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DILMA E LULA TRABALHAM JUNTOS EM APOIO A HADDAD
PT ainda lançou propaganda da dupla com o pré-candidato à prefeitura de São Paulo
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UM CASAL APAIXONADO
‘Desejaria todo dia a mesma mulher!’, declara Thiago Martins à sua amada Paloma Bernardi
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FALCÃO ENALTECE ADVERSÁRIO E DIZ QUE BAHIA MERECIA RESULTADO MELHOR
Treinador da equipe baiana disse que não existiu domínio do Grêmio na partida. Bahia precisa vencer por dois gols de diferença em Porto Alegre
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JAMES CORREIA – SECRETÁRIO DA INDÚSTRIA,COMÉRCIO E MINERAÇÃO
O Secretário disse que o ritmo das das desapropriações na Fiol será acelerado, mas que é difícil garantir prazo de conclusão.
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MEDIDA PROVISÓRIA DA SECA É MAIS DO MESMO
Desde a seca de 1959, já se conhece as formas de resolver o problema
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CONVERSAS PLUGADAS RECEBE JORGE MAUTNER NO TCA
Evento já recebeu personalidades como a atriz Cláudia Raia
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QUAL A SUA AVALIAÇÃO SOBRE AS MUDANÇAS REALIZADAS NA POUPANÇA?
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“A Bahia tem hoje a maior capacidade do mundo para a produção de cacau fino e de integrar turismo, conservação do meio ambiente, cultura, cacau e chocolate. Ou seja, temos razão de sobra para investirmos na criação desta aliança e quem sabe posteriormente avançar para uma cooperação com a África e a Ásia”
Durval Libânio, presidente da Câmara Setorial do Cacau e do Instituto Cabruca
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pag interna
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22/02 - 06:00hs
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| CHINESES PRETENDEM INVESTIR US$ 300 MILHÕES NO OESTE DA BAHIA |
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Os economistas Mauro Lopes, Ignes Lopes e Daniela Rocha, da FGV-Rio, em excelente artigo publicado no livro “Agenda de Competitividade do Brasil”, organizado por Regis Bonelli, reconhecem e enaltecem a contribuição dos agricultores do Sul ao agronegócio do Centro-Oeste brasileiro e dos Estados da região denominada MAPITO. “Isso sem falar no Oeste da Bahia, uma das regiões de agricultura mais prósperas do mundo”, complementam os autores acima.
O desempenho no caso baiano tem sido aqui ressaltado, inclusive com os registros das maiores produtividades físicas do Brasil e do mundo, notadamente em alguns grãos, como a soja e o algodão, colocando inúmeros municípios regionais no ranking dos 40 maiores brasileiros em renda agrícola.
Agora, sabemos, um pouco tardiamente, é verdade, que o campeão nacional de rendimento físico da soja, em certame promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), é um produtor de Correntina, no Oeste baiano, Roberto Pelizzaro, com a obtenção de 100,63 sacas da oleaginosa por hectare (!) , ante uma média nacional de pouco mais de 52 sacas por hectare. Isso só pode ser alcançado com muita competência, busca incessante de inovação, uso de técnicas modernas e sobretudo com o domínio da experiência com tecnologias biológicas e mecânicas que esses qualificados agricultores trouxeram para o nosso Estado e para os cerrados brasileiros em geral.
A despeito das lacunas ainda existentes na infraestrutura, que serão bem encaminhadas com a conclusão da ferrovia Oeste-Leste, prevista para 2014-2015, e das ameaças de imposições de restrições à aquisição de terras por estrangeiros, a região segue com suas vantagens e atrativos, sendo alvo de anúncio de investimentos a todo momento.
Nesse sentido, vale ressaltar o estudo do Engenheiro Agrônomo Renato Rasmussen Analista Econômico Sênior do Rabobank, Banco holandês com liderança e foco internacional no agronegócio, no qual sustenta que a China está mudando o seu modelo de investimentos na agricultura da América do Sul. Em face das possíveis restrições à compra de terras por estrangeiros, os chineses passaram a privilegiar aportes em infraestrutura em troca do direito de aquisição da colheita de grãos , especialmente soja e milho.
Para os autores do Rabobank, o primeiro grande investimento chinês nesse novo arranjo ocorrerá provavelmente em Barreiras, na Bahia, onde o grupo Chongqing Grain deverá processar anualmente cerca de 1,15 milhão de toneladas de soja, em planta industrial a ser instalada proximamente. A primeira safra do grupo será colhida agora, na temporada 2011/2012. Rasmussen esteve em Pequim e de lá retornou com a convicção de que o projeto em Barreiras será maior que o inicialmente previsto, o qual montava a algo como 2,5 bilhões de dólares, no ano passado. Além desse aporte, o mesmo grupo cogita da compra de 100 mil hectares para produzir soja, num investimento de 300 milhões de dólares; adicionalmente, o Pallas Investiment Corporation assinou um acordo com o governo chinês visando incorporar até 250 mil hectares no Oeste baiano para a produção de energia renovável. Portanto, a região tem grande poder de atração de inversões. Basta que o Poder Público dê algum estímulo, ou, ao menos, não atrapalhe.
José Maciel dos Santos Filho
jose.maciel@camara.gov.br
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