CRISE
Em relação ao último trimestre de 2014, a queda do PIB baiano foi maior que a do PIB nacional
BLATTER É REELEITO PRESIDENTE DA FIFA APÓS DESISTÊNCIA DE CONCORRENTE
QUINTO MANDATO

BLATTER É REELEITO PRESIDENTE DA FIFA APÓS DESISTÊNCIA DE CONCORRENTE
TRIMESTRE ATUAL É DE TRANSIÇÃO E ECONOMIA MELHORA NO 2º SEMESTRE, DIZ LEVY
OTIMISMO

TRIMESTRE ATUAL É DE TRANSIÇÃO E ECONOMIA MELHORA NO 2º SEMESTRE, DIZ LEVY
COLUNISTAS

ENTEVISTAS
JIM O’NEILL – ECONOMISTA
Economista que criou o termo BRIC diz que virou moda odiar o Brasil e que a percepção sobre a China está errada
ENQUETE

NA SUA OPINIÃO O QUE VAI ACONTECER COM A FIOL E O PORTO SUL?

MULTIMÍDIA


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O governador tem de pressionar o governo federal, mesmo sendo do mesmo partido. Ora, ser do mesmo partido devia ser melhor para Bahia
Mario de Castro Almeida e Silva
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Com a palavra o ex-governador...Wagner...A Bahia elegeu Dilma e o Rio leva a ferrovia...com um traçado absurdo...só pra beneficiar os chupa-sangue do Brasil...
baiano
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É necessário que os parlamentares, o governo do estado e o único ministro da Bahia se manifestem sobre o assunto; Unam-se para não perderem essa oportunidade de tirar o estado da Bahia do atraso, tornando-se protagonista no desenvolvimento do país.
baiano
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FRASE DO DIA

“Mesmo com a alteração do cálculo, ainda pagaremos duas vezes mais o que pagávamos há dois anos”.

Luciano Muricy
Presidente da Ademi-BA ao comentar projeto sobre outorga onerosa de Salvador.


OUTRAS NOTÍCIAS
29/05 - 20h00m


A presidenta Dilma Rousseff submeteu ao Senado Federal o nome do diplomata José Luiz Machado e Costa para a vaga de representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA). A indicação foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Na semana passada, o plenário do Senado rejeitou a indicação do embaixador Guilherme Patriota para a vaga. Irmão do ex-ministro de Relações Exteriores Antonio Patriota, o diplomata teve 38 votos contra e 37 a favor de sua indicação. Para ser aprovado pelo Senado são necessários 41 votos a favor.

Na mesma edição do Diário Oficial da União, a presidenta indicou os nomes para os cargos de embaixadores do Brasil em Moçambique (cumulativamente com Suazilândia e Madagascar), no Iraque, na Dinamarca, Lituânia, Espanha e no Principado de Andorra, na China, Mongólia, em Honduras e Botsuana. As informações são da Agência Brasil.
 

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29/05 - 19h10m


A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) informou, por meio de nota, não ter sido surpreendida com o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, divulgado hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A entidade estimou que a economia do país deverá recuar ainda mais no segundo trimestre, com o PIB devendo fechar o ano com uma redução de  2% e a indústria 5%.

“Os dados do IBGE confirmam o que nós já sabíamos. O primeiro trimestre foi ruim, mas o mais grave é que a situação não para de piorar. Os indicadores do segundo trimestre, tanto do IBGE quanto da Fiesp, mostram um agravamento da retração”, disse, em nota, o presidente da Fiesp e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Paulo Skaf.

Os dados das Contas Nacionais Trimestrais, divulgados esta manhã pelo IBGE, mostram que no primeiro trimestre deste ano o PIB registrou uma redução de 0,2% na comparação com o trimestre anterior, quando a economia cresceu 0,3%. Nos três primeiros meses deste ano, o PIB ficou em R$ 1,4 trilhão. Os dados mostram ainda que, quando comparado com o primeiro trimestre de 2014, o PIB do primeiro trimestre deste ano caiu 1,6%, a maior redução desde o segundo trimestre de 2009 (-2,3%).

“Nesse cenário de forte retração, o governo ainda defende o aumento da arrecadação sobre a indústria, ampliando em 150% a alíquota de contribuição previdenciária sobre o faturamento. A necessidade do ajuste fiscal é inquestionável, mas o governo tem que fazê-lo a partir do corte dos seus gastos, e não do aumento dos impostos para a sociedade”, destaca a nota. As informações são da Agência Brasil.
 

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29/05 - 18h58m
 

 
O governo federal autorizou o limite, para empenho, de R$ 105,86 bilhões no orçamento federal para investimento das empresas estatais neste ano. Apesar de estes valores de investimentos estarem autorizados, isso não quer dizer que eles serão necessariamente gastos em 2015. Em 2014, por exemplo, a lei orçamentária autorizou investimentos de R$ 105,6 bilhões. Entretanto, o valor gasto pelas estatais com investimentos ficou em R$ 95,5 bilhões - o menor nível em três anos.
 
De acordo com portaria do Ministério do Planejamento, publiada no "Diário Oficial da União" desta sexta-feira (29), o orçamento de investimento das empresas estatais contempla a
execução de obras e serviços em 320 projetos e 263 atividades. Do valor autorizado, R$ 24,56 bilhões foram gastos até abril, informou o governo.
 
"Este  total engloba  as programações  de 68 empresas estatais federais, sendo 62 do setor produtivo e 6 do setor financeiro. Não foram computadas as entidades cujas programações constam integralmente dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, nem aquelas que não programaram investimentos", acrescentou o Ministério do Planejamento.
 
No ano passado, os investimentos das empresas estatais somaram R$ 95,5 bilhões, o que representa uma queda de 15,8% em relação ao valor gasto em 2014 (R$ 113,54 bilhões), de acordo com dados do Ministério do Planejamento. O valor do ano passado ficou abaixo, até mesmo, do valor das despesas com investimentos realizadas pelas empresas estatais em 2012 (R$ 97,96 bilhões). Foi, portanto, o menor valor desde 2008 (R$ 82,46 bilhões).



 
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29/05 - 18h38m
 
 
A Bovespa fechou em forte queda nesta sexta-feira (29), pressionada por ações de peso como as do setor bancário, após medidas de estímulo à concessão de financiamento habitacional. Os negócios também foram impactados por baixa dos mercados externos, sem que o resultado melhor que o esperado do PIB brasileiro no primeiro trimestre animasse investidores.
 
O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, fechou em queda de 2,25%, aos 52.760 pontos.Veja a cotação. Foi a maior queda desde 1º de abril, quando o pregão fechou em 52.321 pontos, queda de 2,29%. Na semana, a Bolsa acumulou queda de 2,97%, e no mês, de 6,17%. Já no ano, há valorização acumulada de 5,51%.
 
As bolsas norte-americanas recuavam, após a economia dos Estados Unidos contrair no primeiro trimestre, e as europeias fecharam no vermelho, com sinais conflitantes das negociações sobre a dívida da Grécia.
 
Por aqui, apesar de a economia brasileira ter contraído 0,2% no primeiro trimestre ante os últimos três meses do ano passado, menos que os 0,5% esperados, o mercado não se animou, já que o resultado ainda indicou atividade econômica fraca.


 
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29/05 - 18h35m


O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Polo Del Nero, negou hoje (29), em entrevista coletiva na sede da entidade, no Rio, que tivesse conhecimento de propinas nos contratos da CBF e negou ter assinado algum deles durante a administração do ex-presidente da entidade, José Maria Marin.

“Nenhuma participação, nenhum contrato eu assinei na administração do presidente José Maria Marin”, garantiu Del Nero, completando que a função dele, como vice-presidente da CBF, enquanto Marin estava no comando da entidade, era seguir as orientações da presidência.

O dirigente informou que os contratos vão ser analisados, mas de antemão não se pode afirmar que eles não estão corretos e, por isso, precisam ser revistos: “A conclusão a que a diretoria chegou é a seguinte e eu apoio: nós temos que analisar todos os contratos”.

O presidente disse que a entidade atravessa um momento difícil por causa do envolvimento do ex-presidente e atual vice-presidente José Maria Marin nas acusações do governo norte-americano de recebimento de propinas em contratos da CBF, a pedido do qual ele foi preso na Suíça antes do Congresso da Federação Internacional de Futebol (Fifa) que reelegeu o presidente Joseph Blatter para o quinto mandato seguido de quatro anos. As informações são da Agência Brasil.
 

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29/05 - 18h26m
 
 
O dólar iniciou o dia instável, mas passou a subir e terminou o dia em alta em relação ao real após a divulgação do PIB do Brasil e dos Estados Unidos nesta sexta-feira (29). O mercado foi pressionado pela briga pela formação da Ptax de maio, diante de expectativas de que o Banco Central continue com sua política de reduzir a intervenção no mercado de câmbio no mês que vem, e após o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil contrair 0,2% no primeiro trimestre de 2015na comparação com o período imediatamente anterior.
 
A moeda norte-americana terminou o dia vendida a R$ 3,1873, em alta de 0,74%, após chegar a cair a R$ 3,1376 na mínima do dia. O valor de fechamento desta sexta é o maior desde março. O dólar subiu 5,78% em maio. Nesta semana, a alta foi de 2,98%. No ano, há valorização acumulada de 19,88%. "Último dia do mês é sempre assim: Ptax pressiona e o mercado especula sobre a rolagem dos swaps do BC. O fundamento fica de lado", disse o superintendente de câmbio da corretora TOV, Reginaldo Siaca, mencionando o programa de interferência no câmbio do Banco Central.
 
Somavam-se à volatilidade expectativas de que o BC reduza ainda mais sua  nterferência  diminuindo a fatia de swaps cambiais rolados no mês que vem, após rolar cerca de 70% dos contratos que vencem em junho. O próximo lote de swaps equivale a US$ 8,742 bilhões e vence em 1º de julho, segundo a Reuters.
 
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29/05 - 18h23m


Três bairros de Salvador recebem a partir de segunda-feira, dia 1º, as Agências Móveis da Coelba, veículos especialmente montados para levar até os consumidores os serviços da concessionária.

Os beneficiados serão os moradores de Pirajá, Itapuã e Brotas. Nos três bairros, o atendimento será feito até quarta-feira, dia 03, das 8h30 às 16h30. Nos bairros de Pirajá e Itapuã, as unidades móveis ficarão instaladas em frente às Agências Coelba dos bairros, localizadas na Granjas Rurais Presidente Vargas e na Rua do Tamarindo, respectivamente. Em Brotas, o atendimento acontece na Rua Campinas de Brotas, próximo ao final de linha.

Nos locais, os clientes poderão realizar o cadastramento na Tarifa Social de Energia, benefício do Governo Federal que concede descontos de até 65% na conta de luz. Para isso, os interessados devem se apresentar munidos de CPF, identidade, última fatura de energia e Número de Identificação Social (NIS) ou cartão do Bolsa Família ou número do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Além do cadastramento na Tarifa Social, estarão disponíveis nas unidades móveis serviços como pedidos de novas ligações, parcelamento de débitos, segunda via de conta de energia, religações, entre outros.
 

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29/05 - 17h33m


Em almoço hoje na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta sexta-feira que a contração de 0,2 % do Produto Interno Bruto (PIB) durante o primeiro trimestre do ano foi resultado da "incerteza" em torno da situação econômica do país.

No entanto, Levy ressaltou que "muita coisa mudou desde o começo do ano", quando, segundo explicou, havia um pessimismo generalizado em relação a diversas questões. Entre elas, Levy citou a preocupação em torno da crise hídrica que afeta o sudeste do país, assim como o temor suscitado pelo atraso da publicação dos resultados auditados da Petrobras, envolvida em um gigantesco escândalo de corrupção.

"Muita gente tinha dúvida sobre a economia brasileira, o rumo que ia tomar. Muita coisa mudou desde o começo do ano. Vencemos estes desafios imediatos. O primeiro trimestre é reflexo de uma dinâmica que a gente está trabalhando para mudar", ressaltou.

O ministro voltou a defender o plano de ajuste fiscal lançado para equilibrar as maltratadas contas públicas e com o qual o governo pretende retomar o crescimento. No entanto, admitiu que também é necessário controlar o aumento do desemprego, que em abril subiu a seu máximo nível nos últimos quatro anos.

"Nós temos visto o desemprego aumentar um pouco e nós temos que, portanto, tomar ações enérgicas para evitar que a economia possa entrar em algum processo mais extenso de recessão, nós não queremos isso, muito pelo contrário", comentou Levy. As informações são da Efe.
 

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29/05 - 17h24m
 
 
Os preços do petróleo saltaram quase 5% nesta sexta-feira (29), sua maior alta em um mês e meio, com um dólar estável e uma queda maior do que a esperada no número de plataformas de petróleo em operação nos Estados Unidos, o que desencadeou uma corrida renovada de apostas altistas.
 
Operadores altistas de petróleo notaram que a contagem semanal de sondas em operação nos EUA apontou nova queda, apesar de especulações que o número poderia aumentar. Uma contagem menor sinaliza produção potencialmente mais fraca no futuro.
 
A queda na contagem acelerou para 13 unidades, maior baixa semanal em quatro semanas, segundo a empresa do setor Baker Hughes. O julho do Brent fechou com alta de US$ 2,98, ou 4,76%, a US$ 65,56 por barril, enquanto o petróleo norte-americano subiu US$ 2,62, ou 4,54%, a US$ 60,30. 

 
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29/05 - 16h58m
 

 
O abastecimento de água será suspenso temporariamente em alguns bairros de Salvador e municípios atendidos pelo sistema nesta segunda-feira, 1º. De acordo com a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), a suspensão será das 5h às 20h e ocorre para possibilitar a realização de serviços de manutenção preventiva no sistema integrado de abastecimento de água de Salvador.
 
A Embasa recomenda a utilização racional da água armazenada nos reservatórios domiciliares. Casos de emergência podem ser informados pelo telefone 0800 0555 195, com prioridade de abastecimento alternativo para hospitais, postos de saúde e demais entidades dessa natureza, informou a empresa.

Ainda de acordo com a Embasa o abastecimento será regularizado gradativamente após a conclusão do serviço e só ficará completamente finalizado em até 48 horas. 


 
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29/05 - 16h35m


Após participar de evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), ao repercutir o fraco desempenho da atividade entre janeiro e março, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje que o governo federal tomou as medidas para evitar uma recessão.

Ele classificou o trimestre atual como de transição e indicando que a economia brasileira irá melhorar na segunda metade do ano. "O segundo trimestre é de transição", disse. O Produto Interno Bruto (PIB) do país encolheu 0,2 por cento no primeiro trimestre em relação ao último trimestre de 2014, com o investimento recuando novamente e registrando a maior sequência negativa da série histórica, conforme dados apresentados pelo IBGE nesta manhã.

Em esforço para melhorar as expectativas sobre o fraco nível de atividade, Levy disse que o governo tomou medidas para conter a retração econômica e que outras ações serão adotadas para reanimar a atividade.

Ele citou que o Plano Safra 2015/2016 será lançado na próxima semana em valor expressivo, mencionou a alteração no compulsório de poupança como estímulo ao financiamento habitacional e fez referência ao novo nível de cotação do real frente ao dólar. As informações são da Reuters.
 

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29/05 - 16h24m
 
 
A Prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), vai disponibilizar linhas de ônibus para atender aos moradores do Loteamento Marisol, em Ipitanga. A partir dessa segunda-feira (1º), os coletivos que atendem aos roteiros Estação Mussurunga/Praia do Flamengo R1 (1031) e R2 (1032) passarão a ter no itinerário o trecho da praia de Ipitanga que contempla o loteamento até o retorno do antigo Kartódromo. As duas linhas serão operadas pelo consórcio Salvador Norte e o atendimento será das 5 às 21h, nos dias úteis, e de 5 às 20h, aos sábados e domingos.
 
“Esse era um pleito dos moradores do Loteamento Marisol desde que o território passou a fazer parte do município de Salvador, no início deste ano. Fizemos uma avaliação, consideramos a solicitação coerente e identificamos a necessidade de inserir no local essas linhas de ônibus. Isso vai garantir mais segurança e comodidade aos usuários de transporte público da região”, esclarece o secretário da Semob, Fábio Mota.
 
O prolongamento destas linhas vai proporcionar atendimento de transporte público para os moradores do Loteamento Marisol até a Estação Mussurunga, onde poderão prosseguir em outras linhas em direção a diversos pontos da cidade, sem o pagamento de tarifa no segundo ônibus. Em um segundo momento a esta mudança, a Semob vai instalar novos abrigos de ônibus no bairro.


 
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29/05 - 16h04m



O PIB baiano caiu 1,0% no primeiro trimestre de 2015 em comparação com mesmo período de 2014. A queda foi menor que a verificada à nível nacional, de -1,6%. Pela primeira vez nosúltimos anos, o setor serviços, que representa cerca de 65% do PIB da Bahia, apresentou desenpenho negativo. 
 
Mas em relação ao quarto trimestre de 2014, a queda foi de 0,6%, maior que a verificada à nível nacional de 0,2%, mostrando que a economia baiana sentiu mais os efeitos do ajuste fiscal nesse primeiro trimestre.
 
O baixo desempenho do PIB foi determinada pelo baixo desempenho dos setores da indústria e serviços, mas a agropecuária apresentou resultado positivo, embora responda por menos de 10% na formação do PIB. 
 
O setor industrial sofreu uma retração de 3,0%.  Desagregando-se é possível verificar que a queda foi mais forte na indústria de transformação, que caiu -3,5%, e na construção civil com queda -6,0%, além da e extração mineral, que caiu -4,0%.
 
A queda de 40,1% no refino de petróleo – devido a quase dois meses de paralização na produção, decorrente de problemas técnicos na unidade de Landulfo Alves, derrubou a produção na indústria de transformação.
 
O PIB da Agropecuária  registrou expansão de 6,9%, em relação ao primeiro trimestre de 2014. A produção física de soja cresceu 40,9%  e a de feijão 33,4%. Por outro lado, a produção de algodão e cacau registraram retração de -3,7% e -21,2% respectivamente
 
A surpresa foi o setor de serviços baiano, que registrou retração de 1,1%, com forte queda de -5,8% no segmento de comércio (-5,8%) e  ligeira queda da Administração Pública (-0,1%).
 
As informações foram apuradas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

 

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29/05 - 16h01m


O líder da oposição na Câmara de Vereadores de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT) rebateu o líder do governo, Joceval Rodrigues (PPS), e disse que os edis oposicionistas não estão contra a cidade, pelo contrário, sempre estiveram abertos ao diálogo.

Nesta sexta-feira (29), Suíca declarou que Salvador conta com o auxílio do governo estadual para destravar ações e transformar a capital em um canteiro de obras. “Não somos contra a cidade, somos a favor, é só reparar em torno dela o que tem de obra, de infraestrutura, que é do governo do estado, do qual a oposição faz parte. Nós somos a favor do debate público, aberto, da participação popular e dos movimentos sociais, mas somos contrata ao golpe rasteiro que costuma acontecer na Casa”, disse o vereador petista se referindo à aprovação da outorga onerosa esta semana.

“Os vereadores precisam se despir das suas vaidades pessoais e avançar por uma cidade mais justa e mais igualitária. A política precisa que as pessoas sejam mais transparentes. E quando o prefeito vai a Brasília para pedir ajuda, essa é uma das responsabilidades de um gestor, até porque a cidade precisa da força do governo federal para poder andar, funciona como uma troca”, explicou Suíca.

Para o edil, “cada vereador tem a sua responsabilidade, e deve botar a mão na consciência e saber quem representa mais determinados setores da sociedade. A gente que sabe quem representa o povo e quem representa os interesses da burguesia”. O petista ainda disse que a emenda do vereador Edvaldo Brito foi fundamentada no parecer dado por ele.
 

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29/05 - 15h43m
 

 
No dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou a piora do PIB no primeiro trimestre, em relação ao ano passado, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que os riscos para a economia, atualmente, são menores do que os do início do ano. Em sua opinião, "houve uma mudança qualitativa distinta" de cenário.
 
Segundo ele, a queda do PIB reflete "incertezas", como as vistas no setor elétrico, que há pelo menos dois anos passa por uma crise de escassez de água nos reservatórios hidrelétricos e, por isso, passou a conviver com valores elevados para a eletricidade. Mas, de acordo com o ministro, a alta da tarifa de energia ajudou a "modular o consumo" de energia.

Apesar dos números negativos trazidos hoje pelo IBGE, Levy demonstrou otimismo. Para ele, a fase mais crítica do setor elétrico já foi ultrapassada, o que deve contribuir com a melhora também da economia. Ele destacou a melhora dos reservatórios hidrelétricos ao longo do primeiro semestre do ano.

Levy disse ainda que o Brasil tem sido afetado pela retirada das políticas anticíclicas de países parceiros, o que força o Brasil a "fazer o mesmo", ressaltou. "Isso significa que o Brasil está em uma nova fase" e o ambiente é distinto em relação ao de dez anos atrás. "Temos de nos adaptar a isso", afirmou.

Diferentemente da energia elétrica, o setor petróleo, embora em condições melhores que no início do ano, deve continuar sofrendo os efeitos negativos da queda das cotações de commodities. Segundo Levy, "o impacto da queda do preço das commodities será persistente".(ESP)


 
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29/05 - 15h35m


O suíço Joseph Blatter, de 79 anos, foi reeleito hoje (29), para seu quinto mandato à frente da principal entidade do futebol mundial, a Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Nem mesmo as recentes denúncias de corrupção envolvendo alguns dos principais dirigentes da federação foram capazes de alterar os rumos da eleição. A votação foi para o segundo turno, mas o concorrente o príncipe jordaniano Ali bin Al Hussein, 39 anos, desistiu da candidatura.

"Tomo a responsabilidade de voltar a botar a Fifa no caminho", disse Blatter, após ser reeleito. "Precisamos de maior representatividade das federações, de mulheres, precisamos que suas vozes repercutam na Fifa", acrescentou. Fizeram falta ao suíço os votos de algumas das federações que retiraram o apoio a Blatter depois que as autoridades dos Estados Unidos e da Suíça deflagraram, na quarta-feira (27), uma megaoperação intercontinental para prender oito dirigentes esportivos ligados à Fifa.

Embora Blatter não esteja entre os investigados e afirme ser inocente, as suspeitas afetaram sua gestão. Ele está à frente da entidade desde 1998 e agora garantiu seu quinto mandato. As informações são da Agência Brasil.
 

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29/05 - 15h21m
 

 
Cerca de 75 empresários brasileiros se reuniram na manhã desta sexta-feira, 29, com a comitiva do Business 20 (B20), plataforma empresarial do G20, e elegeram quatro recomendações para as áreas de comércio, infraestrutura, financeira e pequenas e médias empresas que devem ser levadas à reunião das 20 maiores economias do mundo em novembro, na Turquia. O encontro foi mediado pela Câmara de Comércio Internacional (em inglês International Chamber of Commerce - ICC Brasil), instituição de resolução de arbitragens que reabriu escritório no Brasil em dezembro do ano passado, após ter fechado a sede que tinha no Rio de Janeiro em 2012.
 
De acordo com o diretor-executivo do ICC, Julian Kassum, na área de comércio, a maioria dos empresários identificou como prioridade a ratificação e implementação do acordo de facilitação de comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC), lançado em 2013, mas que poucos países assinaram até agora. Na área de infraestrutura, os executivos recomendaram o desenvolvimento de planos nacionais de estratégia para fomentar o setor. "Cada país tem que apresentar um plano", comentou.
 
Outra recomendação eleita pelos empresários que será levada à reunião do G20, acrescentou Kassum, foi o aumento da participação das economias emergentes no sistema financeiro mundial, como nas operações do Fundo Monetário Internacional (FMI). Eles identificaram ainda como prioridade a defesa de maior participação das pequenas e médias empresas nas cadeias globais de comércio e desburocratização dessas relações. O diretor explicou que cada uma dessas recomendações foram eleitas entre cinco propostas apresentadas para cada uma das quatro áreas. 



 
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29/05 - 15h14m


O PIB no primeiro trimestre de 2015 apresentou queda de 0,2% ante ao trimestre anterior, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (29). De acordo com o professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP), Clemens Nunes, a queda do PIB ocorreu em todos os componentes domésticos da demanda agregada: consumo,  investimento e  consumo do governo. Para ele, a queda será ainda maior no próximo trimestre, de 1,2%.

“A queda expressiva observada no consumo das famílias só foi menor quando comparada ao período da crise financeira mundial no quarto trimestre de 2008. Entre os fatores que contribuíram para este resultado estão a queda da confiança do consumidor num cenário de alta da inflação, a contração do crédito e a piora do mercado de trabalho com desemprego crescente e diminuição do salário real. Houve ainda a queda do investimento, sobretudo, por conta do desempenho negativo da indústria de transformação e da construção civil. Por fim, o cenário de instabilidade política e econômica contribuiu para a piora das expectativas dos empresários nas decisões de investimento”, explica Nunes.

Para o próximo trimestre o professor acredita que haverá um recuo ainda maior do PIB. “O PIB deve cair 1,2% em relação ao trimestre anterior. Nesse trimestre, os efeitos do ajuste fiscal, da piora do mercado de trabalho e da política monetária contracionista serão observados mais intensamente. Os efeitos do aumento de impostos e da redução real do gasto público  contribuirão para este resultado negativo. Adicionalmente, as condições do mercado de trabalho continuarão a piorar com aumento do desemprego e queda do salário real. Neste aspecto, o consumo das famílias e o setor de serviços serão duramente afetados, pela inflação elevada e pela restrição do crédito. Por sua vez, o setor de serviços sentirá o efeito da retração do consumo e  reduzirá seu  nível de emprego. Isto afetará sensivelmente o mercado de trabalho, dada sua condição de grande empregador”.
 

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29/05 - 14h52m


O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reconheceu hoje (29) que os parlamentares da Casa têm medo de mudar o sistema político. Ao reconhecer que a proposta de reforma política, em análise no Congresso, desagradou setores da sociedade, ele afirmou que os parlamentares preferem que fique como está.

"Se algumas decisões do Congresso não são as decisões que a sociedade esperava obter, se as decisões podem frustar alguém, até a mim, pessoalmente, é porque o Congresso decidiu ficar como está", afirmou, em entrevista, no Rio de Janeiro.

Segundo ele, por terem medo de aprovar regras que inviabilizem futuras reeleições, os deputados preferem não fazer mudanças nas leis. "Na prática, fazer reforma política esbarra na dificuldade de mudar o sistema de eleição daquele que se elegeu por esse sistema", explicou o presidente da Câmara. "Ele o parlamentar sempre fica com receio que uma alteração dificultará sua futura eleição. Essa é a realidade", admitiu.

Ele também criticou a "hipocrisia" de deputados que defenderam em campanha o financiamento público ou o voto distrital misto e mudaram de lado, dificultando mudanças na lei. "Ou seja, proclamam um coisa e votam outra", disse.

Para Cunha, ao ser colocada em discussão, pela primeira vez em 20 anos, as decisões da Câmara dos Deputados devem ser respeitadas. As informações são da Agência Brasil.
 

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29/05 - 14h48m
 
 
O atual presidente da Fifa, Joseph Blatter, foi reeleito para seu quinto mandato consecutivo à frente da entidade. As eleições aconteceram nesta sexta-feira, em Zurique, na Suíça, quando o mandatário derrotou seu único concorrente, o príncipe Ali Bin Al-Hussein, da Jordânia. Blatter havia vencido o primeiro turno das eleições por 133 votos a 73. Com a ampla vantagem conseguida, apenas uma reviravolta improvável com a nova votação dos 206 países representantes daria a vitória ao seu concorrente, que não viu necessidade em realizar o segundo turno e preferiu renunciar à disputa. O suíço, de 79 anos, está no cargo desde 1998, quando sucedeu João Havelange.
 
“Agradeço por me aceitarem pelos próximos quatro anos. Não vou desafiar vocês, mas temos de resolver problemas de organização dentro da Fifa. Precisamos de maior representatividade das federações, precisamos de mulheres, precisamos que as vozes repercutam na Fifa. Eu assumo a responsabilidade por trazer a Fifa de volta. Estou convencido de que faremos isso. Sou um homem persistente. Disse a vocês, gosto de vocês, gosto do meu trabalho, gosto de estar aqui. Não sou perfeito, ninguém é. Então, eu agradeço. Prometo a vocês, no fim do meu mandato, darei a Fifa ao meu sucessor em uma posição muito forte”, afirmou Blatter logo depois da vitória.
 
Antes de Blatter, o candidato derrotado também se pronunciou. Ele agradeceu àqueles que votaram nele. “Eu só queria agradecer a todos vocês. Foi uma bela jornada. Eu gostaria especialmente de agradecer a vocês que foram bravos o suficiente para votar em mim”, disse Al-Hussein em seu discurso após anunciar a desistência.
 
A eleição aconteceu em meio à maior crise da história da Fifa. Às vésperas da votação, foram presos sete executivos do alto escalão da entidade nos últimos anos, entre eles o ex-presidente da CBF José Maria Marin. A ação do FBI e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos jogou sombras em Blatter e referendou as reiteradas denúncias que abalaram a credibilidade da entidade recentemente. Os representantes de cada país foram, um a um, votar em duas cabines, por ordem alfabética, em cédulas de papel durante o primeiro turno de votações. O Brasil foi representado pelo presidente da Federação Cearense de Futebol, Mauro Carmelio, que não confirmou em quem votou.



 
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29/05 - 14h21m
 
 
As festas juninas que serão organizadas neste ano vão pesar no bolso do consumidor, segundo levantamento divulgado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O tradicional quentão e os fogos de artifício lideram a lista dos produtos que são mais impactados pelos impostos. Esses dois itens são os mais tributados entre os avaliados: 61,56% do preço final desses produtos são impostos. Em terceiro lugar vem o vinho, com 54,73% em tributação.
 
Os preços do amendoim, da canjica e da pipoca são compostos em mais de um terço por impostos – 36,54%, 35,38% e 34,99%, respectivamente. O pinhão, por sua vez, é tributado em 24,07%.
 
O levantamento da Associação Comercial de São Paulo, encomendado ao Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), também avaliou a carga tributária de acessórios tipicamente usados nas festas juninas. O chapéu de palha, tradicional símbolo dessa época festiva, é tributado em 33,95%. Já o preço da camisa é composto em 34,67% de impostos.


 
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29/05 - 14h18m


O líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE), comentou há pouco o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no primeiro trimestre de 2015.

“A população amarga o resultado do desastre do governo Dilma-PT, que optou pela irresponsabilidade fiscal em seu primeiro governo. As práticas penalizam os brasileiros com um quadro de recessão, inflação alta e desemprego crescente”, afirmou. Para Mendonça Filho, os dados mais preocupantes estão relacionados ao investimento, que caiu 7,8% no primeiro trimestre de 2015 na comparação com o mesmo período de 2014.

Ele destacou que o consumo das famílias caiu 0,9% e o consumo do governo, 1,5%. “A queda no investimento preocupa porque o país precisa voltar a crescer para gerar empregos e renda, mas ninguém se sente seguro para investir”, afirmou o líder.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta manhã que o PIB do primeiro trimestre do Brasil caiu 0,2% em relação ao último trimestre de 2014 e 1,6% em relação a igual trimestre do ano passado. A indústria continua sua agonia, com queda de 3% em relação ao mesmo trimestre de 2014. Serviços, anteriormente nossa tábua de salvação, também caíram (1,2%).
 

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29/05 - 14h00m


Tema de seminário realizado na Câmara dos Deputados ontem (28/5), a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) foi debatida por prefeitos e deputados, como parte das atividades da comissão especial que analisa a matéria.

Juntos, parlamentares e gestores criticaram o grande número de programas federais executados pelos municípios, o que acaba influenciando negativamente no limite de gasto com pessoal, previsto na LRF.

Obrigados pela lei a não comprometer mais de 54% da receita com pagamento de salários, os prefeitos reclamam do custeio de programas como Samu, Saúde da Família, Cras e outras centenas deles, que impacta diretamente no tamanho da folha. “O governo federal cria os programas e a conta é jogada para os municípios”, argumenta o vice-presidente da UPB, José Bonifácio.

Durante o debate, ele afirmou que, somente na Bahia, o SUS possui um déficit de R$ 2 milhões que deixaram de ser repassado aos municípios. Bonifácio informou que os prefeitos preferem não receber incentivos, como construção de Unidades de Pronto Atendimento (UPA), a ter que arcar com os custos de mantê-los. “Estamos sujeitos a ter as contas rejeitadas e ficarmos com a ficha suja”, ponderou.

O deputado baiano Roberto Britto (PP), relator do Projeto de Lei Complementar 251/2005 que propõe excluir da base de cálculo do índice de pessoal os recursos destinados à saúde, chamou os programas federais de “verdadeiros Cavalo de Tróia”, pelo impacto causado nas contas municipais.

Segundo ele, “flexibilizar a LRF será um ato de justiça com os municípios”. Aos prefeitos, aconselhou intensificar a mobilização ao dizer que quando o relatório for em votação no plenário é importante a participação de todos, pois a Câmara é uma “casa movida à pressão”, classificou o deputado que já foi prefeito de Jequié e presidente da UPB entre 2000 e 2002.
 

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29/05 - 13h58m
 
 
Sem dinheiro para pagar o aluguel, Maria da Conceição, 47 anos, trabalhava três dias por semana na casa da dona do barraco onde morava. O marido Argemiro Alves, 57, está se aposentando após se acidentar no trabalho, operando máquinas pesadas. O casal e dois filhos são uma das 600 famílias que receberam do governador Rui Costa, nesta sexta-feira (29), a casa própria, em dois empreendimentos construídos por meio do programa Minha Casa, Minha Vida no município de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia.
 
Segundo o governador, na Bahia, já foram entregues mais de 100 mil casas de um total de 240 mil contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida. “Quem nunca morou de aluguel não sabe a importância da casa própria. Quando a casa é alugada e a família não consegue o dinheiro para pagar, o dono manda juntar as coisas e põe para fora”, disse Rui durante a entrega das unidades. 
 
O governador destacou ainda que as prestações, entre R$ 25 e R$ 80, estão dentro das possibilidades dos moradores. “Cada casa custou R$ 57 mil. Em dez anos, cada um vai pagar uma média de R$ 6 mil. A diferença é que quem vai pagar é o governo federal, com o dinheiro dos impostos que são arrecadados".
 
“Agora, para eu trabalhar outra vez, a dona vai ter que me dar meu dinheirinho para eu pagar as prestações de R$ 25 por mês nessa casa que agora é minha”, disse Maria da Conceição, enquanto se preparava para a mudança de vida. A emoção é tanta que Argemiro fica sem jeito ao tentar esconder as lágrimas. “O melhor é não precisar mais ver minha mulher se acabando no trabalho para pagar um lugar ruim, que nem dela é”. 




 
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29/05 - 13h37m
 
 
Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar nesta sexta-feira (29) que a economia brasileira registrou queda de 0,2% no primeiro trimestre de 2015 em relação aos três últimos meses de 2014, parlamentares da oposição acusaram a presidente Dilma Rousseff de ter quebrado o país para vencer as eleições. Integrantes da base governista, entretanto, afirmam que o resultado era esperado em razão do momento econômico do país.
 
A queda na economia foi puxada pelo desempenho negativo do setor de serviços e da indústria, bem como do recuo do consumo das famílias e dos investimentos. Neste início de ano, o que evitou um tombo ainda maior do PIB foi a agropecuária, segundo os dados do IBGE.
 
Para o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), o resultado do PIB mostra um cenário de "terra arrasada" na economia brasileira. O oposicionista disse que Dilma foi "irresponsável" pela queda do PIB por conta de decisões tomadas durante o período eleitoral. "A população paga a conta da irresponsabilidade do governo Dilma para ganhar a eleição, que jogou o país numa recessão, com inflação alta e desemprego crescente", ressaltou Mendonça Filho.
 
"O quadro é bastante difícil. O Brasil vai levar meses para começar a se recuperar, se o governo fizer a coisa certa", complementou. Líder do PT na Câmara, o deputado Sibá Machado (AC) disse que o resultado estava dentro do previsto, já que o governo passa por um ajuste das contas públicas. "Para crescer, o PIB precisa da retomada do investimento. Na hora que o investimento retomar, o PIB volta a crescer", enfatizou. (G1)


 
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29/05 - 13h16m
 
 
A Petrobras informou nesta sexta-feira (29) que o plano de desinvestimentos de US$ 13,7 bilhões anunciado há dois meses não prevê a venda de parte de sua distribuidora de combustíveis.

"Não há decisão sobre desinvestimento relacionada ao ativo Petrobras Distribuidora", informou a companhia em comunicado, em resposta às notícias divulgadas pela imprensa local sobre a venda da subsidiária para combater os problemas financeiros.
 
De acordo com reportagem publicada hnesta sexta pelo jornal "O Globo", a Petrobras estuda vender entre 10% e 30% de sua participação na Petrobras Distribuidora (BR) por meio de uma oferta de ações na bolsa de São Paulo para arrecadar parte dos recursos necessários para financiar suas operações.

A BR, uma subsidiária da companhia estatal, é a maior distribuidora de combustíveis do Brasil, com 30% de participação no mercado, e conta com 7.900 pontos de venda no país.



 
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29/05 - 13h01m
 
 
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Polo Del Nero, deu uma entrevista coletiva na sede da instituição em Brailia e descartou renunciar ao cargo devido ao escândalo de corrupção envolvendo dirigentes da Fifa, que resultou na prisão de seu antecessor e vice-presidente afastado da confederação, José Maria Marin.
 
O dirigente disse que decidiu deixar o Congresso da Fifa, realizado em Zurique esta semana, e voltar ao país para prestar esclarecimentos necessários às autoridades. 

"Nós temos que analisar todos os contratos. Nós não podemos dizer que esses contratos são ruins ou péssimos para a CBF. Nós temos que analisar e é isso que está sendo feito", afirmou Del Nero.
 
Ele negou envolvimento em qualquer irregularidade que teriam sido feitas durante a gestão de seu antecessor. "Não sabia, não tinha conhecimento. Em hipótese alguma. A função do vice é colaborar com o presidente naquilo que ele solicita. Vice-presidente não manda, ele cumpre. Exatamente como um diretor. E eu procurava ser um bom diretor", desconversou.
 
"Nós temos que analisar todos os contratos. Nós não podemos dizer que esses contratos são ruins ou péssimos para a CBF. Nós temos que analisar e é isso que está sendo feito", completou o presidente. 


 
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29/05 - 12h54m


A retração da economia brasileira só deve ser revertida, na melhor das hipóteses, a partir de 2016. Com a queda de 0,2% no primeiro trimestre, economistas descartam uma recuperação ainda em 2015 e veem os investimentos como salvação possível para o crescimento, assumindo o lugar do consumo – que está em franca decadência.
 
O economista e sócio da Go Associados, Gesner Oliveira, avalia que os investimentos em produção (a chamada formação bruta de capital fixo) podem ser retomados já no próximo ano e são a chave para salvar a economia. “O consumo não vai se recuperar tão cedo. Mas vejo espaço para uma retomada dos investimentos, porque existe um grande apetite para investir em infraestrutura”, diz.
 
Regras mais claras sobre parcerias e concessões podem melhorar o ambiente de negócios e favorecer o investimento industrial para o próximo ano, acredita o economista. As exportações, beneficiadas pela alta do dólar desde o início do ano, também podem fortalecer a indústria e a agropecuária em 2016, acredita Oliveira.
 
Os resultados ruins do segundo semestre de 2014 podem fazer com que a indústria tenha quedas menos acentuadas na comparação anual, o que pode favorecer o PIB no fim do ano, o economista da LCA Investimentos Francisco Pessoa. “Não dá para prever quando o país voltará a crescer, mas só será a partir de 2016 e com ajuda dos investimentos”.

Para o professor de economia e finanças da Faap, Tharcisio Souza Santos, 2015 será um ano difícil, já que o corte de gastos do governo afetou mais fortemente os investimentos, o que pode gerar cortes de empregos e é o que “dá mais medo”.
 
“O ajuste fiscal ainda é tímido e precisa parar de atrapalhar a economia. Não há um corte na carne do governo, com a redução do número de fundações, reestruturação das estatais e corte de cargos de comissão. O corte [de gastos] é no investimento, o que significa corte de emprego, que é o que dá mais medo.” (G1)

 

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29/05 - 12h36m


A Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) financia, tradicionalmente, até 90% do valor das máquinas e equipamentos durante a Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios Bahia – Farm Show 2015, cuja 11ª edição vai ocorrer de 2 a 6 de junho em Luis Eduardo Magalhães, oeste da Bahia. Mas, depois de uma série de visitas aos produtores da região, a Desenbahia decidiu financiar até 100% do valor das máquinas, para clientes especiais.

A informação foi passada pelo gerente comercial, Marko Svec, que estará com uma equipe de técnicos e gerentes no stand da instituição financeira no decorrer da feira. “Financiamos tudo a juros baixos e prazos longos. Máquinas, equipamentos, armazenagem, irrigação, tudo que modernize e aumente a produção. Adotamos um lema: cresça mais com a Desenbahia”, ressaltou.

Em 11 anos, a Bahia Farm Show tornou-se a maior vitrine do agronegócio do Norte/Nordeste, estando atualmente entre as três maiores feiras do país em volume de negócios. No evento, participam as maiores empresas de máquinas, implementos, insumos, aviação e serviços, o que torna a feira uma excelente oportunidade de realizar negócios.

Em 2014, a Bahia Farm Show fechou R$ 1 bilhão em negócios consolidados e atraiu um público de 75 mil pessoas. A Bahia Farm Show é organizada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA) e tem apoio do Governo do Estado. A Desenbahia participou de todas as edições da feira do agronegócio.
 

 

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29/05 - 12h28m

 
O Brasil deve alcançar, em 2016, a segunda ou terceira colocação no ranking dos países que mais investem no aproveitamento dos ventos como fonte de energia, subindo ainda para a sexta posição mundial em capacidade instalada. Este é o prognóstico da presidenta executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Silva Gannoum, apresentado hoje (28) no 12º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), aberto no Rio de Janeiro, pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.
 
No ano passado, o Brasil foi o quarto país do ranking, em termos de aumento da capacidade eólica, atrás da China, Estados Unidos e Alemanha, com expansão de 2,5 gigawatts (GW) de energia. Já em relação à capacidade instalada, ocupava a décima posição, com ganho de três posições em relação ao ano anterior. Atualmente, 262 usinas eólicas estão em atividade no Brasil, somando capacidade instalada de 6,56 GW, suficiente para abastecer uma cidade do porte de São Paulo. Elbia disse que até o final de 2015, o setor alcançará 10 GW de capacidade instalada. Até 2019, serão 18 GW, “sem contar os leilões que vão acontecer. É energia já contratada”, salientou. Mais 3 GW estão sendo contratados no momento, e a presidenta da ABEEólica acredita que nos próximos leilões – A-3 e leilão de reserva, programados para 21 de agosto e 13 de novembro – poderão ser vendidos entre 3 e 4 GW a mais.
 
Complementar à matriz hidráulica, como as demais fontes renováveis, a energia eólica mostra tendência de expansão, de acordo com Elbia. “A tendência do Brasil é expandir sua matriz a partir das fontes complementares. Nós temos as renováveis complementares e as complementares, termelétricas, que além de poluentes são mais caras”, acrescentou.Ela advertiu, entretanto, que o Brasil não pode se furtar a investir nas usinas térmicas, porque elas contribuem para a segurança do sistema elétrico nacional. “Uma tendência de matriz futura, com o nível de hidrelétrica atual e uma tendência de crescimento das renováveis complementares, puxadas pela eólica, e com alguma participação termelétrica, é um sinal do governo para garantir a segurança básica do sistema”, ressaltou.
 
Com a capacidade instalada de 6,56 GW, o setor de geração eólica consegue reduzir as emissões de 11,6 milhões de toneladas de gás carbônico, nas contas de Elbia Gannoum, e ela estima que em 2019, ao alcançar 18 GW, serão cerca de 30 milhões de toneladas de gás carbônico que deixarão de ser emitidas na atmosfera. “Mais ou menos três vezes o que temos hoje”, destacou.


 
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29/05 - 12h00m


O consumo das famílias teve um recuo de 0,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Essa é a primeira queda neste tipo de comparação desde o terceiro trimestre de 2003, quando o indicador também caiu 0,9%. O dado foi divulgado, hoje (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
“É uma conjuntura de fatores, a gente teve uma desaceleração da massa salarial real, ou seja, da renda do trabalhador e do emprego. As operações de crédito para as pessoas físicas tiveram queda em termos reais. E tivemos aumento da taxa básica de juros [Selic]. E houve uma aceleração da inflação. Isso tudo prejudicou o consumo das famílias”, disse a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.
 
Outros dois componentes da demanda interna brasileira também tiveram queda nesses tipos de comparação. O consumo de governo recuou 1,3% na comparação com o trimestre anterior e 1,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2014. Essa queda de 1,5% é a maior desde o quarto trimestre de 2000 (-2,8%), resultado que pode ser explicado pelo ajuste fiscal dos governos.
 
Já a formação bruta de capital fixo (investimentos) caiu 1,3% em relação ao trimestre anterior e 7,8% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. A queda nos investimentos foi influenciada principalmente pelo recuo na importação, mas também por um desempenho negativo da construção. A demanda externa, por outro lado, contribuiu positivamente para a economia brasileira, já que as exportações tiveram crescimentos de 5,7% na comparação com o quarto trimestre de 2014 e de 3,2% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.


 
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29/05 - 11h41m


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda nesta sexta-feira (29), dia de agenda cheia. Às 10h28, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caía 0,8%, aos 53.544 pontos.

O mercado avalia os dados sobre a economia brasileira, divulgados mais cedo pelo IBGE, que mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 0,2% no primeiro trimestre. Há também pessimismo em relação aos Estados Unidos, que revisaram a taxa de crescimento dos três primeiros meses do ano para -0,7%.

As ações da Vale são destaque de queda na bolsa, recuando mais de 1%, no segundo dia seguido de queda. Na quinta-feira, os papéis da mineradora caíram mais de 2%, acompanhando a baixa nos preços do minério de ferro na China.

Também na quinta, a Bovespa fechou em baixa de 0,48%, aos 53.976 pontos. (G1)


 

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29/05 - 11h22m


Depois da rejeição do nome de Guilherme Patriota, irmão do ex-chanceler Antonio Patriota, à vaga de representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA), a presidente Dilma Rousseff submeteu ao Senado Federal uma nova indicação ao posto. Trata-se do diplomata José Luiz Machado e Costa, cuja indicação está publicada em mensagem no Diário Oficial da União (DOU).

Guilherme Patriota teve o nome reprovado pelo Senado no último dia 19 - ele não obteve o número mínimo de 41 votos a seu favor. No Itamaraty, não há memória de um embaixador ter sido rejeitado no Senado. Desde 2011, o Brasil não tem um titular aprovado para o cargo na OEA, que segue ocupado interinamente.

A edição desta sexta-feira, 29, do DOU ainda traz as indicações de Dilma para cargos de embaixadores do Brasil nos países de Moçambique (cumulativamente com Suazilândia e Madagascar), Iraque, Dinamarca e Lituânia, Espanha e Principado de Andorra, China e Mongólia, Honduras e Botsuana. (ESP)

 

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29/05 - 11h07m


Após a Prefeitura de Salvador foi notificada pela 7ª Vara da Fazenda Pública da decisão judicial sobre o pagamento pela utilização das vagas nos centros de compras (shoppings), a situação é praticamente irreversível. “Nós estamos absolutamente convencidos de que a Prefeitura não vai se insurgir contra uma decisão judicial e de uma ação já transitada em julgado pela mais alta corte do país. Caso ela venha a descumprí-la, pode pagar uma multa diária de R$ 50 mil. O próprio Ministério Público já disse que não tem mais qualquer tipo de recursos”, disse o coordenador regional, na Bahia, da Associação Brasileira dos Shoppings Centers (Abrasce), Edson Piaggio.
 
Piaggio garantiu que cobrança no valor dos estacionamentos, ao contrário do que tem sido comentado, não terá início a partir da próxima segunda-feira, dia 1º de junho. “Mas será sim, já no próximo mês”, contou. Ele disse que cada shopping é quem vai determinar quando começam as cobranças, além do valor a ser estipulado. “Salvador era a única capital do Brasil onde não existia a cobrança por este serviço”, salientou. O coordenador disse ainda que a expectativa é de que a diminuição no número de pessoas seja pequena. “Acredito que entre 10% e 15%. Mas, nós vamos procurar incentivar que as pessoas venham de outras formas, como através do transporte público, por exemplo. Ademais, o baiano já está acostumado a pagar pelos estacionamentos”, atentou.
 
O secretário municipal de urbanismo, Sílvio Pinheiro, disse que aguarda uma orientação da Procuradoria Geral do Município para se posicionar, mas disse que há uma grande possibilidade de que a cobrança seja iniciada. “Passado tanto tempo, em uma análise superficial, acho muito difícil de que essa decisão seja revertida. Mas, a Procuradoria é quem está considerando o assunto e só tomaremos uma posição assim que ela se manifestar”, ratificou o titular da Sucom. Já a procuradora-geral do município, Luciana Rodrigues, disse que o órgão “vai analisar os limites e consequências da decisão e fazer as recomendações cabíveis aos órgãos competentes”.


 
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29/05 - 10h50m


As contas de todo o setor público consolidado – que englobam o governo, estados, municípios e empresas estatais – registraram superávit primário, que é a economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, de R$ 32,44 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano, informou o Banco Central nesta sexta-feira (29).

Trata-se do pior resultado, para os quatro primeiros meses de um ano, desde 2009 – quando foi registrado um resultado positivo de R$ 30,61 bilhões, de acordo com números da autoridade monetária.

Somente no mês de abril, ainda segundo informações do BC, as contas de todo o setor público registraram um superávit primário de R$ 13,44 bilhões. Foi o pior resultado, para meses de março, desde 2013 – quando foi registrado um resultado positivo de R$ 10,32 bilhões. No ano passado, as contas tiveram um superávit de R$ 16,89 bilhões em abril.

Ao decompor o resultado do mês passado, as contas do governo tiveram um resultado positivo de R$ 10,63 bilhão, mas os estados e municípios apresentaram um superávit de R$ 2,59 bilhões. Já as empresas estatais estaduais tiveram um resultado positivo de R$ 208 milhões em abril. (G1)

 

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29/05 - 10h29m


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2014 ante o quarto trimestre de 2013 para uma alta de 0,7%, contra elevação de 0,6% na leitura inicial.

O instituto anunciou hoje que o PIB brasileiro recuou 0,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2014. Na comparação com o primeiro trimestre de 2014, o PIB caiu 1,6%. Com o dado divulgado hoje, o PIB acumula queda de 0,9% em 12 meses até o primeiro trimestre de 2015. Ainda segundo o instituto, o PIB do primeiro trimestre do ano totalizou R$ 1,4 trilhão.

 

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29/05 - 10h17m

 
A Etapa Estadual /Bahia do 5º Congresso Nacional do PT, que será realizada neste sábado (30), às 9h no Hotel Fiesta em Salvador, contará com as presenças do governador Rui Costa, ministro da defesa, Jaques Wagner, senador Valter Pinheiro, líder do PT na Câmara de Deputados, Sibá Machado e várias outras lideranças políticas e de movimentos sociais.
 
O presidente do Diretório Estadual, Everaldo Anunciação, adianta “que será feita uma avaliação sobre a história de lutas do PT, novos desafios  e as perspectivas para o avanço político deste projeto.”


 
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29/05 - 10h03m


O dólar opera em queda frente ao real nesta sexta-feira (29), em um dia de agenda econômica intensa, após o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil contrair 0,2% no primeiro trimestre de 2015 na comparação com o período imediatamente anterior, melhor do que o recuo de 0,5% estimado por analistas.

Por volta das 9h30, a moeda norte-americana era vendida a R$ 3,1518, em baixa de 0,37%. A briga pela formação da Ptax de maio deve intensificar a volatilidade na primeira metade do pregão.

Na quinta-feira, o dólar subiu 0,59%, e fechou a R$ 3,1638 na venda, na maior cotação desde o dia 1º de abril, quando fechou a R$ 3,17. Em maio, o dólar acumula alta de 5%, e em 2015, de 18%. (G1)


 

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29/05 - 09h52m


A economia brasileira recuou 0,2% no primeiro trimestre de 2015. Apesar do recuo o país não entrou na chamada "recessão técnica" – para isso, é preciso que haja queda por dois trimestres consecutivos. A expectativa, no entanto, é que o país não esteja longe disso: o FMI estima que o PIB do Brasil tenha uma redução de 1% em 2015, com inflação de 7,8%.

Além do Brasil, o Fundo também prevê o encolhimento na economia de outros 15 países este ano. O relatório do FMI traz expectativas para o PIB de mais de 200 países. Desses, 9 têm estimativa de um desempenho pior que o do Brasil: Guiné Equatorial (-15,4%), Serra Leoa (-12,8%), Venezuela (-7%), Ucrânia (-5,5%), Vanuatu (-4%), Rússia (-3,8%), Belarus (-2,3), Iêmen (-2,2%) e Libéria (-1,4%).

A Armênia e a Moldávia têm previsão de retração de 1% do PIB, como o Brasil. Os outros 4 países da lista têm previsão de queda menos acentuadas. São eles: Brunei (-0,5%), Sérvia (-0,5%), Argentina (-0,3%) e Guiné (-,03%).

Em relatório publicado em abril, o FMI estima que a retração de 1% do PIB brasileiro será puxada por uma política fiscal e monetária mais rígida e pelos cortes de investimentos na Petrobras, em um momento de queda na atividade econômica. (G1)

 

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29/05 - 09h31m


Além de haver indefinição sobre qual será o nível de inadimplência dos empréstimos do Financiamento Estudantil (Fies), há dúvidas no setor sobre como será a cobrança dos milhares de devedores. Quem faz esse questionamento é o pesquisador Vinicius Botelho, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), que realiza estudos sobre o Fies e, ao lado do pesquisador Samuel Pêssoa, projeta um novo modelo de financiamento público para ser apresentado ao governo.

Segundo Botelho, há controvérsia jurídica sobre como executar a dívida do Fies no caso de inadimplência. "Essa cobrança é complicada do ponto de vista jurídico", diz o pesquisador. Há indefinição sobre se o banco pode negativar, e teria melhores condições técnicas de cobrança, ou se o débito entraria na dívida ativa. "Essa última possibilidade seria a pior, porque a Procuradoria da Fazenda não teria condições de cobrar."

Hoje, os atrasos acima de um ano estão em 10%, mas eles não refletem a realidade do Fies a partir de 2010 - quando os juros caíram para 3,4% ao ano e as condições de pagamento foram facilitadas. A partir de então, o número de contratos saltou de 76 mil para 1,9 milhão no ano passado, o que consumiu R$ 13,7 bilhões. Relatório do banco Morgan Stanley de setembro de 2014 projetou uma taxa de inadimplência de 27% em 2017.

Nas mudanças para popularizar o financiamento, o governo facilitou as regras com fiador e criou um Fundo Garantidor. A partir de 2012, as empresas educacionais passaram a ter de aderir ao modelo e cerca de 5% dos valores financiados passaram a ser depositados no fundo, que é gerido pelo Banco do Brasil. O valor é repassado pelo Tesouro, mas descontado do que seria pago às empresas educacionais.

O problema é que o Fundo foi desenhado para cobrir 10% de inadimplência do total financiado. Em outros países, esse índice é maior que 20% - no Canadá é de 26%, na Austrália, de 20%, e no Reino Unido, de 45%. "A gente parte de um modelo de financiamento estudantil deficiente. O governo subsidia 40% do financiado, se a inadimplência come outros 20%, você acaba perdendo o dinheiro." (ESP)

 

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29/05 - 09h19m

 
Devido a ausência não justificada às urnas nas últimas três eleições, a Justiça Eleitoral cancelou os títulos de 1.711.267 eleitores. Os eleitores passíveis de ter o documento invalidado tiveram o prazo de 60 dias para regularizar a situação. Para a aplicação da regra de cancelamento, a Justiça Eleitoral considera que cada turno é uma eleição.  Confira aqui sua situação eleitoral.
 
Na Bahia, 136.137 eleitores tiveram os títulos cancelados no total de 10.185.417 eleitores. Os maiores colégios eleitorais do País também tiveram o maior número de títulos cancelados - São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul. Em São Paulo, esse número chegou a 479.200, em um total de 31.998.432 eleitores. Em Minas Gerais, entre os 15.248.681 eleitores, 148.235 tiveram o título cancelado. No Rio de Janeiro, foram 185.965 cancelamentos entre os 12.141.145 eleitores.No Rio Grande do Sul, o número de cancelamentos chegou a 70.651, dos 8.392.033 eleitores.
 
As pessoas que tem o título de eleitor cancelado não pode obter passaporte (mesmo em caso de renovação do documento), de carteira de identidade, o recebimento de salário de função ou emprego público, e a tomada de alguns tipos de empréstimos. A ausência de registro também pode dificultar matrícula em instituições de ensino e a nomeação em concurso público. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral.

 
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29/05 - 09h12m


 


 

O PIB brasileiro caiu 1,6% no primeiro trimestre de 2015, em relação a igual período do ano anterior. O PIB foi de R$ 1,408 trilhão, sendo que o consumo das família representou 63% desse total.

A queda foi maior do que a esperada e atingiu todos os setores da economia, a exceção da agropecuária que cresceu 4%. O setor industrial caiu 3% e mesmo o setor de serviços apresentou queda 1,2%.

Pelo lado da demanda, a maior queda verificada foi nos investimentos que tiveram uma redução de 7,8%, enquanto o consumo das pessoas caiu 0,9%. A taxa de investimento no primeiro trimestre de 2015 foi de 19,7% do PIB, abaixo do observado no mesmo período do ano anterior (20,3%)

Em relação ao último trimestre de 2014, o  PIB brasileiro registrou queda de 0,2% no primeiro trimestre de 2015. Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (29).

Em relação ao trimestre anterior, o consumo das famílias caiu 1,5%, e os investimentos 1,3%.  Setorialmente, a  Indústria apresentou queda de 0,3%, e a Indústria de Transformação caiu 1,6%, já  os serviços tiveram redução de  0,7% e a Agropecuário foi o único setor que cresceu, com um incremento de 4,7%.

Para todo o ano de 2015, a previsão mais recente dos economistas do mercado financeiro é de uma queda de 1,24% no PIB.  Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%.

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29/05 - 08h42m


Todos os dias às 7h  o estudante Pedro Moraes, 22, leva entre 30 e 40 minutos para percorrer o trecho entre os Mares e a feira de São Joaquim. Trecho que, sem congestionamento, poderia ser concluído em menos de cinco minutos. O contratempo diário, que afeta moradores da península itapagipana e do subúrbio ferroviário, está com os dias contados diante da perspectiva de uma ampla obra de ordenamento de trânsito na região.

Estimada em R$ 600 mil, a intervenção viária começa na próxima semana e deve durar  entre 60 e 90 dias, segundo o superintendente de trânsito, Fabrizzio Muller.

O projeto da Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador) prevê ampliação do número de faixas, relocação de ponto de ônibus, reforma de passeio, criação  de  estacionamento,  ciclofaixa e renovação da sinalização  da av. Engenheiro Oscar Pontes. Ao todo,  um trecho de 1,5 km deverá  passará por obras de requalificação.

Segundo o A Tarde, a principal mudança será o ganho de nova faixa em frente à feira. Serão cinco, em vez das quatro atuais (veja o mapa acima). Para isso, o canteiro de um metro, também localizado em frente à feira, será removido. 

 

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29/05 - 08h31m


Trabalhadores de diversas categorias protestam na manhã desta sexta-feira, 29, na BR-324, principal rodovia de acesso a Salvador. A manifestação faz parte da Paralisação Nacional contra o Projeto de Lei 4330, conhecido como Lei da Terceirização.

O protesto acontece no trecho do viaduto Portal do Sertão, na saída de Feira de Santana (a 109 km de Salvador). Por conta do ato, o trânsito está congestionado na BR-324 sentido capital baiana.

A manifestação começou por volta de 4 horas e a previsão é que continue até 12 horas, mas as centrais sindicais prometem liberar a rodovia antes.

Apesar da paralisação, o comércio e serviço de transporte público funcionam normalmente nesta manhã em Feira de Santana, de acordo com o site Acorda Cidade.

Além da cidade no Recôncavo Baiano, trabalhadores também aderiram ao movimento nacional em Salvador. (A Tarde) 

 

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29/05 - 08h15m


Nos quatro primeiros meses do ano, a Prefeitura de Salvador investiu apenas 2,7% do valor previsto para todo o ano, conforme dados do relatório de gestão fiscal do primeiro quadrimestre de 2015, apresentado ontem em audiência pública da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara.

Foram R$ 23 milhões investidos entre janeiro e abril deste ano, dos R$ 850 milhões previstas. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma queda de 40,7%. Após apresentar os números, o secretário da Fazenda, Paulo Souto, afirmou que se trata de algo “tipicamente pontual”.

“É simplesmente uma fase de conclusão de muitos projetos e início de projetos novos, licitações sendo concluídas”, disse. Segundo ele, os investimentos serão  intensificados nos próximos meses.

A prefeitura negocia com a Caixa Econômica Federal, o Banco Mundial  e o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) o financiamento de projetos. As receitas do município totalizaram R$ 1,88 bilhão e as despesas R$ 1,39 bilhão no primeiro quadrimestre. (A Tarde) 

Veja Também: Arrecadação de IPTU dispara e cresce 18% no primeiro quadrimestre de 2015

 

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