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DILMA E LULA TRABALHAM JUNTOS EM APOIO A HADDAD
PT ainda lançou propaganda da dupla com o pré-candidato à prefeitura de São Paulo
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UM CASAL APAIXONADO
‘Desejaria todo dia a mesma mulher!’, declara Thiago Martins à sua amada Paloma Bernardi
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FALCÃO ENALTECE ADVERSÁRIO E DIZ QUE BAHIA MERECIA RESULTADO MELHOR
Treinador da equipe baiana disse que não existiu domínio do Grêmio na partida. Bahia precisa vencer por dois gols de diferença em Porto Alegre
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JAMES CORREIA – SECRETÁRIO DA INDÚSTRIA,COMÉRCIO E MINERAÇÃO
O Secretário disse que o ritmo das das desapropriações na Fiol será acelerado, mas que é difícil garantir prazo de conclusão.
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MEDIDA PROVISÓRIA DA SECA É MAIS DO MESMO
Desde a seca de 1959, já se conhece as formas de resolver o problema
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CONVERSAS PLUGADAS RECEBE JORGE MAUTNER NO TCA
Evento já recebeu personalidades como a atriz Cláudia Raia
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QUAL A SUA AVALIAÇÃO SOBRE AS MUDANÇAS REALIZADAS NA POUPANÇA?
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“A Bahia tem hoje a maior capacidade do mundo para a produção de cacau fino e de integrar turismo, conservação do meio ambiente, cultura, cacau e chocolate. Ou seja, temos razão de sobra para investirmos na criação desta aliança e quem sabe posteriormente avançar para uma cooperação com a África e a Ásia”
Durval Libânio, presidente da Câmara Setorial do Cacau e do Instituto Cabruca
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pag interna
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05/02 - 12:32hs
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| NÚMERO DE TRABALHADORES ESTRANGEIROS CRESCE 57% |
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O número de trabalhadores estrangeiros no Brasil cresceu 57% no ano passado, chegando a 1,51 milhão em dezembro, segundo estatísticas do Ministério da Justiça.
O principal fator para esse salto no número de imigrantes legais foi a chegada de trabalhadores de países vizinhos. Desde 2009, triplicou o número de imigrantes peruanos legais. O de paraguaios e bolivianos cresceu mais de 70%. Comunidades com presença antiga no país, como japoneses e europeus, têm crescido mais lentamente.
O crescente fluxo migratório de países latino-americanos tem sido acompanhado por uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores que vêm para o Brasil.
Os imigrantes dos países vizinhos em geral têm baixa escolaridade e pouca qualificação. Bolivianos trabalham em oficinas de costura e como empregados domésticos; peruanos atuam como ambulantes e operários na construção. Portugueses e espanhóis ocupam postos gerenciais ou trabalham como arquitetos, engenheiros e advogados.(FSP)
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