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QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE A COBRANÇA DA TAXA DE FORO PELA PREFEITURA DE SALVADOR?

“Não só São Francisco do Conde, mas toda a Bahia perde uma grande filha, mãe e mulher que nunca mediu esforços para lutar por conquistas para seu município e condições dignas para seu povo."

Deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) ao lamentar morte da prefeita Rilza Valentim

 

SEU DINHEIRO

25/07/ - 16h23m
PRETENDE FAZER PORTABILIDADE DE CRÉDITO? CONFIRA DICAS

 
Apesar de ainda pouco explorada pelos brasileiros, a portabilidade de crédito é uma operação que dá oportunidade ao cliente que fez uma dívida com determinada taxa de juros em um banco transfira, gratuitamente, seu crédito para outra instituição que apresente uma oferta mais interessante.
 
De acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), apesar de existir desde setembro de 2006, a portabilidade nunca foi efetivamente estimulada, nem pelo Banco Central, tampouco pelas instituições financeiras.  Nos últimos anos, a receita obtida com operações de crédito têm sido a principal fonte de lucro dos bancos brasileiros. 
 
De qualquer modo, o consumidor que quiser portar seu crédito para bancos com taxas mais baixas deve ficar atento, pois a instituição pode incluir algum serviço ou tarifa para levar vantagem na portabilidade. Veja algumas dicas destacadas pelo Idec para ajudar na hora da transferência. Vale lembrar que o consumidor tem o direito de escolher livremente para qual instituição realizará a portabilidade. Se encontrar qualquer dificuldade para portar seu crédito, ele deve buscar o auxílio do Banco Central pelo telefone 0800 979-2345, carta ou fax.
 
Confira dicas caso opte pela portabilidade de crédito:
 
Primeiramente, negocie e exija todas as informações como o CET (Custo Efetivo Total) detalhado e o contrato do banco para onde vai migrar seu crédito. A quitação de sua dívida com o banco do qual pretende transferir sua dívida deve ser feita pelo banco para onde você a está levando, e não por você;
 
Não aceite arcar com qualquer custo relacionado à transferência dos valores para a quitação da dívida com o banco do qual está retirando seu crédito, pois isso é ilegal. Na operação de transferência da dívida, não é permitida cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), a não ser que você solicite mais dinheiro (amplie seu financiamento) do novo banco credor e, mesmo assim, o imposto deve ser apenas proporcional ao valor adicional solicitado;
 
Exija do banco de onde vai migrar sua dívida todas as informações sobre ela e suas informações cadastrais em, no máximo, cinco dias. Conforme o tipo de crédito a ser transferido a outra instituição (financiamento de bens, como veículos, por exemplo), não aceite a imposição de ter de abrir conta corrente no novo banco credor. No entanto, isso pode ser necessário para créditos em que há depósito direto em conta corrente.


 

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25/07/ - 09h02m
MEGA-SENA ACUMULA E PRÊMIO PODE ALCANÇAR R$ 22 MI NESTE SÁBADO


Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.619 da Mega-Sena realizado nesta quarta-feira (23), em Osasco (SP). No próximo sorteio, que vai acontecer no sábado (26), a previsão é que o prêmio chegue a R$ 22 milhões. Veja as dezenas: 05 - 08 - 17 - 42 - 46 - 47.

A quina teve 92 acertadores e cada um vai levar R$ 18.392,04. Já a quadra pagará R$ 324,98 para cada um de seus 7.438 ganhadores.

A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50. (G1)
 


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24/07/ - 17h02m
COMPROU APARTAMENTO? CONSTRUTORA PODE ESTAR TE COBRANDO TAXA ILEGAL

 
Quando se compra um imóvel novo, os futuros residentes pagam a taxa de evolução de obra, que em média, é 2% sobre o valor do apartamento, durante a fase de edificação do imóvel.Porém, o presidente da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz, diz que, quando as construtoras não cumprem o prazo contratual para a entrega do empreendimento, os proprietários continuam pagando a taxa para o agente financeiro, o que é considerado uma prática ilícita.
 
A taxa de evolução de obra é uma tarifa paga pelo adquirente durante a construção do imóvel. No entanto, torna-se ilegal quando o consumidor continua a pagá-la após o prazo do contrato para a entrega das chaves. Além disso, a correção de juros sobre seu valor é considerada abusiva. Segundo Luz, a cobrança da taxa de obra tem como finalidade pressionar as construtoras inadimplentes com a Caixa a não atrasarem a entrega do empreendimento. "O erro do agente financeiro está no fato de que essa taxa deve ser cobrada da construtora, e não do comprador, que não tem culpa nenhuma pelo não cumprimento do contrato. 
 
Outro abuso quanto à taxa de obra é que incide sobre as parcelas a cobrança de juros remuneratórios, mesmo antes de receber as chaves do imóvel, quando deveria ter apenas a correção do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).De acordo com levantamento da associação, de janeiro a junho deste ano, houve 250 reclamações devido à cobrança de taxa de evolução de obra, sendo que 60% dos consumidores deram entrada em ações na Justiça. Já no ano passado, as queixas atingiram 200 casos, e 40% recorreram ao Poder Judiciário. O resultado mostra um aumento de 25% de descontentes em 2014, em comparação a 2013.
 
O prazo do consumidor para reclamar em juízo é de três anos e começa a contar após o seu pagamento total. O presidente recomenda que no momento de entrar com ação na Justiça, os mutuários devem pedir imediatamente uma liminar para que a construtora pare a cobrança de juros da taxa de evolução da obra, no caso de atraso injustificado na entrega do imóvel. (Uol)


 

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24/07/ - 08h05m
SAIBA QUAL BANCO TEM EMPRÉSTIMO CONSIGNADO MAIS BARATO


Entre os bancos grandes que operam no país, a Caixa é a que oferece os juros mais baixos para a concessão de crédito consignado, de acordo com o ranking de taxas de juros do Banco Central feito com informações oferecidas pelas próprias instituições financeiras.

O empréstimo consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do país. Como o desconto da dívida é feito diretamente na folha de pagamento do devedor, o banco tem a garantia de que receberá sua parte tão logo o dinheiro caia na conta de quem contratou o crédito.

Para se ter uma ideia da diferença, em outro tipo de linha de crédito pessoal, os juros cobrados pela Caixa chegam a 50,73% ao ano. No consignado, as taxas caem para 26,13% ao ano para um profissional com carteira assinada.

Nesta modalidade, os valores cobrados variam de acordo com o perfil do cliente. Há linhas específicas para servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS, além de funcionários de empresas privadas que tenham convênio com o banco em questão. (Exame)



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23/07/ - 15h50m
CONHEÇA EMPRESAS QUE A BOLSA TE DARÁ ISENÇÃO DE IR NA COMPRA DE AÇÕES


 
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgou a lista das 7 empresas  cujos investidores terão isenção de Imposto de Renda na compra das ações. A lista faz parte do "pacotão" de medidas pró-mercado anunciadas no final de junho pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
 
Todas as empresas são consideradas "small caps", isto é, possuem um valor de mercado relativamente baixo e, por conta disso, possuem uma base menor de investidores em sua composição acionária. Mesmo "pequenas", algumas destas já são bastante conhecidas pelos investidores: é o caso da HRT, petrolífera que já deu muito o que falar no quesito governança corporativa. O InfoMoney traz para você uma breve explicação destas 7 empresas que fazem parte da lista de beneficiadas da CVM. Confira:
 
1. Senior Solution
O primeiro nome entre as beneficiadas já era sabido pelo mercado antes mesmo da lista divulgada pela CVM. Desde o anúncio do pacotão das 5 medidas de incentivo ao mercado de capitais, feito pelo ministro da Fazenda Guido Mantega na sede da BM&FBovespa no mês passado, já era sabido que a Senior Solution (SNSL3) faria parte deste seleto grupo, porém nem todos sabiam exatamente como funcionava a companhia.
 
2. General Shopping
A General Shopping (GSHP3) está entre as líderes do ranking nacional de shopping centers, com 269,3 mil m² de ABL (Área Bruta Locável) própria. Possui 18 shopping centers em operação, nos quais detém uma participação proporcional média de 75,3%. Juntos, esses empreendimentos apresentam 357,9 mil m² de ABL. Além disso, ela comercializa e administra os empreendimentos, e presta serviços de administração de estacionamentos e de gerenciamento do suprimento de energia elétrica e água dos shopping centers.
 
3. BrasilAgro
A BrasilAgro (AGRO3) é uma das maiores empresas brasileiras em quantidade de terras agricultáveis e com foco na aquisição, desenvolvimento, exploração e comercialização de propriedades rurais com aptidão agropecuária. A companhia adquire propriedades rurais  buscando implementar culturas de maior valor agregado, transformando essas propriedades com investimentos em infraestrutura e tecnologia, além de realizar contratos de arrendamento com terceiros.
 
4. HRT
A HRT Participações em Petróleo (HRTP3) chegou à Bovespa no final de 2010 como uma das mais promissoras small caps e uma das grandes apostas dos investidores estrangeiros - de todo o valor captado no IPO (Initial Public Offering), 90% dos recursos vieram do exterior. A companhia pré-operacional era vista com grandes expectativas pelos investidores, com expectativa de exploração de reservas na Amazônia e na Namíbia. 
 
5. CR2
A CR2 (CRDE3) é uma incorporadora que nasceu da cisão dos ativos imobiliários do banco do mesmo nome, criado por executivos que fizeram carreira no BBM. A empresa está envolvida na aquisição, desenvolvimento e investimentos de imóveis.  A companhia também tem fatia no capital de outras companhias, projetos e consórcios. 
 
6. Nutriplant
A fabricante de fertilizantes Nutriplant (NUTR3) foi a primeira empresa a entrar no Bovespa Mais, em 2008. A companhia foi construída em 1979 pela Frit Industries e Ferro Corporation com o propósito de produzir e comercializar fertilizantes agrícolas específicos, atualmente, denominados micronutrientes . A empresa detém atualmente 6% do mercado nacional.
 


 

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23/07/ - 09h00m
PROCON LANÇA HOJE SITE PARA ORIENTAR CONSUMIDORES BAIANOS


O Procon-BA, Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor, informa que a partir desta quarta-feira, 23, o Sistema de Solução Alternativa de Conflitos de Consumo - portaldoconsumidor.gov.br estará em funcionamento para atender os consumidores baianos.

O Portal do Consumidor propõe a prestação de um novo serviço público para a solução alternativa de conflitos de consumo, por meio da internet.

O sistema foi desenvolvido e implementado pelo Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), em parceria com os órgãos estaduais de proteção e defesa do consumidor.

Através da utilização da plataforma, os consumidores podem registrar eletronicamente as suas reclamações, sem precisar se locomover a um dos postos do Procon. (A Tarde)


 

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22/07/ - 17h41m
RENEGOCIEI AS DÍVIDAS E NÃO PAGUEI; O QUE FAÇO AGORA?

 
Renegociar as dívidas e não pagar é péssimo negócio. O devedor perde vantagens conquistadas na negociação, como abatimento de juros, e seu nome pode reaparecer em cadastro de inadimplentes, alertam consultores ouvidos pelo UOL."O devedor pode perder todos os benefícios obtidos na renegociação e ainda sofrer com a cobrança de juros, o que torna a dívida original ainda maior", informa o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-SP, Marco Antonio Araujo Junior.
 
"Fazer uma renegociação malfeita é muito pior do que estar endividado", diz. Isso porque quando o devedor renegocia o contrato, quase sempre a dívida anterior se extingue e cria-se uma nova obrigação. Essa nova dívida também terá multa pelo descumprimento e aplicação de juros. Além disso, a falta de pagamento nesse contrato pode levar o nome do devedor para os cadastros de inadimplentes pelo prazo de cinco anos novamente. Ou seja, mesmo que o nome do devedor já tivesse ficado no cadastro por quase cinco anos, ao não pagar a dívida renegociada, o prazo começa a ser contado outra vez.
 
Mesmo em uma renegociação bem feita podem acontecer imprevistos no meio do caminho, como o devedor ficar desempregado. Se o devedor percebe que não vai conseguir cumprir os termos dessa nova dívida, é importante procurar o credor antes do vencimento para mostrar boa-fé. Paulo Brito, gestor comercial da HPN Invest, aconselha o devedor a pedir um prazo de carência para começar a pagar de novo. "Alguns bancos dão esse prazo ao devedor para ele poder acertar as contas. Para o banco é vantagem conseguir o pagamento, porque muitas vezes ele já tem esse crédito incorporado no seu balanço como sendo um prejuízo", diz.
 
O credor, porém, não é obrigado a renegociar a dívida. Ele pode cobrar tudo o que estava previsto no contrato e mandar executar as garantias oferecidas. Se a dívida for paga pelo avalista, aquela pessoa que entra no contrato para garantir a dívida, ele pode cobrar depois do devedor. Para quem precisa colocar em ordem o orçamento, o educador financeiro Mauro Calil sugere que a pessoa procure algum bem que disponha para vender. "Muitas vezes as pessoas estão cheias de roupas e livros em casa, e se esquecem que podem fazer dinheiro vendendo as roupas em um brechó e os livros para um sebo", diz.
 
Outra saída, segundo ele, é obter um empréstimo oferecendo algum bem que tenha em garantia, já que esse tipo de empréstimo sai bem mais em conta. Refinanciar um carro ou um segundo imóvel que a pessoa possua são boas opções. No entanto, se o único imóvel é o que a pessoa reside, ele deve ser preservado. Ter de recorrer a mais de uma negociação da dívida é sinal de que algo está errado, alerta Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento).


 

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22/07/ - 09h52m
ABERTURA DE FRANQUIAS VIRA OPORTUNIDADE DE BONS NEGÓCIOS


Se você já se perguntou por que a cada dia que passa as ruas estão mais cheias de pequenas lojas das grandes redes, a resposta pode estar aqui. Subway, O Boticário, McDonalds, a adesão ao sistema de franquias, mercado em grande expansão não só em Salvador, é uma boa opção para quem quer investir e ter baixos riscos de quebrar, como acontece com boa parte dos empreendimentos iniciantes. Embora não haja uma pesquisa oficial sobre o crescimento do número de franquias na capital baiana, a abertura de novos negócios pode ser percebida em toda a cidade, inclusive em bairros de classe C e D.

A gerente da Unidade de Acesso ao Mercado do Sebrae - Bahia, Suely De Paula, afirma que optar pelo sistema de franquias proporciona mais segurança ao investidor, sendo mais indicado principalmente para quem é iniciante no ramo de negócios. “A franquia permite que a pessoa entre em um negócio já formatado, que já tem know-how na área de atuação. É mais fácil de dar certo porque, geralmente, a empresa já é conhecida no ramo”, conta.

Ela explica que participar de uma franquia também garante retorno mais rápido do que abertura de um novo negócio. “Quando a pessoa abre uma franquia, já no primeiro dia tem clientes para atender, por causa da associação da marca. Se ela investir em um negócio desconhecido, que ainda não teve credibilidade junto ao cliente, o tempo de retorno do valor investido vai demorar muito mais’, continua, lembrando que o sistema de franquias também gera bons lucros para o franqueador.

Como funciona - Tecnicamente, o sistema funciona como uma sociedade onde as duas partes, franqueador e franqueado ter participações no negócio, sendo o primeiro o sócio majoritário do negócio. Suely explica que os detalhes da divisão do lucro e demais informações sobre o funcionamento do negócio devem estar bastante claroas no contrato para evitar problemas futuros.

“É indispensável que durante a construção do contrato, haja a consultoria de um advogado, para evitar conflitos futuros e principalmente a partilha injusta das tarefas, dos lucros e da função de cada uma das partes. O contrato é o fator crítico do negócio”, alertou a especialista do Sebrae.

Ela também orienta que, antes de aderir ao sistema, o investidor deve fazer um plano de negócio para saber o tempo de retorno do investimento e a expectativa de lucros. Também classifica importante ter noções de gerencia e gostar do ramo que escolheu para atuar.

Entre as responsabilidades do franqueado estão todos os gastos com aluguel, equipamento, pessoal e investimentos em geral. Já o franqueador treina, capacita, apoia e auxilia o franqueado na tomada de decisões junto ao negócio, além de disponibibilizar a marca. As áreas de maior faturamento no mercado brasileiro, segundo a Associação Brasileira de Franchising, entre 2012 e 2013, foram os setores alimentício, de serviço e saúde. (Tribuna da Bahia)

 

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21/07/ - 08h48m
CESTA BÁSICA: PRODUTOS NO ATACADO SÃO 51% MAIS EM CONTA



 

Não precisa entender de economia para perceber que as compras no supermercado estão cada vez mais pesadas no bolso do consumidor. Para gastar menos, vale todo e qualquer “jeitinho” brasileiro, desde pesquisar até comprar em quantidade. Comprar em atacado é mais vantajoso do que no varejo. Levando em consideração o preço unitário, uma cesta com 11 produtos básicos da mesma marca, incluindo itens de limpeza e alimentos não perecíveis, saiu 51% mais barata no estabelecimento que vende em quantidade. Enquanto no varejo o valor total da compra deu R$ 34,94, no atacado foi R$ 23, ou seja, uma economia de quase R$ 12.
 
Porém, para pagar menos é preciso comprar mais, consequentemente, desembolsar mais dinheiro de uma única vez. Isso não é um problema para o servidor público Genildo Viana. Cliente dos estabelecimentos atacadistas há cerca de 5 anos, ele garante que vale a pena comprar em quantidade. “É muito mais barato comprar em quantidade. Além de não precisar ir ao mercado toda hora, economizo algo em torno de 25%”, disse. Ele, que antes de sair de casa faz uma lista para não correr o risco de comprar algo que não está precisando, diz que os produtos de limpeza são os mais vantajosos quando comparado com o varejo. “Só não compro em atacado frutas e verduras. Prefiro a feira das Sete Portas, que é mais fresca e mais em conta”.
 
O consultor de varejo da Associação Bahia de Supermercado (Abase) Rogério Machado explica que uma série de motivos justificam os preços mais baixos no atacado. “O atacadista compra em caixa fechada e vende em caixa fechada, sem precisar de mão de obra para arrumar a mercadoria na gôndola”. A ausência de alguns serviços, como empacotador, açougueiro e lanchonete também contribui para que os atacadistas consigam vender mais barato. “No varejo, o ambiente costuma ser mais confortável, mais bem iluminado e com ar-condicionado, por exemplo”, pontua. Resumindo: com um custo operacional mais barato, é possível vender mais barato.
 
De acordo com Machado, a maioria dos atacadistas no Brasil não comercializa apenas produtos em quantidades. “É o sistema híbrido, que oferece ao consumidor produtos no atacado e no varejo no mesmo local. É o que chamamos de ‘atacarejo’”. Para ele, ambos os modelos têm espaço no mercado, já que as necessidades dos clientes são diferentes. “Hoje, o preço é importante para o consumidor, mas não é fator mais importante. Tudo vai depender do perfil do consumidor. Agora, quanto menor a renda, mais importante é o preço”, pontua. (Correio)
 

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18/07/ - 09h04m
CONHEÇA OS BANCOS COM MAIS RECLAMAÇÕES EM JUNHO


Em junho, o Santander novamente liderou as queixas entre os bancos grandes, com mais de um milhão de clientes, segundo o ranking mensal das instituições financeiras mais reclamadas do Banco Central (BC). O BMG liderou as queixas entre os bancos médios, com menos de um milhão de clientes.

Dentre os bancos grandes, o segundo mais reclamado foi o HSBC, que estava na terceira posição em maio. O Banrisul passou do segundo para o terceiro lugar. O Itaú subiu do quinto para o quarto lugar e o Banco do Brasil passou da quarta posição para a quinta.

Já entre os bancos médios, o BNP Paribas, que liderou o ranking no mês passado,  aparece agora no segundo lugar. O J. Malucelli, que não estava entre os cinco mais reclamados de maio, ocupa a terceira posição do ranking de junho. O Banco Pan caiu do terceiro para o quarto lugar e o Banco Fibra, que não estava entre os mais reclamados, aparece na quinta posição.

Para elaborar o ranking, o BC recebe as queixas dos clientes e analisa se houve descumprimento das normas do Conselho Monetário Nacional (CMN). Dessa forma, a lista considera apenas as reclamações procedentes.

Os dados usados relacionam o número de queixas recebidas pelo banco com o número de clientes para verificar qual deles tem o maior índice relativo de reclamações. Assim, evita-se que alguns bancos apareçam sempre no topo do ranking por causa do maior número de clientes. (Exame)


 

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17/07/ - 16h59m
FGTS: 10 RESPOSTAS SOBRE COMO USAR O FUNDO PARA COMPRAR UM IMÓVEL


O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode dar uma força ao trabalhador na hora de comprar a casa própria. Confira, a seguir, 20 perguntas sobre quem pode usar esse recurso, e como ele funciona. 
 
1. O que é o FGTS?
FGTS é a sigla para Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Esse fundo é pago pelo empregador ao funcionário, e fica depositado na Caixa Econômica Federal em contas abertas automaticamente com o contrato de trabalho. O FGTS foi criado pelo governo para ser uma reserva de dinheiro para o trabalhador e, ao mesmo tempo, financiar habitações populares e obras relacionadas, como de saneamento básico e de infraestrutura.
 
2. De que documentos preciso para conseguir sacar o FGTS?
Os documentos necessários são aqueles que comprovam que o comprador atende a todos os requisitos para sacar o fundo de garantia (listados na resposta 2), como carteira de trabalho, comprovante de residência (conta de água ou luz), certidão de nascimento e, se for casado, de casamento, carteira de identidade e CPF. Além disso, é preciso apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU da casa ou apartamento a ser comprado, para demonstrar que o imóvel está em situação regular e pode ser adquirido com o FGTS.
 
3. O que são os agentes financeiros?
São, principalmente, os bancos, consórcios ou companhias de crédito imobiliário, como a Companhia Hipotecária Brasileira (CHB). Mas também podem ser securitizadoras e entidades abertas de previdência complementar. Na negociação imobiliária, o agente financeiro é que saca, a pedido do trabalhador, o fundo de garantia. E fique atento: nem todo banco opera com FGTS; então, cheque antes com a instituição financeira de sua preferência.
 
4. Que imóveis podem ser comprados com o FGTS?
Somente aqueles financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), dentro de um limite de valor redefinido periodicamente. A estimativa do valor do imóvel é feita por engenheiros credenciados pelo agente financeiro. 
 
5. Como é feito o saque do fundo?
O trabalhador solicita o saque ao agente financeiro por meio de um documento. O agente, então, comunica à Caixa Econômica Federal. Quando o fundo de garantia é liberado, é depositado na conta do vendedor. Ou seja: quando saca o fundo de garantia para comprar um imóvel, o comprador não lida diretamente com o dinheiro.
 
6. Quem tem dívidas pode sacar o FGTS?
Sim. "Nenhuma divida do trabalhador impede a utilização do FGTS", afirma o advogado Mauro Antônio Rocha, especialista em  Direito Imobiliário e Direito Registral e Notarial. Uma pessoa só é impedida de sacar o fundo de garantia se não cumprir algum dos requisitos listados na resposta 2.
 
7. Quando tempo o FGTS demora para ser liberado?
Uma vez feito o pedido pelo agente financeiro, o dinheiro do FGTS demora, em média, cinco dias para ser liberado. Porém, os outros processos ligados à compra de um imóvel, como a aprovação do financiamento, podem levar mais tempo, e o negócio leva, geralmente, de 60 a 90 dias para ser concluído.
 
8. Posso sacar apenas parte do FGTS?
Sim. Quando faz o pedido de uso do dinheiro ao agente financeiro, você pode especificar quanto do fundo de garantia pretende usar. O que não sacar continuará em sua conta, rendendo. 
 
9. Como o saque do FGTS deve ser declarado no Imposto de Renda?
Na declaração do Imposto de Renda, o comprador deve registrar a compra do imóvel e seu valor total na parte de "Bens e Direitos". E, em "Rendimentos Isentos e não Tributáveis", há uma parte especifica para o FGTS. Ali você coloca quanto sacou para pagar seu imóvel.
 
10. Como sei quanto tenho de FGTS?
A Caixa Econômica Federal envia um extrato com o saldo do FGTS para sua casa, no endereço vinculado à sua conta, a cada três meses. Quem não recebe pode checar via internet, no site do fundo de garantia com o número NIS (PIS/PASEP) e uma senha cadastrada.


 

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17/07/ - 08h38m
MICROEMPRESAS USAM APLICATIVOS E INTERNET PARA AUMENTAR NEGÓCIO


Microempresários têm recorrido às redes sociais, aplicativos e internet para conquistar novos clientes e aumentar as vendas.  A Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro (Ajorio) lançou recentemente, por exemplo, aplicativo gratuito para os sistemas Android e IOs para incrementar as vendas de joias, gemas e bijuterias. Pelo aplicativo, o consumidor pode encontrar o trabalho de 52 profissionais do estado. O usuário pode acessar o site do joalheiro, ver fotos dos produtos e comprar.

“É a ferramenta que os jovens estão usando, que é o nosso maior público-alvo”, explicou a diretora-executiva da Ajorio, Angela Andrade. O aplicativo, chamado É do Rio!, foi lançado em parceria com Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Entre os profissionais que aderiram ao projeto está a designer Carol Barreto, de Maricá, no interior do estado, que cria joias a partir do reaproveitamento de materiais descartados. Ela contou que, embora recente, o aplicativo já lhe rendeu contato com uma empresa, interessada em estabelecer parceria. Danielle Gandarillas, outra designer, destaca que pela internet  “as pessoas vêem as peças no Facebook e  dali vão para o site”.

Angela Andrade espera que o projeto resulte em mais negócios para o setor. “É uma ação de acesso a mercado, que se soma à atuação em feiras e eventos. Um aplicativo como esse tem um alcance que é inimaginável. A  gente pode ter boas surpresas e fazer com que nossas joias cruzem o continente, porque a edição é bilíngue e o Brasil está na moda”. Os empresários, que estão no projeto, estão cadastrados inclusive no serviço de exportação dos Correios. De início, a ferramenta está disponível apenas para tablets. O setor joalheiro fluminense reúne 2.211 empresas, a maioria de micro e pequeno porte. No ano passado, o setor faturou R$ 1,8 bilhão.

Em Campina Grande, na Paraíba, fabricantes de roupas de algodão faziam as vendas para outras partes do país por meio da rede social Facebook. Há um mês, iniciaram as vendas por um site próprio e já percebem os resultados. “Eu já noto que quase todo dia chega um pedido. Existe uma sinalização de que vai dar certo”, contou a diretora da Cooperativa de Produção Têxtil e Afins do Algodão da Paraíba (CoopNatural), Maysa Gadelha. A CoopNatural teve também o apoio do Sebrae.

Outro pequeno empresário que obteve resultados significativos foi Marcelo Ostia, de São Paulo. Ele começou, em 2004, vendendo camisetas, e no ano seguinte, iniciou o comércio pela internet, com e-commerce próprio. “Só para você  ter uma ideia, uma empresa que começou com R$ 300, hoje fatura um pouco mais de R$ 1 milhão por ano”, disse. Ostia desenvolveu uma rede de franquias online, que já tem 400 unidades, com 80 empregos formais na parte produtiva. A partir de agora, ele quer implantar quiosques em shoppings e galerias pelo país. A ideia, segundo ele, “é ultrapassar fronteiras”. (Agência Brasil)

 

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16/07/ - 17h41m
SAIBA FAZER A TRANSFERÊNCIA DE DÍVIDA DE CARRO PARA OUTRA PESSOA

 
Se o consumidor faz um financiamento para compra de qualquer bem (imóvel ou carro, por exemplo) e, no meio do caminho, percebe que não vai mais conseguir pagar as prestações, pode transferir a dívida para outra pessoa. "O primeiro passo é procurar o banco, ou seja, o credor", orienta o advogado Alexandre Berthe Pinto, especializado em direito bancário. "O banco faz uma avaliação do novo devedor para ver se ele tem condições de arcar com aquela dívida", diz. Se o credor considerar que o novo devedor não vai conseguir assumir a dívida, ele pode se recusar a aceitar a troca.
 
Passo a passo para trocar o financiamento:
 
Comunicar ao credor a intenção de repassar a dívida 
O credor precisa concordar com a troca do devedor. Para isso, ele vai fazer uma avaliação completa das condições do novo devedor assumir a dívida
 
Credor vai avaliar o novo devedor 
A análise pode variar de banco para banco, mas normalmente abrange os dados cadastrais e as garantias do novo devedor
 
Troca envolve pagamento de tarifas e respeito a regras 
Geralmente, a troca envolve pagamento de tarifas e respeito a algumas regras, tais como manter o financiamento de pessoa física para pessoa física ou manter as condições anteriores do financiamento
 
Credor não é obrigado a aceitar 
O credor não é obrigado a aceitar a troca de devedor. Nesse caso, a saída pode ser tentar um refinanciamento no mesmo banco ou tentar a portabilidade de dívida para outro banco com melhores taxas e prazos
 
Cuidado com contrato de gaveta 
O advogado Alexandre Berthe Pinto diz que contrato de gaveta, aquele que é feito sem conhecimento do credor, é um risco eterno para as partes. O novo devedor não tem seu nome ligado ao bem e a pessoa que vendeu também se mantém ligada ao bem do qual se desfez. (Uol)


 

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16/07/ - 09h39m
MEGA SENA SORTEIA PRÊMIO DE R$ 32 MILHÕES NESTA QUARTA


A Mega Sena sorteia nesta quarta-feira, 16, as dezenas do concurso 1.617, com o prêmio de R$ 32 milhões, valor acumulado desde 28 de junho.

No sorteio do último sábado, 12, nenhum apostador acertou as seis dezenas: 28, 31, 40, 42, 46, 58.

As apostas podem ser feitas até as 19h desta quarta, em qualquer casa lotérica do País. O valor mínimo é de R$ 2,50.

 

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16/07/ - 08h16m
RENDIMENTO DO IR ESTÁ MAIOR QUE POUPANÇA E TAXA DA INFLAÇÃO


Saiu o segundo lote da restituição do Imposto de Renda e seu nome ainda não estava lá? Sorte sua. Se você não for um profundo conhecedor de investimentos nem tiver uma dívida com juros altos para pagar, torça para ser contemplado apenas no último lote, assim seu dinheiro fica guardadinho e rendendo bons juros.

Isso porque o rendimento da restituição é baseado na taxa Selic (que é o índice básico de juros da economia, hoje em 11% ao ano), e está maior do que os ganhos da poupança e maior que a inflação, ambos com percentuais de pouco mais de 0,5% ao mês. Segundo a Receita Federal, quem recebeu a restituição ontem, estará embolsando 2,69% a mais do que receberia em abril, quando terminou o prazo para envio da declaração.

Para chegar a este valor, a Receita somou a taxa Selic de maio (0,87), junho (0,82) e julho (que como ainda não saiu, foi considerada 1%). Para efeito de comparação, a reportagem somou o rendimento da caderneta de poupança no mesmo período, para as contas que vencem no primeiro dia do mês: 0,5607% em maio, 0,5467% em junho e 0,6059% em julho, segundo o Banco Central. O resultado foi 1,71% de rendimento.

Para comparar com a inflação, foi utilizado o trimestre abril/maio/junho, pois o valor de julho ainda não está disponível: 0,67%, 0,46% e 0,4%, respectivamente, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE. O resultado encontrado foi 1,53%.

Se nem assim você se convenceu que é vantagem demorar para receber sua restituição, talvez os especialistas o convençam. “Fiquei bem surpreso positivamente com esses valores. Se eu tivesse imposto para ser ressarcido, faria questão de ser o último a receber. Está excelente”, comentou o especialista em finanças pessoais Antônio De Júlio. Isso porque ele acredita que a Selic irá se manter alta no resto do ano. Sendo assim, o rendimento da restituição seguirá o mesmo movimento.

Professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas, Luis Carlos Ewald concorda que é melhor receber no último lote. “Está melhor do que qualquer outro investimento de renda fixa”, opinou. Já o consultor e educador financeiro André Massaro fez uma ressalva. “Está melhor que a poupança, mas tem coisas melhores no mercado, como uns títulos de banco”. Esse tipo de transação, no entanto, é para quem já tem experiência com investimento. “Para quem não tem estratégia de investimento está bom (o rendimento da restituição)”, disse. (Correio)

 

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15/07/ - 15h57m
SAIBA QUE PROFISSIONAIS DEVEM SER CONSULTADOS AO COMPRAR UM IMÓVEL

 
As negociações de imóvel, por envolverem muito dinheiro e longos períodos de tempo, merecem todo cuidado e atenção. Buscar as informações corretas evita dores de cabeça que vão desde pagar acima do preço de mercado até ficar preso a uma casa ou apartamento cheio de problemas, como infiltrações e até dívidas.
 
Saiba quem ouvir antes de assinar o contrato de compra ou aluguel:
 
1. Corretor
Esse profissional faz a intermediação entre o proprietário e quem quer comprar ou alugar o imóvel. O papel do corretor é apresentar a casa ou apartamento de forma clara, apontando as qualidades mas também os defeitos tanto do imóvel quanto da região em que está localizado.
 
2. Arquiteto ou engenheiro
É capaz de avaliar como está a estrutura de um imóvel (se há infiltrações e rachaduras e a gravidade delas) e verifica aspectos relacionados ao bem-estar do morador, como iluminação e ventilação. "O arquiteto vai saber se o seu apartamento pega sol e se é o da manhã ou o da tarde", exemplifica Pedro da Luz Moreira, vice-presidente do IAB-RJ (Instituto de Arquitetos do Brasil) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 
 
3. Síndico e zelador
O síndico deve ser ouvido para dar informações sobre a administração do edifício ou condomínio e evitar surpresas desagradáveis. "Pode ser que haja uma dívida trabalhista de R$ 1 milhão, por exemplo. Aí a pessoa compra o apartamento e a dívida juntos", declara Marcio Rachkorski, presidente da Assosindicos.
 
4. Advogado
O advogado analisa os documentos relativos à negociação e auxilia na elaboração do contrato, para proteger o comprador ou locatário.  É esse profissional que vai, por exemplo, conferir o histórico do imóvel e do proprietário, evitando que o comprador herde dívidas ou acabe perdendo dinheiro.
 
5. Tabelião
Esse profissional, encontrado em cartórios de registro de imóveis, pode examinar a certidão de propriedade, um documento que comprova de quem é o imóvel e se há alguma dívida relacionada a ele. "O tabelião tem a qualidade de ser isento, não é advogado nem do comprador nem do dono", diz Flauzilino dos Santos, presidente da Associação dos Registradores de Imóveis de São Paulo (Arisp). (Uol)


 

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15/07/ - 10h01m
BRASILEIROS JÁ ECONOMIZAM PARA A COPA NA RÚSSIA


A Copa do Mundo no Brasil acabou no domingo, mas já deixou saudades. Uma saudade tão grande que já tem gente pensando em começar a juntar dinheiro e preparar as malas rumo à Rússia, em 2018. Para os amantes do futebol e do prazer de viajar, a contagem regressiva já começou.

“Conhecer um país com um conteúdo cultural e histórico riquíssimo e aproveitar a oportunidade de participar de um evento mundial da dimensão de uma Copa do Mundo são motivações suficientes para se aventurar num roteiro destes”, diz o petroleiro, José Abadia Ribeiro, 54 anos.

Segundo a Gerente de Comunicação Corporativa da Agência de Viagens CVC, Priscila Bures, o interesse pelo país vem crescendo antes mesmo da Copa do Mundo. “A Rússia desperta o desejo de brasileiros que já conhecem boa parte da Europa e que buscam uma experiência diferente, com uma cultura atraente e ainda pouco conhecida”, justifica ela a respeito do investimento que a empresa faz na venda desta opção de roteiro.

A Agência de viagens baiana, Turismar, chega a vender 30 pacotes entre os meses de maio a outubro, época da primavera e do Verão europeu. “A gente vende  muito, principalmente junto a  pacotes para Escandinávia, países Bálticos, Leste Europeu e República Tcheca”, assegura a diretora da empresa, Marlove Araújo.

Para chegar lá, juntar dinheiro é preciso. “Sem dúvida é perfeitamente possível com organização financeira, planejamento de gasto e atenção aos fatores de risco da taxa cambial”, é o que garante, ainda, o consultor financeiro e especialista em finanças pessoais, André Massaro.

Ele recomenda que o turista opte por um Fundo de Investimentos Cambiais, que costumam ser oferecidos pelos bancos. “É interessante que a pessoa busque investimentos que proporcionem proteção cambial por conta da volatilidade do mercado, visto que os fundos são indexados em moeda estrangeira e diminuem este risco”.

O consórcio de serviços é também uma opção,  conforme explica o presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC), Paulo Roberto Rossi: “O consórcio é uma poupança com objetivo definido. Ele define uma disciplina financeira mensal que te permite atingir o seu objetivo de compra”.

Para quem prefere a velha e conhecida conta poupança de depósito mensal, Massaro acredita que este seja o pior negócio. “Tem uma rentabilidade baixa  e não oferece nenhum tipo de proteção cambial, o que pode acabar comprometendo o dinheiro da viagem”, finaliza. (Correio)


 

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14/07/ - 17h29m
SAIBA COMO RECLAMAR DE PROBLEMAS DO SEU BANCO EM ALGUNS PASSOS
 
Problema com bancos é tema recorrente nos Procons. Ontem mesmo, o Procon de São Paulo autuou quatro bancos por causa de filas excessivas. O item assuntos financeiros é vice-campeão de queixas dos consumidores no Procon de São Paulo, perdendo apenas para as dores de cabeça com empresas de telefonia.
 
Neste ano, até o dia 25/5, foram feitos 26.226 atendimentos relacionados a 12 entidades que prestam serviços financeiros. O Banco Central atendeu, de janeiro a abril de 2014, 57.685 queixas relacionadas a bancos com mais de 1 milhão de clientes, sendo 7.561 consideradas procedentes, ou seja, quando é constatado que o banco deixou de prestar um bom serviço ou cometeu algum erro em relação ao cliente.
 
Segundo a supervisora de Assuntos Financeiros do Procon-SP, Renata Reis, as principais queixas registradas são cobrança indevida, descumprimento de contrato e problemas com antecipação de financiamento (quando o consumidor pede para adiantar o pagamento do financiamento para pagar menos juros), com crédito consignado e com cálculo da prestação em atraso."O tema que recebe mais reclamações mesmo são as transações não reconhecidas seja no cartão de crédito, seja na conta corrente. Uma compra que eu não fiz, um seguro que eu não contratei", diz a supervisora.
 
As orientações do Banco Central e do Procon-SP para o cliente com problemas são as mesmas: o primeiro passo é procurar o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) do banco. Se não resolver, o caminho é buscar a ouvidoria do próprio banco. Se ainda assim não der certo, o cidadão deve entrar em contato com o Procon e com o Banco Central. Se tudo falhar, só restará ao consumidor recorrer à Justiça. (Uol)


 

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14/07/ - 11h13m
SAIBA COMO FAZER UMA VIAGEM DE LUXO SEM PRECISAR GASTAR MUITO DINHEIRO


 

Ter uma viagem de sonhos, hospedando-se nos melhores hotéis e aproveitando, no seu ritmo, as melhores experiências que cada destino oferece não precisa significar um rombo na conta bancária.

Com alguns truques é possível reduzir em mais de 50% o orçamento, sem abrir mão de conforto e exclusividade, como: escolher destinos baratos; aproveitar a baixa temporada; casas com serviço de hotelaria x hotel; comprrar passagens com antecedência; utilizar as milhas acumuladas; investir em pacotes de volta ao mundo; analisar as vantagens e serviços embutidos nas diárias dos hotéis; aproveitar deslocamentos longos para pernoitar no trem; alugar carros de luxo no exterior é mais barato; comprar marcas famosas em outlets. 

 

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14/07/ - 08h33m
COMPRAR CASA NOVA REQUER PLANEJAMENTO FINANCEIRO


Adquirir uma casa nova requer cuidados e planejamento. As ofertas do mercado imobiliário são muitas e as tentações de comprar o imóvel dos sonhos sem pensar também. Mas, nesse caso, os riscos para a saúde financeira são muitos, conforme indica o educador financeiro Reinaldo Domingo. (Correio)






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11/07/ - 16h56m
ENDIVIDADO? CONFIRA DICAS PARA RENOGOCIAR SEUS DÉBIOS

 
Usar o crédito sem necessidade pode levar o consumidor ao superendividamento. Nessa situação, segundo o Procon, a  pessoa fica impossibilitada de pagar com o seu rendimento mensal o conjunto de suas dívidas vencidas ou a vencer, sem prejuízo grave do sustento próprio ou de sua família.
 
"Quando chega nesse ponto, se a pessoa pagar todas as dívidas que tem, ela simplesmente não come", diz Vera Remedi, coordenadora do Núcleo de Tratamento do Superendividamento do Procon-SP. O núcleo é responsável, em conjunto com o Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania) do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, pelo PAS (Programa de Apoio ao Superendividado), que dá orientações aos devedores.
 
Fernando Cosenza, diretor de Sustentabilidade da Boa Vista SCPC, empresa que promove a campanha Acertando suas Contas, em que credor e devedor renegociam as dívidas diretamente, diz que dever não é crime."O devedor deve manter a cabeça erguida, não se esconder, nem ter vergonha de conversar com o credor e com a família para acertar a situação", diz.A advogada Irene Serenário, do escritório Imaculada Gordiano Sociedade de Advogados, afirma que as relações que envolvem consumo são sempre passíveis de negociação. "Se não conseguir fazer renegociação da dívida com o credor, é possível entrar com uma ação judicial para analisar esse contrato", diz.
 
Antes de entrar com ação, porém, ela diz que o devedor deve procurar o credor assim que perceber que sua capacidade financeira diminuiu e houver a certeza de que não irá conseguir pagar. "Ao buscar o credor, o devedor demonstra a sua boa-fé em pagar a dívida", diz. "Sugiro que a pessoa deixe tudo por escrito, pois são provas."A advogada diz que assim que houver a renegociação da dívida e o primeiro pagamento, o nome já deve ser retirado do cadastro de inadimplentes. Se o credor entrar com uma ação judicial de cobrança da dívida, o devedor poderá sofrer restrição em suas contas bancárias e até perder algum patrimônio. (Uol)


 

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11/07/ - 10h36m
PUBLICADA MEDIDA PROVISÓRIA COM INCENTIVOS AO MERCADO DE CAPITAIS


 


O governo federal publicou nesta quinta-feira, 10, no Diário Oficial da União (DOU) a Medida Provisória 651. Trata-se da esperada MP com os incentivos ao mercado de capitais anunciados em junho pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Além dessas medidas, o texto ainda prevê reabertura e mudanças em programa de parcelamento de débitos tributários (Refis), dispõe sobre a ampliação de garantias a financiamentos do Programa Minha Casa Minha Vida e ainda reinstitui o Reintegra, programa que devolve parte do faturamento das exportações de manufaturados às empresas e que havia sido encerrado no ano passado.

Para o mercado de capitais, a MP trata dos fundos de índice de renda fixa, da tributação das operações de empréstimos de ativos financeiros e da isenção de imposto sobre a renda na alienação de ações de pequenas e médias empresas. O texto também prorroga a isenção para debêntures de infraestrutura até 31 de dezembro de 2020.

O governo aproveitou a edição dessa MP para atender também a outras reivindicações do setor produtivo. Entre elas, reabriu o Refis com condições mais favoráveis às empresas. A antecipação do montante da dívida para adesão ao parcelamento, por exemplo, agora será de 5% e não mais 10%, como previa regra anterior. O prazo de adesão segue até o dia 25 de agosto.(Agência Estado)


 

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10/07/ - 17h02m
CONFIRA DICAS PARA APROVEITAR AS LIQUIDAÇÕES DO COMÉRCIO
 

Lojas físicas e virtuais começam uma temporada de liquidações pelo país. O objetivo é desovar o estoque que sobrou do Natal e alavancar as vendas até fevereiro, período tradicionalmente fraco para o setor. A Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping (Alshop) prevê aumento do movimento nos shoppings especialmente em janeiro por causa das liquidações. Aproveitar as ofertas, porém, requer cuidados por parte do consumidor, alertam especialistas. É preciso ficar atento a possíveis defeitos nos produtos, afirma o consultor de relação de consumo e advogado especialista em direito do consumidor Dori Boucault.
 
"Muitas vezes o lojista avisa que o produto está em liquidação porque tem um pequeno problema que não inviabiliza seu uso. Nesse caso, se o consumidor levar o produto, terá de aceitá-lo do jeito que está", diz o especialista.O Procon de São Paulo sugere que o consumidor evite a pressa e verifique o funcionamento do produto e se o conteúdo confere com os dados apontados na embalagem.
 
Caso o produto tenha o que se chama de vício, ou seja, um defeito que inviabiliza o seu uso, então o consumidor tem direito à troca, mesmo que a compra tenha sido feita em liquidação, diz Dori Boucault. O prazo para reclamar é de até 90 dias úteis para bens duráveis, e até 30 dias para bens não-duráveis. Segundo o Procon-SP, o estabelecimento tem 30 dias para fazer a troca nesses casos.
 
O especialista alerta ainda que, se a compra tiver sido feita pela internet, o consumidor tem o direito de desistir em até sete dias, mesmo no caso de ofertas. "Nesse caso, como o consumidor não teve a oportunidade de tocar o produto ou provar, por exemplo, considera-se que ele não teve conhecimento exato do que estava adquirindo. Então, tem direito de devolver mesmo que o produto esteja em liquidação e não tenha defeito."
 
O Procon de São Paulo sugere também que o consumidor confira as ofertas antes de sair de casa, por meio de folhetos, encartes ou pela internet. O objetivo é definir previamente que itens serão comprados, para que o consumidor evite comprar por impulso e gastar demais. O órgão também alerta que muitas lojas que promovem liquidações não fazem a entrega do produto na casa do comprador. Ele precisa, assim, levar a compra na hora para casa. Essa informação deve ser prestada de maneira clara e antes do fechamento do negócio. (Uol)


 

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10/07/ - 10h15m
EMPRESAS DE BENS DE CONSUMO DE LUXO SUPERFATURAM EM VENDAS


As 75 maiores empresas de bens de consumo de luxo do mundo geraram US$171,8 bilhões em vendas até o final do último ano fiscal (com término em maio de 2013) apesar de uma desaceleração da economia global, o dado é do relatório Global Powers of Luxury Goods, da Deloitte. O ranking considera as gigantes do luxo em receita e vendas para o período analisado.
 
Na lista há apenas uma brasileira, a H. Stern, companhia de setor de joias com quase 70 anos de atuação, que ocupa a 44ª posição. “A presença das empresas brasileiras no mercado de luxo ainda é muito tímida, mas o País já conta com praticamente todas as marcas importantes deste segmento e que conversam com esse público a alguns anos”, afirma Reynaldo Saad, líder da Deloitte para a indústria de varejo e bens de consumo.
 
Além de trazer o ranking com todas as empresas, o relatório também fornece uma perspectiva sobre o segmento, com insights na área de fusões e aquisições (M&A) e apresenta as suas principais tendências, incluindo as operações de varejo e comércio eletrônico.  Saad ainda acrescenta “Mudanças de atitudes sociais dos brasileiros estão impactando o consumo do luxo na medida que o consumidor destes produtos são muito mais informados sobre moda, tendências e marcas, fazendo com que sua aspiração de consumo seja cada vez maior e por sua vez exigindo das empresas uma sofisticação na experiência de compra”.  O aumento das vendas de bens de luxo e crescimento do comércio eletrônico permanecerão fortes este ano no Brasil e na América Latina como um todo.
 
Fusões e aquisições crescem no segmento de luxo
 
O crescimento das classes mais altas nos mercado emergentes tem sido o maior impulsionador de fusões e aquisições no setor de bens de luxo e premium nos últimos anos. Ásia-Pacífico, América Latina, Oriente Médio e África representaram 19% do mercado de luxo em 2013 e a perspectiva é de aumento, chegando a crescer 25% em 2025, de acordo com a Euromonitor.
 
Outro ponto que favorece o aumento de fusões e aquisições nesse segmento é a consolidação da indústria. “Hoje, existem grandes conglomerados de luxo que operam em diversos setores e com muitas marcas, tendo como denominador comum sua ampla experiência sobre como deve-se atuar com o consumidor de luxo. Além disso, empresas de investimento também estão contribuindo para esta consolidação e com a internacionalização dessas marcas, principalmente no segmento de moda e vestuário”, finaliza Saad.
 

 

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10/07/ - 08h43m
TAXA MÉDIA DE JUROS DO EMPRÉSTIMO PESSOAL AUMENTA EM JULHO


A taxa média de juros do empréstimo pessoal aumentou 0,07 ponto percentual no início de julho na comparação com igual período do mês anterior, mostra pesquisa divulgada hoje pela Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP).

O levantamento, que apura taxas de sete instituições financeiras, mostra que os juros nessa modalidade passaram de 5,54%, em junho, para 5,61% ao mês. A taxa média do cheque especial, por sua vez, manteve-se em 9,17%.

De acordo com Cristina Martinussi, assessora técnica da fundação, as taxas estão seguindo a tendência da Selic, que é de estabilidade. “No caso do empréstimo pessoal, só teve esse aumento em função de uma única instituição que aumentou os juros nessa modalidade, de 6,49% para 6,99%. Isso refletiu esse pequeno aumento na taxa média”, explicou. Esse alta foi observada no Banco Santander.

A pesquisa de taxas de juros foi efetuada em 2 de julho de 2014 e envolveu as seguintes instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.
O levantamento considerou o período de 12 meses, tendo em vista que a taxa pode mudar em função do prazo do contrato. Os dados referem-se às máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais. Para o cheque especial foi considerado o período de 30 dias.

A Caixa Econômica Federal é o banco que oferece as menores taxas de juros: 3,75% para empréstimo pessoal e 6,33% para cheque especial. O Santander apresenta as maiores taxas de juros: 6,99% para empréstimo pessoal e 10,89% para cheque especial.

A taxa média equivalente ao ano resulta em 92,61% de juros no empréstimo pessoal e 186,67% no cheque especial. “É muito elevado. O consumidor tem que ficar muito atento e evitar essas linhas de crédito. Na situação em que ele realmente precise de empréstimo, deve verificar quais são as mais favoráveis”, sugeriu Cristina. Ela aponta como uma boa opção, por exemplo, os empréstimos consignados. “As taxas são mais atrativas do que as apontadas nesta pesquisa”, destacou. (Agência Brasil)
 
 
 

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09/07/ - 15h13m
VEJA MANEIRAS DE GASTAR DINHEIRO QUE VÃO LHE TRAZER MAIS FELICIDADE

 
Ganhar dinheiro, normalmente, deixa as pessoas mais felizes. Mas, até atingirem cerca de US$ 75 mil por ano, de acordo com um estudo conduzido pela Universidade de Princeton. Depois disso, a renda adicional não traz, necessariamente, um aumento na felicidade, sugeriu a pesquisa. No entanto, alcançar a satisfação com mais dinheiro não é algo impossível. De acordo com o Business Insider, certos gastos têm mais potencial de aumentar a felicidade do que outros. Confira abaixo algumas 
 
A maioria das pessoas que enriquece falha neste item, porque a tendência é adquirir mais com o aumento da renda. "O problema desta abordagem é que nós somos incrivelmente talentosos em se acostumar com as coisas boas. A casa dos sonhos que você compra assim que recebe um dinheiro a mais se transforma em apenas uma casa. Nada é suficiente", disse o site. Em vez de apenas aumentar seu padrão de vida, o Business Insider sugere criar metas de aposentadoria e guardar dinheiro até alcançá-las. "A alegria de saber que você não vai precisar trabalhar para ter um padrão de vida agradável é esmagadora. Mesmo amando seu trabalho, você vai aproveitá-lo mais ainda quando simplesmente parar de se preocupar com seu salário."
 
2. Reserve um dinheiro para a conveniência
Este tópico parece o oposto do anterior, mas ele não significa, propriamente, apenas gastar, mas administrar o dinheiro ao seu favor. Há tarefas demoradas que podem ser terceirizadas - ato que pode lhe poupar algo precioso: o tempo. Contratar uma empregada doméstica, jardineiro ou motorista, se você não gosta de trabalhos domésticos, cortar grama ou dirigir, lhe trará mais satisfação do que poupar esse dinheiro extra, pois você gastará esse tempo com outras atividades que lhe farão mais feliz. 
 
3. Invista passivamente
Segundo o site, quando você não precisa correr o risco de ganhar mais em menos tempo, é possível optar por um investimento passivo. Sem a necessidade de se preocupar com as oscilações diárias do mercado, você vai se estressar menos e seus rendimentos continuarão crescendo, a menor escala, no longo prazo.
 
4. Pegue uma cadeira, relaxe e lembre os bons tempos
Você se lembra de como era sua vida quando ganhava bem menos que hoje? Compare como você era e como você está hoje e veja se você está mais feliz com sua renda extra. "Se o que você tem hoje não lhe faz feliz como antes, pode eliminar com segurança os gastos que não aumentam sua qualidade de vida."
 
5. Considere destinar parte de seus ganhos para caridade
Doar dinheiro é a maneira mais nobre de gastar o que sobra em sua vida. Você não só perceberá como é satisfatório se preocupar com problemas reais, mas também sentirá prazer em fazer o bem para outras pessoas. "Costumo dizer que os verdadeiros abençoados com a doação não são os que recebem, mas os que doam." (Uol)


 

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09/07/ - 07h51m
DESISTIR DE UM NEGÓCIO É TAMBÉM UM ATO EMPREENDEDOR



Muitos empreendedores fixam a existência de suas empresas em escritórios bem montados e bem localizados, com computadores de última geração e cartões de visita envernizados. É da nossa natureza, por sabermos, intuitivamente, que qualquer organização é uma abstração. Só é viável pelo resultado das relações que cada um dos elos da cadeia produtiva (fornecedores, empregados e clientes) estabelecem entre si.


Por isso, nos convencemos que para manter a "empresa aberta" é necessário que sejamos hábeis em gerenciar os relacionamentos com a cadeia produtiva, instável e líquida, que nos sustenta.
O que nos obriga a participar de travessias inseguras todos os dias. Rumo a uma reunião que pode nos levar, quem sabe, a um acordo comercial. Que, por sua vez, pode nos aproximar de um contrato. Ou não.

Cada dia exige, portanto, fé e persistência. E apesar dos engarrafamentos, dos gastos com restaurante e estacionamento, o negócio que era quase garantido, se esvai. O contrato, prestes a ser assinado, é adiado. Os ganhos que nos manteriam de portas abertas por mais um mês ou um ano se transformam em perdas e frustrações.

É hora, pensamos, de aceitar o conselho daquele parente funcionário público, e desistir. Principalmente porque ele (ou ela) exala vitórias depois de décadas de empenho em empregos frutos de ótimos concursos públicos. A ponto de ter acumulado uma sobra que nos emprestou, a qual ainda não conseguimos pagar.

Seu parente pode estar certo e você errado. Mas antes de jogar a toalha definitivamente tente ganhar mais um dia ou dois. E invista parte dessas horas para incluir seus principais erros e derrotas no seu plano de negócios inicial.

É um excelente exercício. Pois ao incluir suas falhas e ter a ousadia de registrá-las com o propósito de começar tudo de novo, você perceberá todos os desdobramentos positivos, os enganos, acertos e as frustrações embutidas na sua aventura empreendedora.

Com esse exercício, que exige coragem e determinação, você terá produzido e dirigido um minidocumentário a respeito de sua própria organização. E, ao assisti-lo de fora, na solidão de suas noites, reavaliará, com neutralidade, as suas chances futuras.  Terá condições, então, de decidir, serenamente, se deve ou não fechar o negócio.
 
Porque tanto a decisão de fechar quanto de abrir uma empresa é um ato empreendedor. Requer serenidade para evitar que fiquemos presos para sempre a decisões adotadas, precipitadamente, nas travessias nebulosas.

Marco Rozaé diretor da Agência Consumidor Popular e estrategista de novos negócios. (UOL)



 

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08/07/ - 09h15m
NOVAS REGRAS BENEFICIAM USUÁRIOS DE TELEFONIA, INTERNET E TV POR ASSINATURA


Começa a vigorar nesta terça (8) o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), com novas regras a serem seguidas pelas empresas de telefonia, internet e TV por assinatura. Entre os benefícios previstos para os consumidores estão facilidades para o cancelamento imediato de serviços, sem necessidade de falar com atendentes.

O bloqueio das contas será automático, com prazo máximo de dois dias para conclusão, podendo ser feito por meio de ligação telefônica, pela internet ou pelos terminais. Com o RGC, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) busca diminuir o número de reclamações feitas por consumidores à sua central de atendimento.

Além de ter a atribuição de cancelar as contas, caso seja a vontade dos clientes, as lojas associadas às operadoras terão também de fazer registro de reclamações, bem como atender a clientes que buscam resolver problemas em suas contas. O retorno sobre reclamações relativas a cobranças terá de ser feito, no máximo, em 30 dias. Se a empresa não cumprir o prazo, terá de corrigir automaticamente o valor da fatura. Se ela já tiver sido paga, a operadora terá de devolver o valor em dobro.

Outra vantagem, do ponto de vista do consumidor, é que as empresas operadoras terão a obrigação de retornar as ligações, caso elas caiam. As novas regras fixam ainda validade mínima de 30 dias para os créditos das contas pré-pagas. Caberá às empresas informar aos clientes pré-pagos a data de expiração dos créditos e, aos pós-pagos, que os serviços de mensagem (SMS) e internet móvel estão próximos de atingir os limites previstos no plano contratado.

No caso dos pós-pagos, as novas regras preveem também faturas mais detalhadas, de forma a dar mais clareza e transparência ao serviço. O regulamento prevê que os pacotes de serviços conjuntos (combos) estejam agrupados no mesmo contrato.

Ofertas e planos de vendas terão de ser disponibilizados nos sites das operadoras. Com isso, a Anatel tenta evitar que planos iguais sejam comercializados com valores diferenciados, prejudicando alguns clientes – prática relatada em queixas reportadas à Anatel. Além disso, os contratos com fidelização terão validade máxima de 12 meses.

A Oi informou já estar implementando as mudanças exigidas pelo novo regulamento, apesar de considerar alguns prazos “incompatíveis com a complexidade das alterações necessárias”. A Telefônica Vivo confirmou que está implantando e trabalhando para cumprir as obrigações do novo RGC, com cerca de 200 pessoas “engajadas para adaptar os sistemas de atendimento ao cliente às novas regras em um prazo extremamente curto”.

A Claro, igualmente, informou que está implementando as disposições do RGC, para “cumprir o grande volume de determinações previstas”. Já a TIM disse que “trabalha para se adequar” ao regulamento nos prazos apresentados. Para a Tim, “mudanças que reforcem os direitos dos consumidores e contribuam para a melhoria da relação entre clientes e empresas são sempre benéficas”.

A GVT informou que está “trabalhando intensamente" para cumprir, até hoje (8) as regras previstas. Segundo a empresa, devido ao grande número de mudanças exigidas e ao curto prazo concedido para sua implementação, “estão sendo feitas várias adequações em todos os sistemas e rotinas de relacionamento com o cliente”. A Agência Brasil entrou em contato com a SKY e a NET, mas, até o fechamento deste texto, não obteve posicionamento das operadoras sobre o cumprimento dos novos prazos previstos no RGC. (Agência Brasil)


 

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08/07/ - 08h50m
CONFIRA O QUE ABRE E FECHA NO JOGO DO BRASIL NESTA TERÇA


 

Alguns estabelecimentos vão funcionar em horário especial nesta terça-feira, 8, durante a partida entre Brasil e Alemanhã, às 17h, no estádio Mineirão, em Belo Horizonte, válida pela da semifinal da Copa do Mundo. Confira abaixo:
 
Lazer
Zoológico: Não divulgou
Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM): Funciona das 8h às 14h.
Museu de Arte da Bahia (MAB): Funciona de 13h às 16h.
Mercado Modelo: Funciona das 9h às 15h.
 
Shoppings
Shopping Piedade: Funciona de 9h às 16h.
Shopping Itaigara: Funciona de 9h às 16h.
Pituba Parque Center: Funciona de 9h às 16h.
Shopping Paseo: Funciona de 9h às 21h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
Shopping Center Lapa: Funciona das 9h às 16h.
Boulevard Shopping: Funciona das 10h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
Shopping Iguatemi: Funciona de 9h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois. A praça de alimentação continuará funcionando normalmente, onde serão montados dois telões (1º e 3º piso) para os clientes que quiserem ver o jogo sem sair do shopping.
Salvador Shopping: Funciona de 9h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
Salvador Norte Shopping: Funciona de 9h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois. Os jogos da Seleção Brasileira também estão sendo transmitidos no Cinépolis do Salvador Norte Shopping. A lista completa com os jogos que serão transmitidos pode ser conferida pelo site do Cinépolis.
Shopping Bela Vista: Funciona de 9h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois. Os jogos da Seleção Brasileira também estão sendo transmitidos no Cinépolis do Shopping Bela Vista. A lista completa com os jogos que serão transmitidos pode ser conferida pelo site do Cinépolis.
Shopping Paralela: Funciona de 9h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
Shopping Barra: Funciona de 9h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois. Os restaurantes do Barra Goumert funcionam normalmente e irão exibir os jogos.
Outlet Premium: Funciona de 9h às 15h30, não reabrindo após o jogo.
 
Supermercados
Extra: Os supermercados da rede Extra vão fechar 45 minutos antes do início da partida e reabrirão 45 minutos após o seu término.
GBarbosa: Todas as lojas de Salvador, Guarajuba e Lauro de Freitas fecharão 30 minutos antes do início da partida e reabrirão logo após o fim do jogo.
Bom Preço e Hiper Bom Preço: Funciona normalmente durante o jogo do Brasil.
Atacadão Atakarejo:
- Iguatemi: Funciona das 7h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
- Estrada do Coco: Funciona das 7h às 23h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
- Calçada: Funciona das 7h às 16:30.
- Caminho de Areia: Funciona das 7h às 22. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
Atacadão: Funciona das 7h às 21h. Fecha uma hora antes do jogo e reabre logo após.
Makro:
- Pirajá: Funciona das 7h às 20h30. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
- Iguatemi: Funciona das 7h às  22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
Sam's Club: Funciona normalmente das 8h às 21h.
Hiperideal:
- Barra: Funciona das 7h às 21h, fechando durante o jogo do Brasil e reabrindo logo após.
- Graça: Funciona das 7h às 21h, fechando durante o jogo do Brasil e reabrindo logo após.
- Itapuã: Funciona das 7h às 21h, fechando durante o jogo do Brasil e reabrindo logo após.
- Piatã: Funciona das 7h às 22h, fechando durante o jogo do Brasil e reabrindo logo após.
- Pituba: Funciona das 6:30h às 22h, fechando durante o jogo do Brasil e reabrindo logo após.
- Shopping Paralela: Funciona das 7h às 22h. Fecha 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabre 30 minutos depois.
- Stella Maris: Funciona das 7h às 21:30h, fechando durante o jogo do Brasil e reabrindo logo após.
Perini: As lojas da Barra, Graça e Pituba funcionam das 6h às 22h, fechando 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabrindo 15 minutos depois. A loja da Vasco da Gama funciona das 6h30 às 22h, fechando 30 minutos antes do jogo do Brasil e reabrindo 15 minutos depois.
Mercantil Rodrigues: Fecha 30 minutos antes do jogo e reabre 15 minutos depois, exceto a loja de Pirajá, que fechará depois do jogo.
 
Serviços
Ferreira Costa: Funciona das 8h às 15h.
TRE - BA: As Zonas Eleitorais da Capital, a Central de Atendimento ao Público (CAP), SACs (Barra, Cajazeiras, Comércio e Periperi), Casa de Justiça e Cidadania e os demais postos de atendimento na Capital vão funcionar das 7h30 às 13h30.
Para as unidades que estão trabalhando em sistema de plantão, o horário continua o mesmo: das 13h às 19h.
SineBahia: Funciona das 730h às 14h.
Bancos: A Febraban orienta para que as agências do interior, capital e região metropolitana funcionem das 8h30 às 12h30.
Hemoba: Funciona das 7h30 às 12:30h.
SAC: Funciona das 7h às 15h30. Somente o posto do SAC de Lauro de Freitas encerra às 13h, seguindo o horário de funcionamento do Shopping Passeio Norte, onde funciona o posto.
Repartições públicas do Estado: Funcionam das 8h às 14h (A Tarde).

 

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07/07/ - 16h52m
RENEGOCIEI AS DÍVIDAS E NÃO PAGUEI, O QUE EU FAÇO AGORA?


Renegociar as dívidas e não pagar é péssimo negócio. O devedor perde vantagens conquistadas na negociação, como abatimento de juros, e seu nome pode reaparecer em cadastro de inadimplentes, alertam consultores ouvidos pelo UOL. "O devedor pode perder todos os benefícios obtidos na renegociação e ainda sofrer com a cobrança de juros, o que torna a dívida original ainda maior", informa o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-SP, Marco Antonio Araujo Junior.
 
"Fazer uma renegociação malfeita é muito pior do que estar endividado", diz. Isso porque quando o devedor renegocia o contrato, quase sempre a dívida anterior se extingue e cria-se uma nova obrigação. Essa nova dívida também terá multa pelo descumprimento e aplicação de juros. Além disso, a falta de pagamento nesse contrato pode levar o nome do devedor para os cadastros de inadimplentes pelo prazo de cinco anos novamente. Ou seja, mesmo que o nome do devedor já tivesse ficado no cadastro por quase cinco anos, ao não pagar a dívida renegociada, o prazo começa a ser contado outra vez.
 
Mesmo em uma renegociação bem feita podem acontecer imprevistos no meio do caminho, como o devedor ficar desempregado. Se o devedor percebe que não vai conseguir cumprir os termos dessa nova dívida, é importante procurar o credor antes do vencimento para mostrar boa-fé. Paulo Brito, gestor comercial da HPN Invest, aconselha o devedor a pedir um prazo de carência para começar a pagar de novo. "Alguns bancos dão esse prazo ao devedor para ele poder acertar as contas. Para o banco é vantagem conseguir o pagamento, porque muitas vezes ele já tem esse crédito incorporado no seu balanço como sendo um prejuízo", diz.
 
O credor, porém, não é obrigado a renegociar a dívida. Ele pode cobrar tudo o que estava previsto no contrato e mandar executar as garantias oferecidas. Se a dívida for paga pelo avalista, aquela pessoa que entra no contrato para garantir a dívida, ele pode cobrar depois do devedor. Para quem precisa colocar em ordem o orçamento, o educador financeiro Mauro Calil sugere que a pessoa procure algum bem que disponha para vender. "Muitas vezes as pessoas estão cheias de roupas e livros em casa, e se esquecem que podem fazer dinheiro vendendo as roupas em um brechó e os livros para um sebo", diz.
 
Outra saída, segundo ele, é obter um empréstimo oferecendo algum bem que tenha em garantia, já que esse tipo de empréstimo sai bem mais em conta. Refinanciar um carro ou um segundo imóvel que a pessoa possua são boas opções. No entanto, se o único imóvel é o que a pessoa reside, ele deve ser preservado. Ter de recorrer a mais de uma negociação da dívida é sinal de que algo está errado, alerta Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento). (Uol)


 

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