A economia baiana costuma sentir os efeitos de crises internacionais, já que, 50% da produção industrial destinada ao mercado externo, de acordo com estimativas da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb).
Numa tentativa de solucionar o problema do crescimento industrial baiano abaixo da média brasileira, o governo baiano pretende reforçar a exigência de contratações de empresas baianas por quem recebe incentivos fiscais para se implantar no Estado.
Além disso, a Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM) pretende cobrar das empresas que estão implantando minas e parques eólicos no Estado que adquiram serviço e equipamentos de empresas baianas.
“Nós temos operadores portuários capacitados, empresas de transportes consolidadas, então não existem motivos para que as empresas de mineração busquem em Minas Gerais ou São Paulo os prestadores de serviço”, diz o secretário James Correia.
“Queremos um modelo descentralizado e que traga o máximo de benefícios para a sociedade baiana”, avalia o secretário.
*Com informações do A Tarde.