ECONOMIA
O Diretor Paulo Villa disse que a Bahia deve planejar uma infraestrutura eficiente.
DILMA SOFRE PRESSÃO PARA DESISTIR DE RECRIAÇÃO DA CPMF
TRIBUTAÇÃO

DILMA SOFRE PRESSÃO PARA DESISTIR DE RECRIAÇÃO DA CPMF
MAIS UMA VEZ A BAHIA É LÍDER NA GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR
ENERGIA RENOVÁVEL

MAIS UMA VEZ A BAHIA É LÍDER NA GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR
COLUNISTAS

ENTREVISTAS
CRISTINA CARDOSO - COORDENADORA GERAL DO PLANSERV
Coordenadora esclarece algumas dúvidas sobre o projeto que reformula o Planserv
LIÇÃO DE ECONOMIA
POR QUE A COTAÇÃO DO DÓLAR VARIA E QUEM SE BENEFICIA COM ISSO?
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ENQUETE

QUEM DEVERIA SER O CANDIDATO DO PT NA ELEIÇÕES PARA PREFEITO DE SALVADOR?

MULTIMÍDIA


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Ótima noticia, região de Guanambi carece muito desse serviço !
Diego
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Vejam quais são os resultados da política de aumentos da taxa de juros implantada pelo governo, os resultados das contas públicas têm sido afetados pela redução da arrecadação federal, que registrou o pior desempenho para o período de janeiro a julho desde 2010. Política equivocada de aumentos de juros na tentativa de controlar a inflação, sendo que a inflação foi impulsionada pelo proprio governo represando os preços de energia elétrica e combustíveis e não pelo aumento do consumo. Incompetência total do governo.
JORGE
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O país está parando. Esse tal de Levy só tem esse objetivo. A construçãoo civil emprega milhares de pessoas.
Mario de Almeida
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FRASE DO DIA

 
"Priorizamos a integração com o sistema metropolitano e continuamos negociando com a prefeitura de Salvador e com os empresários sobre o sistema urbano"

Carlos Martins 
O secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) 


OUTRAS NOTÍCIAS
29/08 - 11h17m


Em uma época em que as companhias aéreas estão incrementando suas classes executivas para conquistar a fidelidade dos passageiros, é importante saber quais estão fazendo isso da melhor forma.

Leitores de uma das mais principais publicações de turismo do mundo, a Condé Nast Traveler, fizeram suas escolhas e o guia publicou este ano um ranking com as que mais se destacaram. Confira.

1º Emirates - A companhia de Dubai ficou em primeiro lugar no ranking. Nos aviões Airbus A380 há espaços onde os clientes VIP podem conversar enquanto saboreiam canapés e coquetéis preparados por um barman exclusivo.
2º Singapore Airlines - Segunda colocada no ranking geral, conquistou o primeiro lugar na categoria conforto dos assentos e serviço de bordo.
3º Virgin Atlantic - A publicação ressaltou que a área britânica tem boas avaliações no quesito entretenimento a bordo e foi a melhor colocada no item ‘valor’.
4º Virgin America - O espaço de 96 centímetros para as pernas, a disponibilidade de pontos de energia e acesso a internet, além de bebidas e salgados à vontade foram citados como vantagens pelos passageiros.
5º Qatar Airways - Eleita a melhor empresa aérea do mundo  pelo “Oscar” da aviação, o Skytrax World Airline Awards, a companhia aparece em quinto lugar na lista da Condé Nast.  (Uol)



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29/08 - 10h47m



O acordo comercial para fornecimento de nafta entre a Petrobras e a Braskem, que termina na próxima segunda-feira, será prorrogado mais uma vez, enquanto avançam as negociações para o estabelecimento de um contrato de longo prazo.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a presidente Dilma propõe que a prorrogação seja por mais 60 dias para que se possa chegar a um acordo definitivo e decisivo. As negociações entre as empresas se arrastam desde 2013, quando  a estatal sinalizou que não prorrogaria o acordo original.

Vários investimentos da Braskem, inclusive um investimento de US$ 200 milhões no Polo Industrial de Camaçari para produção de resinas, depende da assinatura desse contrato de longo prazo.  



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29/08 - 10h36m


A presidente Dilma Rousseff levou uma cantada em público de um militante que participava da terceira edição do evento Dialoga Brasil, em Fortaleza, na noite de sexta-feira (28).

O evento funciona como um debate entre movimentos sociais e ministros, para debater propostas para as áreas de saúde, educação, segurança, cultura e desenvolvimento social.

Ao usar o microfone para fazer um comentário sobre a área da saúde, um militante que se identificou como Antônio Carlos Fernandes começou seu comentário dizendo que a presidente estava "muito bonita". Em seguida, acrescentou: "Presidente, a senhora é da minha idade. Pena que não nos encontramos na nossa juventude", provocando risos da plateia. Dilma sorriu e agradeceu o comentário.

Em seu discurso, Dilma agradeceu. "Eu queria agradecer o Antônio Carlos, porque não é todo dia que a gente recebe uma declaração. Fico muito agradecida, viu, Antonio Carlos. Fico extremamente agradecida, muito gentil da sua parte", disse.

Dilma fez elogios ao Nordeste e agradeceu os votos que recebeu na região. "Olhavam para nós com preconceito e falavam: você só tem voto no nordeste. Eu quero dizer a vocês que eu me orgulho de ter muitos votos do Nordeste", disse. A presidente também voltou a defender o "combate ao ódio" e afirmou que uma das bases da "atitude ética" de seu governo é a luta "contra o preconceito e a intolerância". As informações são da Folhapress.



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29/08 - 09h44m


Diante da reação negativa dos empresários e políticos à recriação da CPMF, o governo analisa apresentar uma proposta temporária para o imposto.

O ex-ministro Delfim Netto propôs ao vice-presidente, Michel Temer, que o tributo fosse aplicado por apenas um ano para diminuir resistências no Congresso e ''salvar'' o Orçamento de 2016. A proposta de Delfim foi feita a Temer em São Paulo, durante encontro na Fiesp, na quinta-feira à noite.

No Palácio do Planalto, assessores de Dilma afirmaram que a presidente estuda aplicar o imposto por dois anos. O núcleo político do governo tenta dissuadir a presidente de apresentar nesta segunda-feira (31) a proposta de recriação do tributo. Dilma convocou uma reunião para o domingo (30), quando baterá o martelo sobre o assunto.

Os auxiliares presidenciais defendem que Temer lidere a proposta de CPMF temporária para que, desta forma, o vice-presidente resgate a condução da articulação política. Ele entregou a função na última segunda-feira, após uma série de desgastes com o núcleo palaciano.

O vice, no entanto, não foi consultado previamente sobre a ideia do governo de criar a nova CPMF. Ele soube pelos jornais na quinta-feira. As informações são da Folha.



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29/08 - 09h00m


Além de aliados como o vice-presidente Michel Temer (PMDB), políticos e empresários, a presidente Dilma Rousseff está sendo pressionada também por assessores diretos a desistir de propor a volta da CPMF, o imposto do cheque.

Contudo, a equipe econômica já trabalha com o cronograma de apresentar a medida ao Congresso na próxima segunda-feira (31). O argumento da área econômica é que a recriação do tributo é o melhor caminho para o governo fechar o Orçamento de 2016 e tapar um buraco de R$ 80 bilhões.

Por enquanto, assessores da Fazenda e do Planejamento dizem que têm autorização da presidente para fechar os detalhes da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) recriando o tributo, que foi extinto em 2007.

Um assessor presidencial, porém, disse que ainda será feito um último esforço para convencer Dilma a desistir. A presidente marcou para domingo (30) uma reunião para fechar a proposta orçamentária de 2016.

Os defensores da proposta, por outro lado, dizem que as alternativas à volta do tributo são piores: "parar o governo" totalmente, o que demandaria inclusive aprovação de lei para isto, ou desistir de ter superávit primário no ano que vem, levando à perda do grau de investimento do país. A estratégia do governo, por enquanto, é encaminhar a PEC ao Congresso. As informações são da Folha.



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29/08 - 08h26m


O Governo do Estado informou ontem que mais uma vez a Bahia demonstra seu potencial no mercado de geração de energia renovável, com a venda de 12 projetos de energia solar e um total de 324,8 megawatts (MW), o que representa um acréscimo de R$ 1,5 bilhão no setor de energia renovável.

O 1º LER 2015 (Leilão de Energia de Reserva) aconteceu na sexta-feira (28/08) e terá início do suprimento em 1º de agosto de 2017. No leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) foram contratados 30 empreendimentos. Além da Bahia, Piauí (9 projetos), Minas Gerais (5 projetos ), Paraíba (3 projetos) e Tocantins (1 projeto) estão entre os estados vencedores, totalizando uma potência de 833,8 MW.

Do total de projetos vendidos, 25 estão na Região Nordeste, local com vocação para empreendimentos de geração de energia a partir da fonte solar e com forte potencial econômico para o desenvolvimento da região. Este valor indica que 47% da potência comercializada para toda região está localizada na Bahia.

Após final do leilão, o Estado continua líder na contratação dos projetos fotovoltaicos, assim como aconteceu no 1º LER de 2014, no qual foram comercializados 14 projetos, adicionando 399,7 MW de potência no Sistema Interligado Nacional, quando em operação.

O LER, operacionalizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), apresentou um deságio médio de 12,17%. O preço teto do leilão foi R$ 349/MWh e valor médio da energia comercializada no certame foi R$ 301,64 /MWh.



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29/08 - 08h00m


O governo federal reestimou a expectativa de crescimento do PIB para o ano que vem para um patamar abaixo de 0,5%, o que afetou sua programação de receitas e despesas.

Segundo o relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR), o rombo no Orçamento de 2016 é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Na ocasião, a equipe econômica ainda trabalhava com uma projeção de alta de 1,3% para o PIB no ano que vem. Diante da piora das perspectivas para a economia, o governo reduziu em R$ 60 bilhões sua estimativa de receitas, afirmou o parlamentar.

Por outro lado, as despesas obrigatórias, que incluem gastos da Previdência e a folha de servidores, sofreram uma elevação de cerca de R$ 80 bilhões. Para cobrir o buraco uma das alternativas é a recriação da CPMF, que renderia R$ 60 bilhões aos cofres da União, segundo o parlamentar —Estados e municípios ficariam com uma fatia adicional.

"Não gosto da ideia, mas acho que o Brasil vai ter que pensar o que é mais nocivo para a sociedade: um pouco mais de carga tributária ou um sinal de que as contas não vão fechar", afirmou Barros. "É uma escolha imperfeita, tem que ver como se perde menos."

Segundo ele, o governo conta ainda para o ano que vem com R$ 35 bilhões em receitas extraordinárias com um programa de regularização de capitais não declarados mantidos no exterior. As informações são da Folha.



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29/08 - 07h37m


Um dos maiores especialistas do país em distribuição de renda, o economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV-RJ, disse que o Brasil vive um "filme dramático" após uma década de avanços. "Nossa trajetória positiva dos últimos anos está em risco."

Ex-presidente do Ipea e ex-ministro da SAE/PR, Neri diz que os mais pobres vinham "bombando" por conta do mercado de trabalho até o governo Dilma 2, que agora entra em uma espiral de rápido aumento do desemprego.

"Quando analisamos os motivos de a renda ter crescido e a desigualdade caído, não é tanto por causa do Bolsa Família ou do impacto do salário mínimo sobre a Previdência. O principal foi o peso da renda do trabalho, formal e informal", afirma.

Segundo ele, a renda do trabalho foi preponderante entre os 40% mais pobres e na média da população. "O pobre da última década não foi uma cigarra consumidora. Mas um trabalhador que teve grande evolução em sua renda por meio do seu esforço.

Neri afirmou que o “boom social” vivido entre  entre 2003 e 2013 ocorreu por conta de o PIB ter crescido de maneira relativamente contínua, o que não acontecia há muito tempo. Além disso, a renda das pessoas cresceu bem mais do que o PIB e o crescimento se deu mais forte na base da distribuição, com a redução da desigualdade.

Sobre política, o ex-ministro destacou não gostou da campanha eleitoral de Dilma e isso foi particularmente duro para quem estava lá dentro. “Houve um erro na campanha. Até mesmo da própria ótica de quem quer se manter no governo. Não vejo sentido em anunciar que você vai ser expansionista e depois virar conservador de uma hora para outra. Você acaba não ganhando nada com isso. O resultado foi o pior dos mundos. Entramos em uma grande armadilha”. As informações são da Folha.



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29/08 - 07h00m


Aumentam os temores sobre a desaceleração da economia chinesa, o que tem afetado os mercados internacionais.

Para muitos economistas, um menor crescimento chinês pode ocasionar uma fuga maior de recursos feitos por investidores internacionais no Brasil. Além disso, a forte desvalorização sofrida pela moeda da China reflete o medo das autoridades chinesas de que a meta de crescimento anual de 7% este ano não se realize.

Diante desse novo cenário econômico, o Diretor Executivo da Associação de Usuários dos Portos da Bahia – Usuport, Paulo Villa, afirmou ao Bahia Econômica que a crise da China deve afetar a Bahia, porém, ele crê que o estado não sofrerá grandes impactos.

“Devemos observar o que acontecerá. Em momento de recessão, a Bahia deve planejar uma infraestrutura eficiente. A preocupação deve ser focada na melhora do ambiente de negócios. Para isto, deveríamos aumentar a oferta de terminais portuários em Salvador e em Aratu e de maior número de prestadores de serviços da cadeia logística e, sobretudo, de operadores”, disse.

Sobre as exportações baianas, o Diretor destacou que a Bahia não é muito competitiva para os países da Ásia, já que não dispõe de linhas regulares de navegação de navios porta-contêiner. “Por conta disso, somente poucas cargas conseguem competir. Já a soja não depende de navios porta-contêiner, assim, não acredito que possa ser afetada na redução de importações pela China, por se tratar de alimento”, pontuou.



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28/08 - 20h01m


A presidente Dilma Rousseff criticou hoje (28) o que chamou de "minoria" que aposta sempre no "quanto pior, melhor".

"Tem muita gente no Brasil que tem orgulho de ser brasileiro, que tem otimismo em relação ao país, que sabe que este país tem condições de crescer, avançar. Falta muito a fazer? Falta. Mas nós mostramos que somos capazes. Essa é a maioria do Brasil. Agora, tem uma minoria que aposta sempre no quanto pior, melhor", disse a presidente em discurso em Caucaia (CE), onde entregou residências do programa Minha Casa Minha Vida.

A petista voltou a falar de programas sociais, como o Pronatec e Mais Médicos, e citou a inflação ao falar do Minha Casa Minha Vida. "Não vamos abrir mão das políticas que têm ajudado o povo brasileiro a melhorar da vida."

"Eu sei que estamos passando dificuldades. Muitos de vocês temem, acham que a situação está incerta, acham que a inflação ainda está alta, têm medo de perder o emprego. Quero dizer que meu governo pensa em duas coisas. Em como aumentar o emprego, garantir que o país volte a crescer. E reduzir a inflação, pois sabemos que a inflação corrói a renda do trabalhador", disse.

Dilma também voltou a falar sobre golpes e ditaduras, e citou a América Latina. "Não vamos deixar haver retrocesso neste país, nem no que se refere aos programas, nem o que se refere à questão da democracia. Nós todos sofremos as consequências de ter um país que não era democrático, que não respeitava as leis", disse. As informações são da Folha.



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28/08 - 19h22m


Comunicada de que havia irritado o vice-presidente ao deixá-lo de fora das tratativas sobre a recriação da CPMF, a presidente Dilma Rousseff telefonou nesta quinta-feira (27) para Michel Temer e pediu ajuda para defender a volta do imposto.

O vice, porém, criticou a proposta, disse que haveria muita resistência no Congresso e que não poderia fazer nada para levar a ideia adiante.

Segundo fontes ligada ao governo, a conversa foi bastante dura e classificada por aliados como "o primeiro embate direto" entre Dilma e Temer. Até agora, os dois mantinham uma relação distante, mas cordial.

A discussão sobre a volta do tributo sobre transações financeiras, extinto em 2007 e agora visto pela equipe econômica do governo como essencial para equilibrar as contas públicas, pegou Temer de surpresa.

Em viagem a São Paulo, o vice afirmou na quinta (27) que o tema era só "um burburinho", sem saber que Dilma estava reunida no Palácio da Alvorada com os ministros de sua equipe econômica e Arthur Chioro (Saúde) para discutir a real viabilidade de recriar o imposto.

Deputados e senadores afirmam que se o PMDB precisava de algo concreto para se afastar do governo encontrou: a CPMF. Segundo a assessoria do vice-presidente, porém, Temer nega que não vá colaborar com o governo. As informações são da Folha.



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28/08 - 19h01m


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse nesta sexta-feira (28) que as investigações da Operação Lava Jato não impactaram negativamente no PIB brasileiro, que caiu 1,9% em relação ao primeiro trimestre.

"Li comentários, não sei se esta semana ou passada, que essa enorme operação em curso Lava Jato teve impacto negativo de 2,2% no PIB brasileiro", afirmou ele, que participou da inauguração da nova sede da Procuradoria da República, em Porto Alegre.

"Não consigo entender, confesso minha limitada inteligência. Não consigo entender como uma investigação que apura um sistema de corrupção pode impactar negativamente no PIB brasileiro. Ao contrário, o que impactou negativamente foi o esquema de corrupção".

O procurador-geral também disse que o país vive uma crise "com certeza" e que está diante de um "descomunal caso de corrupção". "Pela primeira vez enfrentamos corruptos e corruptores. Enfrentamos o poder econômico e político no exercício do poder. Não é fácil", disse Janot.

Janot também fez uma associação entre a corrupção no setor da construção civil, cujo PIB caiu 8.4%, e a inauguração do imóvel da Procuradoria. "Que esse prédio signifique que a corrupção nesse pais não é uma atividade que atinge o país como um todo", disse. As informações são da Folha.



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28/08 - 18h34m


A forte contração do PIB no segundo trimestre, acompanhada da revisão para baixo dos dados dos primeiros três meses do ano, levou economistas a reduzirem suas projeções para o desempenho da economia em 2015.

A expectativa, afirmam, é de que ainda haja retração econômica neste trimestre e na segunda metade do ano. Segundo os analistas, indicadores divulgados sobre os meses de julho e agosto são pouco animadores. São dados de emprego, inflação, confiança, produção, estoques entre outros. As projeções dos economistas para o desempenho do PIB neste ano variam entre -2,3% e -3,0%. Antes, as previsões ficavam em torno de -2%.

Entres os indicadores da economia que deram sinais negativos no segundo semestre, a confiança do consumidor recuou 1,7% na passagem de julho para agosto, atingindo 80,6 pontos. Foi o quinto recorde negativo este ano, segundo a FGV. Nas indústrias, o segundo semestre começou com queda na produção da indústria, juros elevados e desemprego crescente.

"Os dados forçaram uma revisão na projeção de PIB para 2015, de -2% para -2,5%. A forte revisão da contração no primeiro trimestre e um comportamento negativo do consumo das famílias já no início do ano também surpreenderam. E esse indicador deve cair mais forte nos próximos trimestres, prejudicado pelo ajuste no mercado de trabalho", avaliou André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.

"No terceiro trimestre deste ano, na comparação ao segundo trimestre, a queda do PIB será de 0,4%. Essa queda dará a impressão de algo melhor, mas na comparação com o ano passado será pior, com queda de 3,1% do PIB. O terceiro trimestre seguirá sendo de piora nos investimentos e no consumo. Este, especialmente, deve dar um tom bem forte de baixa para a economia até o ano que vem. Por isso, reduzimos nossa projeção para o PIB em 2015 de queda de 2,1% para contração de 2,5%", disse Sérgio Vale, economista da MB Associados. As informações são da Folha.



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28/08 - 18h00m


Em discurso ao participar da cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Caucaia (CE), a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (28) que o país irá superar a crise sem "nadinha" de amargura e ódio. Ela também pediu "muito amor no coração" para o Brasil vencer as dificuldades.

Em meio a uma crise econômica, Dilma tem dito em eventos dos quais participa que as dificuldades enfrentadas pelo Brasil são "momentâneas" e que o governo tem adotado medidas para superá-las. Ao considerar 2015 um ano de "travessia" no cenário econômico, a presidente tem declarado que nos próximos anos será possível retomar o crescimento e a geração de empregos com redução da inflação.

"O Brasil, hoje, é um país democrático e um país que sabe superar suas dificuldades. Como todos os países do mundo, nós temos a garra de superar as nossas dificuldades. Mas tem uma característica especial: nós superamos isso com muita esperança e muito amor no coração, e com nadinha de amargura ou de ódio. Nós somos um país tolerante, que respeita os outros e que quer ver seus filhos e filhas sendo criados em um mundo de paz", declarou.

Ao ser anunciada no evento, a presidente foi ovacionada pela plateia, formada em sua maioria por beneficiários do Minha Casa, Minha Vida. Antes de iniciar seu discurso, Dilma assistiu aos presentes entoarem o grito de "não vai ter golpe!", assim como tem ocorrido em outros eventos dos quais ela participa.



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28/08 - 17h54m


A Secretaria de Infraestutura Hídrica e Saneamento (SIHS) vai beneficiar, neste sábado (29), 641 moradores de localidades rurais dos municípios de Riachão das Neves e Santa Rita de Cássia com a inauguração de sistemas simplificados de abastecimento de água, com recursos que somam R$ 640 mil. As cerimônias contarão com a presença do secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, e do presidente da Cerb, Marcus Bulhões
 
Em Santa Rita de Cássia, a 869 quilômetros de Salvador, um total de 102 habitantes das localidades de Caraíba e Laranjeiras, passarão a ter acesso a água potável. O investimento foi de R$ 400 mil. As obras compreendem implantação de adutoras, construção de reservatórios, sistemas de tratamento da água por cloração, redes de distribuição (3.900 metros para Caraíbas e 990 metros para Laranjeiras) e ligações domiciliares. A água captada para abastecer os dois sistemas vem de dois poços artesianos perfurados pela Cerb.
 
Já em Riachão das Neves, a SIHS leva água para as torneiras de 539 moradores da localidade de Barra do Riacho. Os recursos investidos foram da ordem de R$ 240 mil. Conforme explicou o secretário Cássio Peixoto, uma estação de captação flutuante no Rio Grande foi construída, onde a água passa por uma adutora de 2.150 metros, aliada à estação de tratamento com casa de química, dois reservatórios elevados, rede de distribuição com extensão total de 4.523 metros e 158 ligações domiciliares.
 
Peixoto reforça não ter dúvidas de que ações como estas só aumentam a qualidade de vida dos que residem nestas comunidades, onde a água é um recurso valioso para a sobrevivência da população e o desenvolvimento local. “Sem falar que a água de qualidade, a água tratada reflete diretamente na saúde dessas pessoas. E a SIHS, o Governo do Estado, tem se empenhado para mudar a realidade dos moradores dessas localidades rurais mais carentes, mais sofridas”. Para o presidente da Cerb, Marcus Bulhões, “garantir o acesso à água para as populações dispersas é uma das metas do Programa Água para Todos”.


 


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28/08 - 17h10m

 
O desempenho da economia brasileira no segundo trimestre colocou o Brasil na 33º posição em uma lista de 35 países, segundo ranking elaborado pela agência de classificação de risco braisleira Austin Rating. O Produto Interno Bruto (PIB) recuou 1,9% no segundo trimestre, em relação aos três meses anteriores, e o país entrou na chamada "recessão técnica", que ocorre quando a economia registra dois trimestres seguidos de queda. 
 
No comparativo contra o 2º trimestre de 2014, o tombo foi de 2,6%. No ranking da Austin Rating, que considera o desempenho na comparação com o mesmo período do ano anterior, o Brasil ficou à frente somente da Rússia e a Ucrânia, que amargaram retração de 4,6% e 14,7%, respectivamente.A China lidera o ranking, com um crescimento de 7%, seguida por Filipinas (5,6%) e Malásia (4,9%).
 
"Se confirmado nossa estimativa de retração do PIB brasileiro no biênio 2015-2016 será o pior desempenho econômico do Brasil em 85 anos. Ou seja, a última vez que o Brasil anotou queda do PIB por dois anos consecutivos foi em 1930 (-2,1%) e 1931 (-3,3%) refletindo, em parte, o crash da bolsa de Nova York em 1929 e o ambiente político nacional conturbado com o fim da oligarquia paulista devido a revolução de 1930", destaca a Austin Rating.


 


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28/08 - 16h56m

 

A medida do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Incra de atualizar a instrução normativa, que estabelece as diretrizes para a identificação de imóveis para a reforma agrária, foi destacada pelo deputado federal Valmir Assunção (PT-BA). “Esta instrução foi fruto de longos debates realizados pelo Grupo de Trabalho Jurídico estabelecido para esta finalidade. Isto depois da identificação de que processos anteriores de obtenção de áreas precisavam de atualização e desburocratização, a partir do que a Constituição de 1988 estabelece como função social da propriedade rural”, explica.
 
Ainda conforme o parlamentar “a função social da propriedade não indica, somente, a produtividade de uma área como critério”. Para Assunção, a legislação trabalhista e a legislação ambiental também são condicionantes que autorizam o poder público a avaliação de que determinada área não cumpre sua função social. “E se ela não cumpre a sua função social, a Constituição é clara! Ela deve ser destinada à reforma agrária”, completa.
 
Valmir criticou a posição da Frente Parlamentar do Agronegócio de questionar a instrução normativa. “Como era de se esperar, a bancada ruralista do Congresso Nacional, cujo esforço máximo é impedir que a democracia se estenda ao campo brasileiro, não só se coloca contra a esta instrução normativa, como ameaça o governo federal caso a medida não seja revogada. Não podemos sucumbir a este tipo de ação do latifúndio. Não estamos aqui para isso”, enfatiza o parlamentar petista.

 


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28/08 - 16h52m

 
Os fluxos de capitais nos países emergentes caíram em agosto, tornando-se negativos, segundo dados publicados pelo Instituto de Finanças Internacionais (IIF).Os fluxos foram negativos na ordem de 4,5 bilhões de dólares em agosto, o patamar mais baixo de 2015, anunciou a entidade em nota divulgada nesta sexta-feira. Esses fluxos eram positivos, de 6,1 bilhões de dólares, em julho. 
 
O IIF atribui a fuga de capitais sobretudo às inquietudes sobre a China.Só no dia 24 de agosto, quando as bolsas mundiais despencaram, as fugas de capitais dos sete países para os que a IIF estabelece estatísticas diárias, chegaram a 2,7 bilhões de dólares. Trata-se de uma quantidade similar à alcançada na semana de 17 de setembro de 2008, após a quebra do banco americano Lehman Brothers, que precipitou a crise financeira, afirmou a mesma fonte.
 
Durante os quatro últimos meses, os fluxos de capitais para os países emergentes se estabeleceram, em média, em menos de 3 bilhões de dólares ao mês, em relação aos 22 bilhões dos cinco anos anteriores.Essas fugas de capitais são constituídas principalmente por ações da Bolsa, com um fluxo negativo de 8,7 bilhões de dólares, enquanto foram de 100 milhões de dólares em julho. Para os títulos, os fluxos se mantiveram positivos, a 4,2 bilhões, mas em baixa em relação ao mês anterior, quando chegaram a 6,2 bilhões.
 
"O anúncio de um regime de câmbio orientado ao mercado e a desvalorização associada ao iuane em 11 de agosto somaram-se às inquietudes sobre as economia chinesa e desencadeou uma volatilidade geral, uma depreciação das divisas dos países emergentes e vendas muito significativas de títulos dos países emergentes", afirmou a IIF em comunicado.


 


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28/08 - 16h18m


 

Com investimentos privados de R$ 106 milhões, Vitória da Conquista, com 340 mil habitantes, no Sudoeste baiano, inaugurou, nesta sexta-feira (28), o Parque Logístico do Sudoeste (PLS), com 104 lotes comerciais, distribuídos em uma área total de 400 mil metros quadrados. O empreendimento é um condomínio multiuso, com o objetivo de atender às necessidades de empresas de logística, prestação de serviços, comércio, atacadistas, distribuidoras, indústrias não poluentes, além de áreas reservadas para posto de combustível, pousada e centro automotivo. 
 
“Quem quiser tomar uma overdose de otimismo tem que vir a Vitória da Conquista. Os empresários da Kubo Engenharia, Prates Bomfim e Gráfico, responsáveis pelo empreendimento, demonstram na prática que a receita para superar a crise é investir no futuro. Este é um empreendimento que reforça a pujança do município na economia da Bahia, responsável por 25% das cargas que entram no Estado e uma microrregião que abarca mais de 2 milhões de pessoas”, destacou o secretário de Desenvolvimento da Bahia, Jorge Hereda, representando o governador Rui Costa na solenidade. 
 
Hereda diz que os números falam por si para demonstrar a força econômica de Conquista. “No Distrito Industrial do Imborés, 57 empresas estão em processo de implantação ou ampliação, representando investimentos de R$ 110 milhões e geração de 2.600 empregos diretos. Mais de 12 mil unidades do Minha Casa, Minha Vida foram construídas nos últimos anos, 70% das lojas do novo Shopping Boulevard já estão vendidas e o município recebeu investimentos públicos de mais de R$ 1 bilhão”, diz Hereda.
 
O Parque Logístico do Sudoeste está localizado a cerca de 2,6 quilômetros do novo aeroporto da cidade e a 1,8 quilômetro do anel viário. “Contamos com o apoio do Governo da Bahia no estudo de viabilidade logística e do Governo Federal na questão do acesso à BR-116, além do comprometimento da Prefeitura de Conquista no licenciamento do empreendimento, que é uma grande aposta no desenvolvimento da Bahia e do município”, diz Luciano Bomfim, diretor do Parque Logístico do Sudoeste.


 


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28/08 - 15h59m

 
A polêmica sobre a adesão ou não ao horário de verão pelo estado da Bahia vem à tona todos os anos e divide opiniões. Por essa questão, o vereador de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT), sugere que antes de qualquer decisão, o governo estadual deve fazer uma consulta simples à população. “É polêmico e divide a população. Para alguns a mudança de horário não faz diferença, mas para outros é um momento de adaptação que demora para acontecer, desregula os hábitos diários e muda parte do cotidiano de trabalhadores que precisam levantar uma hora mais cedo para ir para o serviço”, aponta.
 
Para o vereador petista, a intenção “é mensurar e avaliar quais pontos são considerados pela população acerca do horário de verão, não apenas se são contra ou a favor”. Suíca diz que diferentes setores o procuraram para tratar do assunto. Ainda conforme o edil, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu em 18% o valor da tarifa da bandeira vermelha, taxa cobrada aos usuários que pagam o custo mais alto de energia.  “Isso já auxilia a reduzir ainda mais do gasto com energia. O horário de verão na verdade beneficia os grandes empresários, para o trabalhador acredito que não seja uma medida bem vinda”, disse.
 
Conforme a Aneel, isso corresponde a uma redução de dois pontos percentuais no custo da conta de luz. “Pode ser que na lógica essa redução também chegue aos usuários, mas por outras políticas adotadas pelo governo federal”. A decisão da agência foi adotada devido à redução no custo de produção de energia decorrente do desligamento de 21 termelétricas, com custo variável unitário maior que R$ 600 MWh, aprovada no início deste mês.


 


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28/08 - 15h44m


O IBGE divulgou nesta sexta-feira, as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros.  O município de  Salvador com 2,9 milhões de habitantes é o 3o mais populoso do país. São Paulo, com 12,0 milhões de habitantes,  e Rio de Janeiro  com 6,5 milhões são os municípios mais populosos do país.
 
Feira de Santana ocupa o 17o lugar entre os 20 municípios mais populosos do país, com 617,5 mil habitantes, exceto as capitais. A Região Metropolitana de Salvador é a 7a mais populosa do país, com 3,9 milhões de habitantes, população um pouco inferior a RM de Fortaleza e superior a RM de Recife, com dados referentes a 2014.
 
A RM de São Paulo é a mais populosa do país, com 21,1 milhões de habitantes, seguida da RM do Rio de Janeiro (12,3 milhões de habitantes), Belo Horizonte (5,8 milhões de habitantes), Porto Alegre (4,3 milhões de habitantes) e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (4,2 milhões de habitantes). 

Veja Também: Bahia tem 15,2 milhões de habitantes. Veja os municípios mais populosos

 



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28/08 - 15h40m


 

Cerca de 50 encostas estão em obras em Salvador promovidas pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Defesa Civil (Sindec), com investimentos que superam o montante de R$50 milhões. Duas delas foram vistoriadas pelo prefeito ACM Neto e equipe na manhã desta sexta-feira (28), em São Tomé de Paripe: a do Alto da Igreja e a da 2ª Travessa do Alto das Pontes. A comitiva também aproveitou para vistoriar outras obras na região de Paripe, no Subúrbio Ferroviário.
 
Com 50% das intervenções concluídas, a encosta do Alto da Igreja de São Tomé de Paripe possui investimento de R$1,75 milhão, com intervenção realizada em três etapas. As obras englobam técnicas de solo grampeado, revestimento vegetal e alvenaria de pedra. Já a encosta do Alto das Pontes começou a receber contenção esta semana, com investimento de R$475 mil e utilização de técnicas de solo grampeado, revestimento vegetal e revestimento em concreto simples. A previsão é de que ambas sejam concluídas em seis meses.
 
O prefeito ACM Neto fez um balanço das intervenções nas áreas de risco da cidade, sendo que 15 das encostas passaram ou passam por obras neste momento com recursos municipais desde 2013. Outras 18 estão com recursos requisitados junto ao Ministério da Integração Nacional para execução e mais 20  estão em fase de obras ou de liberação de recursos pelo Ministério das Cidades. “Além destas, outras seis novas encostas devem ter recursos liberados a partir da próxima semana pelo Ministério das Cidades, todas elas localizadas nas áreas mais afetadas pelas chuvas este ano em Salvador”, acrescentou o prefeito, com investimento previsto de R$31 milhões.


 


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28/08 - 15h28m



Os investimentos registraram o oitavo trimestre seguido de baixa, chegando a 8,1% e arrastando o PIB para baixo, pelo segundo trimestre seguido. Mas a despesa de consumo do governo, que diz estar cortando na carne,  cresceram 0,7% na mesma base de comparação.

O consumo das famílias caiu novamente no segundo trimestre, desta vez 2,1% ante o primeiro trimestre, feitos os ajustes sazonais, . No primeiro trimestre, o consumo das famílias já havia recuado 1,5%, ante os três últimos meses do ano passado.

O resultado do intervalo entre abril e junho foi pior que a média de projeções coletadas pelo Valor Data, que na média estimava queda de 1,5% para esse componente do PIB. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, o consumo das famílias caiu 2,7%.

Economistas entrevistados pelo Valor já previam que o baque sentido pelo mercado de trabalho levaria o consumo das famílias a cair novamente no segundo trimestre. A perda de ritmo da atividade aumentou o desemprego, cenário que, somado à inflação ainda alta e à elevação dos juros, reduziu a capacidade de compras dos brasileiros. As informacões  são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE

Veja Também: PIB do Brasil cai 2,1% e país está em recessão técnica

 



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28/08 - 15h15m

 
Os resultados das contas públicas estão fortemente influenciados neste ano pela economia em recessão, segundo informações do chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha. De acordo com o BC, o setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 10,019 bilhões em julho,o pior resultado para o mês na série histórica iniciada em dezembro de 2001.
 
Em 12 meses encerrados em julho, o setor público registrou déficit primário de R$ 50,996 bilhões, o que corresponde a 0,89% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no paí).O superávit primário, economia de recursos para pagar os juros da dívida pública, ajuda a conter o endividamento do governo no médio e longo prazos. As dificuldades em cortar gastos e em aumentar as receitas fizeram a equipe econômica reduzir para R$ R$ 8,747 bilhões (0,15% do PIB) a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) para 2015.
 
Desse total, 0,10% – R$ 5,8 bilhões – correspondem ao Governo Central. A meta anterior do setor público era R$ 66,3 bilhões ou 1,1% do PIB.Segundo Rocha, estados e municípios devem contribuir menos com o resultado fiscal neste segundo semestre. “Em termos de resultados fiscais, há uma sazonalidade e os resultados tendem a ser mais favoráveis na primeira metade do ano e menores na segunda metade, por concentração de despesas”, afirmou.
 
Em julho, os gastos com juros chegaram ao maior resultado para o período, alcançando R$ 62,753 bilhões, e acumulando R$ 288,623 bilhões nos sete meses do ano. Esse resultado foi influenciado pelas perdas do BC com operações de swap cambial (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro).As perdas chegaram a R$ 23,9 bilhões no mês passado. No ano, elas atingiram R$ 57 bilhões. Nos meses em que o dólar sobe, o BC tem prejuízo com as operações de swap. Os resultados são transferidos para os juros da dívida pública. Rocha acredita que as projeções do mercado financeiro indicam que a dívida bruta deve crescer este ano, manter a trajetória de elevação em 2016 e apresentar estabilidade em 2017.


 


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28/08 - 14h57m




O PIB do setor de Construção Civil na Bahia caiu 4,7% no primeiro semestre de 2015, em relação ao mesmo período do ano anterior, uma redução maior que à verificada em nível nacional de 5,5%. No segundo trimestre a queda foi de 5,6%, enquanto em nível nacional a queda foi maior de 8,2%. 

Com isso,  foram eliminados 19,8 mil trabalhadores no setor, que lidera a eliminação de postos de trabalho na Bahia. O PIB do Comércio sofreu queda de 6,7% no primeiro semestre de 2015, em relação a 2014, mas queda foi menor do que a verificada em nível nacional de 7,2%.

O comércio na Bahia já eliminou 6,9 mil postos de trabalho no primeiro semestre de 2015. As informações são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais – SEI.
 



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28/08 - 14h43m


O líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho, afirmou há pouco que a queda de 1,9% do PIB no segundo trimestre comprova que o PT destruiu as bases econômicas do País.

"A gestão do PT é um desastre econômico, que jogou o País na maior recessão dos últimos 25 anos. Infelizmente, quem paga a conta são os brasileiros com desemprego crescente, inflação galopante, reflexos do quadro de recessão", criticou.

Ele destacou que o resultado trimestral do PIB é o pior desde o primeiro trimestre de 2009. “Desde que assumiu o governo, o PT especializou-se em destruir as bases econômicas do País”, afirmou. “Infelizmente, vai demorar para reconquistar uma posição que já tivemos e retomar a rota do crescimento”, completou.

Os números do IBGE mostram que, no primeiro trimestre de 2015, o PIB já havia encolhido, cenário que configura o que os economistas chamam de recessão técnica. O líder Mendonça Filho lamentou que, pela ótica da despesa, continua o desastre da rubrica investimento, com queda de 8,1%. “A taxa de investimento da economia caiu, em apenas um ano, de 19,5% do PIB para 17,8%. Isso reflete o total desalento do setor produtivo. Assim fica muito mais distante qualquer recuperação”, disse.

 “Provavelmente, teremos mais uma queda no PIB no próximo ano, queda que levaria o País ao pior período recessivo de sua história”, frisou.



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28/08 - 14h28m

 

O PIB da Bahia caiu 0,5% no segundo trimestre de 2015 na comparação com o primeiro trimestre de 2015, caracterizando que a economia baiana está em recessão técnica. Mas a queda foi menor que a apresentada em nível nacional, pois o PIB brasileiro recuou 1,9%.

No primeiro semestre de 2015 a economia baiana registrou queda de 1,5% em relação ao primeiro semestre de 2014, enquanto no Brasil a queda do PIB no semestre  foi de 2,1%.O crescimento da Agropecuária de 7,4% evitou uma queda maior do PIB, mas a Indústria caiu  3,9% e o setor de serviços, que responde por mais de 65% do produto, também apresentou queda de 1,3%, na comparação do primeiro semestre de 2015, com o mesmo período do ano anterior
 
Já na comparação com o mesmo trimestre de 2014, o PIB baiano recuou 1,9% enquanto o brasileiro registrou retração de 2,6%. O setor industrial registrou retração de 6,4% no trimestre e 3,9% no primeiro semestre, com queda na indústria de transformação de 13,5% no trimestre e 8,6% no semestre.
 
O setor de serviços também teve desempenho negativo com retração de 1,3% tanto no segundo trimestre quanto no acumulado do primeiro semestre. O destaque negativo foi a queda de 6,7% no comércio, puxada pela diminuição no ritmo de consumo das famílias. As informações são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais – SEI.

Veja Também:  PIB da Construção Civil na Bahia cai 4,9% e Comércio cai quase 7%
 



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28/08 - 14h00m


Presidente da Comissão do Pacto Federativo do Senado, o petista Walter Pinheiro (BA) disse que firmará posição contra a volta da CPMF, derrubada pelos senadores em 2007.

"Sou radicalmente contra, o imposto vai explodir a inflação e aumentar ainda mais a retração econômica", criticou ele, ao avaliar que a proposta, da forma que foi articulada, não tem a "menor chance de lograr êxito".

Pinheiro, que tem conversado com frequência com os ministros da Fazenda, Joaquim, Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, em busca de soluções para a melhoria do ambiente econômico, se disse surpreendido com a proposta.

Na terça-feira, por exemplo, ele disse ter conversado com Nelson Barbosa sobre a reforma do ICMS e ontem recebeu em seu gabinete assessores da equipe de Levy para discutir a proposta que reduz a alíquota do imposto.

O senador chegou a ponderar se há "falta de rumo" no governo, uma vez que vinha conversando com a equipe econômica sobre a proposta de reforma do ICMS a fim de reforçar o caixa da União, dos Estados e dos municípios. Em nenhum momento, segundo ele, se falou na Contribuição Interfederativa da Saúde (CIS), novo nome para a CPMF.

Segundo o Pinheiro, em nenhum momento foi dito ou mesmo cogitado nas conversas recentes a adoção da CIS para melhorar a arrecadação do governo. Uma das críticas dele à proposta é que penaliza o consumidor, uma vez que atinge toda a cadeia produtiva em cascata. As informações são do Estadão.



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28/08 - 13h50m

 
A redução de 18% no valor da tarifa da bandeira vermelha, o indicador que engloba os usuários que pagam o custo mais alto de energia, foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a decisão, o valor adicional para cada 100 kWh consumidos cai de R$ 5,50 para R$ 4,50. A mudança entra em vigor em 1º de setembro.A decisão foi adotada em razão da redução no custo de produção de energia decorrente do desligamento de 21 termelétricas, com custo variável unitário maior que R$ 600 MWh, aprovada no início deste mês.
 
Devido ao aumento dos custos de geração, a diretoria da Aneel entendeu que o uso das bandeiras deve refletir o cenário de disponibilidade da geração e não os problemas de caixa das distribuidoras."Não podemos confundir o conceito do fundamento das bandeiras com o alívio de caixa. O valor arrecadado com as bandeiras deve cobrir o valor da geração termelétrica. Para outras razões de [alta de] custo existem outros mecanismos de compensação", disse o diretor da Aneel Reive Barros dos Santos, relator do caso.
 
Para o diretor Tiago Correia, os consumidores responderam ao instrumento das bandeiras, reduzindo o consumo e fazendo investimentos, como a substituição de lâmpadas incandescentes pelas de led, o que justifica a redução do valor da bandeira.O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, ressaltou que a redução não representa melhora no quadro de geração de energia do país. "O cenário não é favorável à mudança da bandeira. Não é um cenário provável. Não estamos dando nenhuma sinalização de que o consumidor possa relaxar na sua prátrica de uso da energia. A sinalização ainda é de cuidado com o consumo e de uma situação adversa", alertou Rufino.


 


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28/08 - 13h48m



O governador Rui Costa participa nesta sexta-feira (28), em Fortaleza, de um jantar com a presidente Dilma Rousseff e outros governadores do Nordeste. Na reunião a presidente Dilma Rousseff vai pedir apoio aos governadores do Nordeste para a recriação da CPMF.

A recriação de um tributo para financiar a saúde é um pleito oficial dos governadores do Nordeste. Eles apresentaram a reivindicação em carta entregue em mãos para Dilma em uma reunião com a mandatária ocorrida no final de março, em Brasília.

A presidente vai se comprometer a dividir o novo impostos com os Estados e municípios, e deve ter o apoio de todos os governadores. 



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28/08 - 13h33m


 

A Bahia aderiu, nesta sexta-feira (28), ao Projeto de Audiência de Custódia, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que, entre outras medidas, exige a apresentação de presos em flagrante a um juiz, na presença de um advogado ou defensor público, no prazo de 24 horas depois de terem sido detidos. A iniciativa permite mais agilidade na análise da legalidade e das necessidades de se manter a pessoa detida presa e decidir sobre o relaxamento da prisão ou prisão preventiva, liberdade provisória ou medidas cautelares. 
 
O termo de adesão foi assinado pelo governador Rui Costa em cerimônia com a presença do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, e do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o desembargador Eserval Rocha, na sede do TJ-BA, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.Embora tenha sido o 16º estado brasileiro a aderir ao projeto, lançado em fevereiro deste ano pelo CNJ, a Bahia foi pioneira nesse tipo de ação ao inaugurar, em 2013, - o ‘Núcleo de Prisão em Flagrante’. Com a iniciativa realizada nesta sexta-feira, a prática estadual será aprimorada em conformidade com o que começou a ser realizado em outros estados, e, a partir de agora, a apresentação do preso torna-se obrigatória. 
 
O objetivo é reduzir a quantidade de presos provisórios, diminuindo a população carcerária e os gastos com a manutenção dos que ficariam detidos desnecessariamente. No estado, o Núcleo já promove audiências como as de custódia, porém, a partir de agora, a apresentação do preso torna-se obrigatória. Isso permite um tratamento mais humanitário ao preso, o que já tem trazido resultados expressivos em todo o Brasil, segundo o ministro.Lewandowski destacou ainda o pioneirismo da Bahia e disse que, com a medida, tem havido 50% menos de prisões provisórias e que até o final deste ano as audiências devem evitar o encarceramento de 120 mil brasileiros.

“Essas pessoas respondem aos seus processos com medidas alternativas ao encarceramento. Os presídios devem ser reservados aos criminosos violentos e que oferecem risco à sociedade. Não podemos trabalhar para alimentar a cadeia e o sistema carcerário, aprisionando pessoas que cometeram crime de menor potencial ofensivo e que podem cumprir suas obrigações de outra maneira". Para o desembargador Eserval Rocha, o que muda para a Justiça baiana é a possibilidade de expansão do programa, já que, segundo ele, o apoio e parceria com o CNJ é fundamental. "Estamos com um local, em Salvador, com mais de dois mil metros quadrados para sediar esse programa e, com o Conselho, será possível a aquisição de materiais, principalmente de T.I.", explicou o presidente do TJ-BA.


 


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28/08 - 13h14m

O chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Fernando Rocha, afirmou nesta sexta-feira, 28, ao comentar os resultados fiscais de julho, que, em praticamente todas as bases de observação, o País registrou os piores resultados da série do BC, que teve início em dezembro de 2001. O déficit de julho, por exemplo, é o pior para o mês da série, assim como os resultados acumulados do ano são os piores para o período.

Ainda nos comparativos acumulados em 12 meses até julho, tanto o déficit em valores quanto em porcentual do Produto Interno Bruto (PIB) são os maiores já registrados pela instituição para o período. O mesmo recorde negativo foi verificado no caso do resultado nominal deficitário em 12 meses até o mês passado.

O técnico salientou que as despesas de julho estão "bastante impactadas" pelas operações de swap cambial. O BC voltou a ter prejuízo com esse instrumento no mês passado, de R$ 23,906 bilhões, pelo efeito caixa. Em junho, o resultado havia sido positivo em R$ 8,125 bilhões, depois de ter registrado perdas de R$ 22,065 bilhões em maio.

Pela primeira vez, a instituição passou a divulgar também o resultado do swap cambial pelo efeito competência. Por essa perspectiva, as perdas foram ainda maiores, de R$ 29,645 bilhões. Pelo conceito de competência, o cálculo inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de sua liquidação financeira, que ocorre no dia útil seguinte. No acumulado de 2015 até o mês passado, o prejuízo da instituição com essas operações está em R$ 57,040 bilhões pelo conceito caixa e R$ 66,671 bilhões por competência.

 



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28/08 - 12h48m


Em entrevista à uma rádio na manhã desta sexta-feira (28), o vereador e jurista Edvaldo Brito (PTB) falou sobre uma possível volta da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) proposta pelo governo federal. “Eu vejo que nós estamos descumprindo a magna carta, e por isso escolhi esse tema para agora de manhã, entro às 10h para a conferência sobre essa coisa horrorosa dessa CPMF. Antes era um imposto chamado provisório, e dizíamos que nada de provisório existia em matéria de imposto, o imposto quando entra o governo passa a ficar acomodado e ele permanece”, afirmou.

“Agora querem criar novamente, alguns dizem que deve ser criado por conta da crise, acho que isso é um problema psicológico, isso atrasa o país.

Mas não é não, ninguém aguenta mais pagar o imposto, com crise ou sem crise. De modo que sou contra, vou lutar novamente como lutei antes e se criar vou derrubar novamente como antes”, acrescentou.

Segundo Edvaldo, quando o governo cria imposto nunca é provisório. “Mentira, o fim social começou com 0,5% terminou com 5%. Vai ser a mesma coisa aqui, depois os municípios, coitadinhos, vão soltar a constituição de 88”, disse.  



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28/08 - 12h25m

O termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção - indica perspectivas regulares do setor para o mês de agosto de 2015 e melhores projeções para setembro.

A pesquisa indica que 44,5% das empresas esperam resultados regulares ao final das vendas de agosto. Já para 40,7% o período vai apresentar negócios ruins. Os extremos da pesquisa qualitativa estão equilibrados, com 7,4% das indústrias indicando agosto como um bom mês e a mesma porcentagem indicando o período muito ruim.

As projeções de regularidade se expandem em setembro, com 55,6%. O nono mês do ano será ruim para 29,6%, bom para 11,1% e ruim para 3,7%.

“A utilização da capacidade instalada caiu para o menor nível desde o início da série em 2007. Por sua vez o nível de estoques tem se reduzido indicando um equilíbrio entre a demanda e a oferta. Esse equilíbrio deve resultar em um realinhamento dos preços da indústria no mercado, que no momento estão crescendo 40% menos que a inflação da economia como um todo. Historicamente os preços dos materiais acompanham os da inflação da economia. Por essa razão acredito ser um momento favorável para as famílias realizarem as reformas e as lojas de materiais recomporem estoques”, informa Walter Cover, presidente das ABRAMAT.

A sondagem entre as empresas associadas indica que 3,7% está otimista sobre as ações do Governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. No mês anterior o otimismo estava em 0%.

Quando perguntados sobre investimentos nos próximos 12 meses, 40,7% dos empresários do setor disseram que pretendem investir, sendo 11,1% em aumento da capacidade e 29,6% em modernização dos meios de produção.



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28/08 - 12h09m


As obras de contenção de encostas que serão realizadas pelo Governo do Estado na Rua Alto do Pará, Largo do Tanque, em São Caetano, vão beneficiar 119 famílias. A autorização para início imediato dos serviços será assinada nesta segunda-feira (31), às 8h30, pelo governador Rui Costa. Vão ser investidos R$ 2,15 milhões em São Caetano e a previsão é que as obras sejam concluídas em 12 meses.

Logo após a assinatura da ordem de serviço, Rui Costa faz uma inspeção, às 10h, na encosta do Alto do Bom Viver, no Lobato, cuja primeira etapa já foi concluída, e tem início agora a segunda fase da obra, com investimento da ordem de R$ 7,47 milhões.

Às 11h, na Avenida Península Joanes, também no Lobato, Rui visitará o Colégio da Polícia Militar.



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28/08 - 12h05m


A presidenta Dilma Rousseff assina nesta sexta (28) a ordem de serviço de um lote da Ferrovia Transnordestina, que vai interligar dois portos do Nordeste ao sertão do Piauí. O empreendimento faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento e vai entregar 1.753 quilômetros (km) de ferrovias, que farão conexão entre os portos de Pecém, no Ceará, de Suape, em Pernambuco, e a cidade piauiense de Eliseu Martins.

Durante o evento, à tarde, ao lado de empresários locais, a presidenta dará início às obras do Lote 4 do trecho Missão Velha-Pecém. Mais três dos 11 lotes da parte cearense da ferrovia, que terá 526 km, estão em obras e sete ainda não começaram. Assim como as demais etapas do contrato, a execução ficará por conta da empresa Transnordestina Logística S.A.

O trecho que terá as obras iniciadas hoje tem 50 km e compreende os municípios de Acopiara e Piquet Carneiro. O lote faz parte do eixo cearense da ferrovia, que tem como objetivo escoar a produção agrícola e mineral da região, promovendo a exportação dos produtos brasileiros pelo Norte do país. Nos últimos anos, o governo federal tem investido em novas rotas de escoamento que fujam da forte concentração atual nas regiões Sul e Sudeste.



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28/08 - 11h55m
 
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na manhã desta sexta-feira, 28, em entrevista à Rádio Itatiaia em Montes Claros, região norte de Minas, que, se for preciso, poderá disputar a Presidência da República em 2018. "Não posso dizer que sou nem que não sou candidato. Sinceramente, espero que outras pessoas sejam candidatas. Agora, uma coisa é certa: se a oposição acha que vai ganhar, que não vai ter disputa, e que o PT está acabado, ela pode ficar certa do seguinte: se for necessário eu vou para a disputa e vou trabalhar para que a oposição não ganhe as eleições".
 
Lula participou nesta quinta, 27, em Montes Claros, do 1º Encontro dos Povos das Gerais, para discussão de políticas para comunidades indígenas, quilombolas e populações ribeirinha. Hoje, o ex-presidente participa, em Belo Horizonte, da abertura do Congresso da Central Única dos Trabalhadores (CUT). O ato será em conjunto com um encontro da União Estadual dos Estudantes (UEE).


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28/08 - 11h16m
 

 
A bolsa iniciava a sexta-feira (28) no vermelho após três sessões consecutivas de alta do Ibovespa, com o mercado repercutindo a queda maior que a esperada do Produto Interno Bruto (PIB) do país no segundo trimestre.
 
Às 10h33, o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, recuava 1,56%, a 46.972 pontos.O índice é pressionado principalmente por Itaú Unibanco e Bradesco e em linha com a queda dos futuros do índice norte-americano S&P 500.
 
O PIB brasileiro encolheu 1,9% no segundo trimestre deste ano sobre os três meses anteriores, confirmando que a economia entrou oficialmente em recessão técnica, ante expectativa de queda de 1,7%.


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28/08 - 11h04m
 
 
As contas de todo o setor público, incluindo o governo, estados, municípios e empresas estatais, registraram nova deterioração em julho. No mês passado, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta sexta-feira (28), foi contabilizado um déficit primário (receitas menos despesas, sem contar juros) de R$ 10,01 bilhões.
 
Já no acumulado dos 7 primeiros meses deste ano, ioi registrado um superávit primário - a economia para pagar juros da dívida pública - de R$ 6,2 bilhões. Ambos os resultados, o de julho e a parcial deste ano, são os piores para estes períodos desde o início da série histórica, em dezembro de 2001. Com o fraco resultado das contas públicas no de janeiro a julho deste ano, houve, em 12 meses até julho, um déficit primário de R$ 50,99 bilhões, ou 0,89% do Produto Interno Bruto (PIB), também o pior resultado da série histórica para este indicador.
 
Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como "nominal", que é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco na determinação da nota dos países, houve déficit de R$ 502 bilhões em 12 meses até julho, o equivalente a expressivos 8,81% do PIB. Trata-se, também, do pior resultado da história. Se fechar neste patamar em 2015, o déficit nominal brasileiro ficaria abaixo, neste ano, dde nações como Bahrein (déficit de 9,8% do PIB), Antigua (-10,5% do PIB), Algéria (-12,5% do PIB), Brunei (-15,6% do PIB), República do Djibuti (-13% do PIB), Egito (-11,7% do PIB), Guinea Equatorial (-21,4% do PIB), Eritreia (-12,18% do PIB), Guiné (-10,1% do PIB), Iraque (-9,9% do PIB), Líbia (-68% do PIB) e Venezuela (-19,9% do PIB), de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional.
 


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28/08 - 10h55m

O economista e ex-presidente do Banco Central, Affonso Celso Pastore, afirmou nesta sexta-feira (28) que o governo “jogou a tolha” no ajuste fiscal e que falta capacidade de cortar gastos para produzir o superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública).

“Só tem um jeito de produzir o ajuste fiscal que é cortando gastos. É preciso produzir reformas estruturais. O governo não tem capacidade de fazer isso”, disse Pastore em discurso durante o 7º Congresso Internacional de Mercado Financeiro, em Campos de Jordão, interior de São Paulo.

Para o economista, o problema do desajuste das contas públicas está nos gastos e não na redução da receita e a política fiscal do é extremamente expansionista. “O governo jogou a toalha no ajuste fiscal. Ele deu sinais de que não quer cortar gastos, tanto que vem com essa gracinha da CPMF para cima da gente”, disse.

Na véspera, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou a proposta do governo de um novo imposto para financiar a saúde. A motivação do novo imposto são as dificuldades do governo para cobrir as despesas de 2016.

O ministro defende uma alíquota de pelo menos 0,38%, o último percentual da CPMF, que vigorou por dez anos e acabou em 2007. O imposto deve nascer com um novo nome – CIS (Contribuição Interfederativa da Saúde) – e arrecadar até R$ 85 bilhões por ano.



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28/08 - 10h41m

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, designou 23 conselheiros para atuar como representantes dos contribuintes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Esses conselheiros atuarão nas diversas turmas de julgamento do Carf e têm mandato até 31 de agosto de 2017. A lista completa dos nomes foi publicada hoje no "Diário Oficial da União".

O órgão não realiza sessões de julgamento há cinco meses, desde que foi deflagrada a Operação Zelotes, que investiga um esquema de corrupção na instituição. A falta de nomeação dos conselheiros representantes dos contribuintes era um dos principais impedimentos.



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28/08 - 10h30m

As exportações contabilizadas no Produto Interno Bruto (PIB) subiram 3,4% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que anunciou nesta sexta-feira, 28, os resultados das Contas Nacionais Trimestrais.

Na comparação com o segundo trimestre de 2014, as exportações mostraram alta de 7,5%.

As importações contabilizadas no PIB, por sua vez, recuaram 8,8% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano. Já na comparação ao segundo trimestre de 2014, as importações caíram 11,7%.

A contabilidade das exportações e importações nas Contas Nacionais é diferente da realizada para a elaboração da balança comercial. No PIB, entram bens e serviços, e as variações porcentuais divulgadas dizem respeito ao volume. Já na balança comercial, entram somente bens, e o registro é feito em valores, com grande influência dos preços.



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28/08 - 10h17m

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) publicou nesta sexta-feira (28), no "Diário Oficial da União", uma resolução que regulamenta a concessão de seguro-desemprego para empregados domésticos dispensados sem justa causa. A partir desta sexta, com a oficialização das regras, os domésticos já podem requerer o benefício.

O pedido deverá ser requerido no Ministério do Trabalho e Emprego ou órgãos autorizados no prazo de 7 a 90 dias contados da data da dispensa. O doméstico receberá a primeira parcela do seguro em 30 dias e as demais a cada intervalo de 30 dias, contados da emissão da parcela anterior, informou o Ministério do Trabalho.

Ainda segundo o ministério, o valor do benefício do seguro-desemprego do empregado doméstico corresponderá a um salário-mínimo e será concedido por um período máximo de três meses, de forma contínua ou alternada, a cada período aquisitivo de 16 meses, contados da data da dispensa que originou habilitação anterior.

Para ter direito ao benefício, o empregado doméstico deve ter trabalhado por, pelo menos, 15 meses nos últimos 24 meses que antecedem à data da dispensa que deu origem ao requerimento do seguro-desemprego; não pode estar em gozo de qualquer benefício previdenciário de prestação continuada da previdência social, exceto auxílio-acidente e pensão por morte; e não pode possuir renda própria de qualquer natureza suficiente a sua manutenção e de sua família.

Segundo o governo, esses requisitos serão verificados a partir das informações registradas no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), por meio das anotações na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), por meio de contracheques ou documento que contenha decisão judicial que detalhe a data de admissão, demissão, remuneração, empregador e função exercida pelo empregado.

No ato do atendimento, informou o governo, o servidor público verificará se o requerente reúne os requisitos legais e, sempre que viável, será incluído nas ações integradas de intermediação de mão-de-obra com o objetivo de recolocá-lo no mercado de trabalho ou, não sendo possível, encaminhado a curso qualificador disponível ofertado no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico de Emprego (Pronatec).



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28/08 - 10h10m

O dólar opera em alta nesta sexta-feira (28), após o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolher 1,9% no segundo trimestre sobre os três meses anteriores, contração maior do que a prevista por analistas.

Às 9h19, a moeda norte-americana avançava 0,42%, cotada a R$ 3,5678 na venda.

Na véspera, a moeda fechou em queda ante o real pelo segundo pregão consecutivo, terminando a sessão abaixo de R$ 3,60, em meio a expectativas de que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, possa postergar o aumento de juros que era esperado para setembro devido às turbulências financeiras globais provocadas por preocupações com a economia chinesa.

Na quinta, a moeda dos Estados Unidos recuou 1,35% na venda, cotada a R$ 3,5528.

Nas duas sessões anteriores, o dólar tinha fechado no patamar de R$ 3,60.

Com a queda de quinta, a divisa passa a acumular alta de 1,62% na semana. No mês, a valorização é de 3,74% e, no ano, de 33,63%.

Mais tarde, o Banco Central fará aquele que deve ser o último leilão de rolagem dos swaps cambiais que vencem em setembro, com oferta de até 11 mil contratos, equivalentes à venda futura de dólares.



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28/08 - 09h57m
 
 
A alta do dólar favoreceu o ganho em reais com as exportações, mas esse efeito não tem sido suficiente para elevar o volume exportado e frear a retração do Produto Interno Bruto (PIB). No segundo trimestree do ano, o índice recuou 1,9%, confirmando o quadro de recessão técnica no país.
 
Mesmo com a balança comercial no azul no primeiro semestre, o Brasil continua com uma das participações mais baixas do mundo no comércio exterior, segundo dados do Banco Mundial. O dólar avançou 16,9% de janeiro a junho, mas o volume exportado pela média diária caiu 14,7% neste mesmo período, para US$ 94,3 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
 
O saldo da balança fechou o semestre com o melhor resultado desde 2012 – mais ajudado pela forte queda de 18,5% nas importações (pela média diária), do que pelas vendas ao exterior. Com isso, a troca de mercadorias do Brasil com o mundo está menor.

Em 2014, o volume exportado do Brasil para todo o mundo somou US$ 225 bilhões – apenas 11,5% do PIB nacional, enquanto a média mundial foi de 29,8% (veja o gráfico). "Esse volume é insignificante e não tem força para fazer diferença no PIB”, analisa o economista e professor de comércio exterior das Faculdades Rio Branco, Carlos Stempniewski.


 


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