  povo da Bahia, e de Salvador, está cansado das querelas políticas, econômicas e ideológicas que impedem seu desenvolvimento.  A população também já não agüenta mais declarações, anúncios, propostas, powerpoints, maquetes ou perspectivas para o futuro.  O povo da Bahia e de Salvador quer uma ação imediata em prol do seu desenvolvimento  e que o espírito público prevaleça sobre os interesses corporativos.   

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